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PARA TELERRADIOLOGIA

Escala e padronização à distância, sem abrir mão da qualidade

A Laudos.AI organiza o contexto antes do primeiro clique, aplica o template certo para cada cliente e mantém os achados críticos com escalonamento auditável, mesmo com o plantonista a quilômetros do PACS.

Agendar demonstração
Contexto pronto

Histórico, indicação e comparativos organizados antes do primeiro clique.

Template por cliente

Cada contratante recebe o laudo no seu padrão, sem retrabalho manual.

Crítico rastreável

Achado grave escala com SLA e trilha de auditoria, mesmo a distância.

Produção mensurável

Volume e tempo por radiologista e por fila, com números confiáveis.

Mapa escuro com nós distantes conectados por arcos a um hub central
ÁUDIONUVEM BR · SEM ARMAZENAMENTOLAUDO
Áudio processado no Brasil, sem armazenamento

Áudio e transcrição descartados; apenas o laudo é persistido, criptografado.

O CONTEXTO

Laudar à distância é operar sob duas pressões ao mesmo tempo: o volume da worklist não para de crescer e cada cliente espera o laudo no seu padrão, dentro do SLA combinado. Quem faz telerradiologia sabe que qualidade e escala não são opostos, mas mantê-las juntas, plantão após plantão, exige uma rotina que flua sem atrito.

A Laudos.AI foi pensada para respeitar o ritmo do plantonista remoto. Em vez de mais uma tela para gerenciar, ela chega com o contexto do exame organizado, o template do cliente já selecionado e os mecanismos de segurança rodando em segundo plano. O radiologista continua no comando de cada frase; a IA apenas remove o trabalho repetitivo que fica entre ele e o achado.

O que você ganha

O contexto chega antes de você

Indicação clínica, dados do paciente e exames anteriores aparecem consolidados assim que o caso abre. O LaudAI já estrutura o laudo pela modalidade, então o plantonista começa a ditar sobre uma base pronta, em vez de montar tudo do zero a cada estudo.

Um template para cada cliente, automaticamente

Serviços de telerradiologia atendem dezenas de contratantes, cada um com seu layout, suas frases-padrão e suas classificações. A plataforma aplica o template certo conforme a origem da worklist, e o GUIDE sugere classificações consistentes. A padronização deixa de depender da memória de quem está de plantão às três da manhã.

Achado crítico não se perde na distância

Quando surge um achado que exige comunicação urgente, o módulo CRIT registra, dispara o escalonamento com SLA e mantém a trilha de auditoria completa, quem viu, quando e como foi comunicado. A responsabilidade sobre casos graves fica documentada, mesmo com a equipe distribuída.

Produtividade que você pode auditar

Cada laudo gera métricas por radiologista e por fila: volume, tempo até o laudo e cumprimento de SLA. A coordenação enxerga onde a operação flui e onde congestiona, com dados que sustentam conversas justas com a equipe e com os contratantes.

COMO ENTRA NA ROTINA
ANTES
A fila chega organizada

O caso abre com o contexto consolidado e o template do cliente já ativo. O radiologista não perde tempo caçando histórico nem tentando lembrar o padrão de cada contratante, ele começa a laudar direto.

DURANTE
Ditou, virou laudo estruturado

Com o REPORT, a fala do plantonista vira um laudo estruturado que ele revisa e ajusta. Se aparece um achado crítico, o CRIT já inicia o escalonamento sem tirar o médico do fluxo. O controle da redação é sempre dele.

DEPOIS
Cada laudo vira dado confiável

Ao assinar, o laudo alimenta as métricas por radiologista e por fila e fecha a trilha de auditoria dos casos críticos. A gestão acompanha SLA e produção em tempo real, sem planilhas paralelas.

ANTES DO PRIMEIRO CLIQUE

Contexto pronto antes do primeiro clique

O caso chega organizado, com prioridade, modalidade, cliente e criticidade à frente do texto.

Em telerradiologia, o radiologista abre casos de origens diferentes o dia inteiro. Quando a worklist já traz modalidade, cliente, prioridade e sinalização de criticidade antes do laudo, a decisão do que abrir primeiro deixa de depender de leitura manual de cada fila. O médico entra no exame com o contexto que importa visível, não escondido em abas e sistemas paralelos.

