Uma sessão real, do comando ao resultado
Reprodução de uma sessão de demonstração real, segundos após a instalação: o Agent abriu o REPORT, gerou um laudo complexo, levou o rascunho ao Google Docs e consultou o OpenEvidence. Três minutos no total, sem nenhuma API.
O que custava um projeto passa a custar uma instalação
A integração tradicional com um RIS segue a fila do fornecedor: acordo comercial, especificação, homologação, desenvolvimento e manutenção. Meses de projeto, com custo que chega a dezenas de milhares de reais, para uma tela que continua a mesma. O Agent inverte a ordem: ele opera na interface que já existe.
Cinco etapas, todas visíveis
Comando por voz ou texto, na sua língua de laudo. O pedido clínico só entra quando você inclui explicitamente o exame e os achados.
Leitura estruturada da página: qual sistema está aberto, qual exame, qual paciente. O contexto fica isolado por paciente durante toda a sessão.
Navega entre abas, formulários e editores web, leva o rascunho até o campo certo do seu RIS e preenche como você faria.
Depois de cada ação, o Agent relê a página e confere o que inseriu. Se algo não confirma, ele para e mostra, em vez de seguir no escuro.
O rascunho é seu ponto de partida, nunca o ponto final. Revisão, edição e assinatura permanecem com o médico, como manda a CFM 2.454/2026.
Não é um atalho. É o fluxo inteiro.
Opera em sistemas como o WebRIS: identifica o exame aberto e preenche o editor de laudos dentro do próprio sistema.
Sabe qual exame e qual paciente estão na tela antes de agir, e mantém esse contexto isolado até o fim da tarefa.
O mesmo pedido funciona ditado ou digitado. A voz é a interface natural de quem lauda.
Páginas, abas, formulários e editores web: o Agent atravessa o fluxo inteiro, não uma tela só.
Cada inserção é conferida por leitura do editor depois da ação. O que não confere, não passa.
Contexto segregado entre pacientes e exames, para que nada de um caso vaze para outro.
Cada leitura, ação e inserção registrada localmente, com exportação para prestação de contas.
Conteúdo clínico só é gerado quando o pedido inclui explicitamente o exame e os achados. Sem pedido, sem laudo.
O Agent assina ou libera laudos sozinho?
Não. O Agent prepara, insere e confere o rascunho, mas revisão, edição e assinatura são sempre do médico, em linha com a supervisão humana significativa da Resolução CFM 2.454/2026. Ele não finaliza nem libera nada de forma autônoma.
Funciona com o meu RIS?
Se o sistema roda no navegador (RIS web, portais, editores e formulários), o Agent opera direto na interface, sem API e sem projeto com o fornecedor. O WebRIS é um exemplo já demonstrado. A validação no seu ambiente acontece no piloto, antes de qualquer uso em rotina.
Quanto tempo leva para começar?
Minutos depois da instalação no navegador. A sessão de demonstração que reproduzimos nesta página aconteceu segundos após instalar: comando de voz, laudo estruturado, rascunho no documento e consulta de evidência em cerca de três minutos.
Preciso trocar meu PACS ou RIS?
Não. O Agent opera sobre o que já existe, na tela que a equipe já conhece. É exatamente o oposto de um projeto de substituição: nada muda no seu parque para começar.
O que acontece se a interface do sistema mudar?
O Agent lê a página de forma estruturada antes de agir e confere o resultado depois de cada ação. Quando algo não confirma, ele para e mostra o estado em vez de continuar no escuro. A decisão de seguir é sempre de quem está no controle.
Como fica a segurança e a LGPD?
O contexto é isolado por paciente, cada ação entra num histórico local de auditoria exportável e a geração clínica só acontece quando o médico pede explicitamente. Na plataforma Laudos.AI, os dados seguem com residência no Brasil e trilha por exame.
Qual a diferença entre o Agent e o REPORT?
O REPORT transforma o seu ditado em laudo estruturado. O Agent é a camada de integração: pega esse resultado e leva até o sistema onde o trabalho acontece, preenchendo e conferindo. Um gera, o outro integra. Juntos fecham o fluxo.
O Agent gera conteúdo clínico por conta própria?
Não. A geração clínica é opcional e só é acionada quando o pedido do médico inclui explicitamente o tipo de exame e os achados. Sem esse pedido, o Agent apenas navega, organiza e insere o que você mandou.