Ultrassonografia de tórax
A ultrassonografia de tórax avalia o espaço pleural, detectando e quantificando derrames, caracterizando-os (septações), além de avaliar consolidações periféricas e lesões da parede. É exame de cabeceira útil e seguro, sem radiação. O Laudos.AI organiza a descrição por hemitórax e o aspecto do derrame em um laudo objetivo, sob revisão médica.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
ULTRASSONOGRAFIA DE TÓRAX Exame direcionado para pesquisa de derrame pleural. Presença de volumoso #moderado #pequeno derrame pleural no hemitórax direito #esquerdo #bilateral com conteúdo anecóico. #septos internos. Condensação dos segmentos pulmonares adjacentes, que pode corresponder a atelectasia restritiva e/ou consolidação. Presença de broncogramas aéreos nos segmentos pulmonares condensados. Marcado local para punção.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
ULTRASSONOGRAFIA DE TÓRAX
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Antes de copiar
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de torax. A descrição se organiza em torno de parênquima pulmonar, interstício, vias aéreas, mediastino, pleura e arcabouço ósseo — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é investigação de nódulo, doença intersticial, infecção ou evento agudo torácico. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de torax a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.
A armadilha desta região: o nódulo precisa de tamanho, densidade, localização por lobo e comparação com o exame prévio — sem isso não há categoria nem prazo de seguimento.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de torax é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Quando o achado se enquadra, a categorização por Lung-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o Lung-RADS do ACR.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: nódulo pulmonar, vidro fosco, consolidação, derrame pleural, bronquiectasias, enfisema, atelectasia, padrão reticular, faveolamento, árvore em brotamento, broncograma aéreo, sinal do halo, padrão em mosaico, cavitação pulmonar, espessamento pleural, massa pulmonar, pneumotórax, hilo pulmonar. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de torax vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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