Priors e informação clínica organizados no mesmo lugar reduzem o vaivém entre telas. A camada pós-imagem não substitui o PACS, ela ordena o que já existe para que a leitura comece com histórico, indicação e comparações à mão. Menos tempo administrativo por caso significa mais casos laudados sem pressa artificial sobre o julgamento clínico, que segue sendo do médico.

52 smediana do editor à assinatura (n = 5.200, 30 dias)
Fila com significado

Modalidade, cliente, prioridade e criticidade visíveis antes de abrir o texto.

Priors à mão

Comparações e histórico organizados para a leitura começar informada.

Indicação clínica junto

A informação que motivou o exame acompanha o caso, não fica em outro sistema.

Menos clique administrativo

O tempo vai para a leitura, não para procurar contexto disperso.

UM PADRÃO, MUITOS MÉDICOS

Padronização entre radiologistas distribuídos

Muitos médicos e muitos clientes atendidos com um padrão comum de laudo, sem tirar o critério de ninguém.

Uma operação distribuída tem dezenas de radiologistas laudando os mesmos tipos de exame de formas diferentes. O LaudAI entrega laudo estruturado por modalidade, com Técnica, Análise, Impressão e, quando aplicável, Classificação. O vocabulário controlado e o template dão a mesma espinha dorsal a todos, então o cliente recebe laudos que se parecem entre si, independentemente de quem estava no plantão.

Padronizar a forma não é padronizar a conclusão. O médico continua autor: revisa, edita e assina o que a estrutura sugere. O GUIDE apoia classificações consolidadas (BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS, Lung-RADS) para que o mesmo achado receba a mesma linguagem entre profissionais. A variabilidade que cai é a de formatação e nomenclatura, não a do juízo diagnóstico, que permanece humano.

Isso importa quando o contrato exige consistência editorial. Um cliente que recebe laudos de vários radiologistas seus passa a perceber um só padrão de forma e linguagem, o que reduz retrabalho, dúvida de leitura e pedido de esclarecimento sobre o que o laudo quis dizer.

SLA POR CONTRATO

SLA por cliente e por modalidade

Cada contrato tem seu prazo, e a operação precisa enxergar e cumprir todos ao mesmo tempo.

Telerradiologia atende clientes com SLAs distintos: um hospital cobra tomografia de urgência em minutos, uma clínica aceita mamografia eletiva em horas. Sem visibilidade, a fila vira adivinhação. Com a criticidade e o prazo à frente do caso, a priorização fica objetiva, o radiologista sabe o que corre risco de estourar e a coordenação acompanha o cumprimento por cliente e por modalidade.

A camada pós-imagem organiza a priorização, ela não decide clinicamente. Quem julga a urgência do achado é o médico. O que o sistema faz é tornar o SLA legível, sinalizar o que está próximo do limite e manter o histórico de cumprimento para a prestação de contas. Governança e visibilidade da operação, não vigilância do profissional.

Prazo por contrato

Cada cliente e modalidade com seu SLA visível na fila.

Priorização objetiva

O que está perto de estourar aparece primeiro, sem decidir a clínica.

Cumprimento acompanhado

A coordenação vê o SLA por cliente sem planilha paralela.

Foco no que corre

O radiologista gasta atenção no urgente, não em ordenar filas.

MADRUGADA E ESCALA

Plantão noturno, fuso e distribuição de casos

Cobrir a madrugada e os picos com casos distribuídos e achado crítico fechado mesmo a distância.

O volume não respeita horário comercial. A madrugada concentra urgência com menos gente de plantão, e a operação pode estar espalhada por fusos diferentes. Distribuir casos por radiologista disponível, com a worklist já priorizada, mantém o plantão noturno sustentável sem sobrecarregar quem está de escala nas horas de menor cobertura, quando cada caso a mais pesa mais.

O achado crítico é o ponto sensível às três da manhã. O CRIT trabalha em ciclo fechado, no espírito do Actionable Reporting do ACR, com SLA e confirmação de recebimento até o fecho. O médico registra o achado que exige comunicação imediata e o ciclo só encerra quando há confirmação, então nada crítico se perde entre plantões, fusos ou trocas de turno.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Auditoria e responsabilidade a distância

Trilha por exame que mostra quem laudou o quê e quando, sustentando a conta ao cliente e ao DPO.

Operar a distância exige provar o que foi feito. A trilha de auditoria por exame registra quem laudou, quando e o que assinou, com acesso por perfil. Quando um cliente questiona um caso ou o DPO precisa responder a um titular, a resposta está no histórico do exame, não na memória de quem estava de plantão naquela noite.

A conformidade é estrutural, não acessória. LGPD (Lei 13.709/2018), atuação alinhada à ANPD, DPO designado e residência de dados no Brasil formam a base. O acesso por perfil garante que cada um vê o que lhe cabe, e a trilha sustenta a prestação de contas a cliente, contrato e autoridade. Governança que dá visibilidade da operação, não vigilância do médico.

Trilha por exame

Quem laudou, quando e o que assinou, registrado por caso.

Acesso por perfil

Cada função vê o que lhe cabe, nada além.

Residência no Brasil

Dados hospedados no país, alinhados à LGPD e à ANPD.

Resposta ao DPO

O histórico do exame sustenta pedidos de titular e questionamentos de cliente.

IA ASSISTIVA, MÉDICO ASSINA

Conformidade CFM 2.454/2026 e o contexto da telerradiologia

A IA estrutura e sugere, o médico revisa, edita e assina, com supervisão humana significativa.

A Resolução CFM 2.454/2026 pede supervisão humana significativa sobre a IA em medicina, e é exatamente o modelo assistivo aqui. O sistema estrutura o laudo e sugere linguagem, o radiologista revisa, corrige e assina. A IA não emite diagnóstico nem substitui o profissional, e a autoria permanece do médico. Nada é liberado ao cliente sem passar pela assinatura de quem responde pelo laudo.

A telerradiologia também tem marco na Resolução CFM 2.314/2022, que trata do laudo a distância. A camada pós-imagem se encaixa nesse arranjo sem alterar as exigências: ela apoia a produção do laudo, mantém a responsabilidade no radiologista e preserva o registro do que foi assinado. Conformidade se demonstra com a trilha e com o fluxo de revisão e assinatura, não com promessa de marketing.

PILOTO DE 30 DIAS

Como avaliar e escalar com segurança

Começar com um cliente, medir em rotina real e crescer sem trocar o que já funciona.

Avaliar não é acreditar em slide. O piloto de 30 dias roda em rotina real, com volume verdadeiro, para que os números apareçam na sua operação, não em benchmark de fornecedor. O ROI se calcula com o seu volume, e a referência de produção (mediana de 52 s do editor à assinatura, 54,6% dos laudos em menos de um minuto) serve de baliza, não de promessa.

A integração respeita o que já roda. HL7 v2, FHIR R4, DICOM-SR e DICOM MWL (C-FIND) conectam PACS, RIS e worklist sem substituição. Um engenheiro dedicado acompanha, e o ambiente de teste usa dados sintéticos ou anonimizados antes de tocar produção. Começar por um cliente reduz risco, e o padrão validado ali se replica para os demais contratos com previsibilidade.

Piloto em rotina real

30 dias com volume verdadeiro, medido na sua operação.

Sem trocar PACS/RIS

HL7 v2, FHIR R4, DICOM-SR e MWL integram o que já existe.

Ambiente de teste seguro

Dados sintéticos ou anonimizados antes de tocar produção.

Comece por um cliente

Valide o padrão em um contrato e replique com previsibilidade.

“O que muda não é a velocidade de um laudo isolado, é a operação inteira: o plantão chega organizado, o padrão do cliente se mantém sozinho e, no fim do mês, os números do SLA finalmente batem com a realidade.”

Coordenação de operações de um serviço de telerradiologia
QUEM USA

Radiologistas que saem do plantão
com menos atrito.

O Laudos.AI me ajuda a ir mais rápido nos casos que domino e a descrever achados menos familiares com mais estrutura. Não consigo imaginar trabalhar sem ele.
SA Dra. Stephanie A. Radiologista MSK · CRM-SP 192818
Uso o Laudos.AI para os meus Dopplers. A precisão na estruturação dos achados é o que mais se destaca.
BH Dr. Bernardo Hime Cirurgião vascular · CRM-SP 192561
Como R1, não sei como seria a minha rotina sem ele. Dito um achado e recebo uma descrição estruturada que faz sentido.
PP Dr. Petrus Paraíso Residente de Radiologia
O assistente de laudos tem me ajudado muito, não somente em agilizar os laudos, mas também em ter mais segurança de estar passando as informações com mais clareza. Gosto particularmente das impressões diagnósticas geradas.
TB Dra. Tabita Radiologista · Fortaleza/CE
A plataforma de vocês criou uma verdadeira disrupção. Não estamos falando de uma simples ferramenta de transcrição, mas de uma solução sensacional para organizar as ideias e estruturar o laudo.
FB Dr. Fábio Bortolini Médico radiologista
Consigo fazer o laudo de todos os exames no próprio plantão. Não levo mais nenhum trabalho pra casa. E ainda previne o retrabalho.
CI Dr. Carlos Ilha Médico radiologista · Paraná

Perguntas honestas

A IA vai laudar no lugar do meu radiologista?

Não. A Laudos.AI é assistiva: organiza o contexto, sugere a estrutura e cuida da rastreabilidade, mas cada frase do laudo é escrita e assinada pelo médico. Isso está alinhado às normas do CFM, que exigem supervisão humana significativa sobre o uso de IA no diagnóstico. A ferramenta amplifica o plantonista remoto; ela não o substitui.

Atendemos muitos clientes com padrões diferentes. Isso não vira uma bagunça?

É exatamente o problema que a plataforma resolve. O template é aplicado conforme a origem de cada exame na worklist, então o padrão de cada contratante é respeitado automaticamente, sem depender de configuração manual a cada caso. A padronização passa a ser da operação, e não da lembrança individual.

Com a equipe distribuída, como garanto rastreabilidade e conformidade de dados?

O CRIT registra cada achado crítico com trilha de auditoria completa, independentemente de onde o radiologista esteja. E o processamento respeita a LGPD, com residência de dados no Brasil, o que importa ainda mais quando o volume e a distribuição da telerradiologia tornam a governança mais sensível.

Integra com o PACS e a worklist de vários clientes?

Sim. A conexão usa HL7 v2, FHIR R4, DICOM-SR e DICOM MWL (C-FIND) para se integrar a PACS, RIS e worklist existentes, sem substituir o que já funciona. Um engenheiro dedicado acompanha a implantação de cada origem. A camada pós-imagem organiza o que chega dos diferentes clientes, ela não pede troca de sistema.

Como fica a residência de dados por contrato?

Os dados têm residência no Brasil, com base na LGPD (Lei 13.709/2018) e atuação alinhada à ANPD, e há DPO designado. A trilha de auditoria por exame e o acesso por perfil sustentam a prestação de contas a cada contrato. Requisitos específicos de um cliente entram na conversa de implantação.

Prioriza urgência automaticamente?

O sistema torna o SLA e a criticidade visíveis na worklist e sinaliza o que está perto de estourar, o que apoia a priorização objetiva. Quem decide a urgência clínica é sempre o radiologista. A camada dá visibilidade e ordem à fila, ela não substitui o julgamento médico.

E o achado crítico de madrugada?

O módulo CRIT trabalha em ciclo fechado, no espírito do Actionable Reporting do ACR, com SLA e confirmação de recebimento. O achado que exige comunicação imediata é registrado pelo médico e o ciclo só encerra com a confirmação. Assim nada crítico se perde entre plantões ou fusos, inclusive na madrugada.

Padroniza sem engessar o médico?

Sim. O template e o vocabulário controlado dão uma estrutura comum (Técnica, Análise, Impressão e, quando aplicável, Classificação) e o GUIDE apoia classificações como BI-RADS e LI-RADS. Isso padroniza forma e nomenclatura, não a conclusão. O médico revisa, edita e assina, seguindo como autor do laudo.

Quanto tempo de implantação?

A avaliação padrão é um piloto de 30 dias em rotina real, começando por um cliente. Antes de tocar produção há ambiente de teste com dados sintéticos ou anonimizados, e um engenheiro dedicado acompanha a integração. Validado o primeiro contrato, o padrão se replica para os demais.

Veja a Laudos.AI na sua operação de telerradiologia

Agende uma conversa para entender como o contexto pronto, os templates por cliente e os achados críticos auditáveis se encaixam nas suas filas e SLAs, no ritmo dos seus plantonistas remotos.

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