Voz natural. Laudo estruturado.
O REPORT é o copiloto de laudo do Laudos.AI. O radiologista dita como pensa, em português-BR, sem comandos rígidos nem pontuação ditada — e recebe um laudo organizado em Técnica, Análise e Impressão, pronto para revisar, editar e assinar. A IA acelera a estrutura; a decisão clínica continua com o médico.
Enquadramento e responsabilidade
Ferramenta assistiva. O REPORT não interpreta exames nem emite laudos de forma autônoma: ele transcreve, organiza e formata o texto sob a supervisão do radiologista, que revisa, edita e assina. O uso ocorre sob responsabilidade médica, conforme a Resolução CFM 2.454/2026, com tratamento de dados em conformidade com a LGPD e a ANPD.
Como funciona
Sistemas de ditado tradicionais obrigam o radiologista a falar como uma máquina: ditar vírgula, ponto, parágrafo, decorar comandos e corrigir transcrições genéricas que não conhecem o vocabulário da especialidade. O REPORT inverte essa lógica. O médico fala naturalmente e o modelo de fala — calibrado para a linguagem radiológica brasileira — entende jargão, sinônimos, abreviações e unidades, pontuando em tempo real.
Enquanto você dita, o texto vai se organizando nas seções canônicas do laudo. Quando o conteúdo justifica, gatilhos automáticos sugerem uma classificação padronizada (via GUIDE) ou sinalizam um achado tempo-dependente para comunicação rastreável (via CRIT). Tudo isso acontece dentro do editor, sem trocar de tela, mantendo o radiologista no controle do começo ao fim.
Estruturação em Técnica / Análise / Impressão
O laudo deixa de ser um bloco de texto corrido e passa a ter estrutura semântica. Essa organização não é cosmética: é o que permite auditoria, indicadores de qualidade, comparação entre exames e exportação estruturada para o RIS e o prontuário.
- Técnica — método, protocolo, contraste e equipamento, preenchidos a partir da máscara da modalidade e do contexto do pedido.
- Análise — descrição dos achados por órgão ou compartimento, no estilo de redação do radiologista, com terminologia consistente.
- Impressão — síntese conclusiva, com sugestão de conduta e sinalização de achados que demandam comunicação imediata, sempre sujeita à edição do médico.
As máscaras por modalidade e protocolo (TC, RM, RX, US) são customizáveis por serviço, mantêm histórico de alterações e podem ser compartilhadas entre radiologistas — padronizando o formato sem impor um texto único.
Fluxo de trabalho
1. Voz natural
O radiologista fala como pensa, em português-BR, sem ditar pontuação nem decorar comandos. Captura por microfone de mesa, headset ou celular, com suporte a pedal USB para mãos livres.
2. Reconhecimento calibrado
O áudio passa pelo modelo de fala do Laudos.AI, ajustado para a linguagem radiológica brasileira. Transcrição em tempo real, correção contextual, detecção de sinônimos e abreviações, e aprendizado de vocabulário individual.
3. Estruturação automática
O texto é organizado em Técnica / Análise / Impressão, aplicando as máscaras do serviço e disparando gatilhos de conduta — como sugestão de classificação (GUIDE) ou sinalização de achado crítico (CRIT) — quando o conteúdo justifica.
4. Revisão e assinatura
O radiologista revisa, edita o que for necessário e assina digitalmente (ICP-Brasil). O laudo final retorna ao PACS/RIS via HL7/DICOM-SR. Nenhuma etapa dispensa o julgamento e a responsabilidade do médico.
O ciclo completo — ditar, revisar e assinar — pode ocorrer sem tirar as mãos do exame, usando pedal USB e atalhos personalizados. É o que chamamos de fluxo Zero-Click.
Benefícios
Menos digitação, mais imagem
Ditar em voz natural elimina a redatilografia e a correção manual de pontuação. O olhar permanece na imagem, não no teclado — em média 5 a 6 minutos economizados por radiologista a cada dia útil.
Padronização sem engessar
Máscaras por modalidade e protocolo garantem laudos consistentes entre plantonistas, com histórico de versões e compartilhamento, preservando o estilo individual de redação de cada médico.
Estrutura que outros sistemas leem
Saída em seções semânticas (Técnica, Análise, Impressão) facilita auditoria, indicadores de qualidade, comparação de exames e exportação estruturada para o RIS e prontuário.
Achados que viram conduta
Gatilhos por conteúdo conectam o laudo às recomendações padronizadas (GUIDE) e à comunicação rastreável de achados críticos (CRIT), sem que o radiologista precise sair do editor.
Integração com seu PACS e RIS
O REPORT entra depois da imagem e devolve o laudo ao fluxo existente. Não há troca de infraestrutura nem migração forçada de interface: recebemos o contexto do exame e retornamos o laudo assinado via HL7 v2, FHIR R4, DICOM-SR e API REST com webhooks. A implantação é assistida e mapeada ao seu fluxo operacional atual.
No celular, o editor funciona offline-first (iOS 16+ e Android 12+), sincronizando com o PACS assim que a conexão retorna — útil para plantões e telerradiologia. Veja a lista de conectores e padrões suportados em Integrações.
Conformidade e governança
O REPORT é uma camada assistiva sob responsabilidade médica. A interpretação clínica, a edição e a assinatura digital (ICP-Brasil) permanecem com o radiologista, em linha com a Resolução CFM 2.454/2026. O tratamento de dados segue a LGPD e as orientações da ANPD, com criptografia, residência de dados no Brasil, controle de acesso por perfil (RBAC) e trilha de auditoria.
Nenhum laudo é emitido sem revisão humana. O Laudos.AI não diagnostica nem substitui o radiologista — acelera a estrutura do relatório para que o médico dedique mais atenção à imagem e à conduta.
Perguntas frequentes
O REPORT escreve o laudo sozinho ou substitui o radiologista?
Não. O REPORT é assistivo: transcreve o ditado, organiza o texto em Técnica, Análise e Impressão e aplica as máscaras do serviço, mas a interpretação clínica, a edição e a assinatura permanecem com o médico radiologista responsável. Nenhum laudo é emitido sem revisão e assinatura humana, preparado para a Resolução CFM 2.454/2026.
Preciso ditar pontuação e comandos rígidos como nos sistemas antigos?
Não. O radiologista fala como pensa — sem ditar vírgulas, pontos ou comandos de formatação. O modelo de fala do Laudos.AI, calibrado para a linguagem radiológica brasileira, pontua em tempo real, reconhece sinônimos, abreviações e unidades, e corrige o contexto à medida que você dita.
O reconhecimento de voz entende terminologia e jargão radiológico em português?
Sim. O modelo é treinado para o vocabulário radiológico do Brasil: entende jargão, sinônimos clínicos, siglas (TC, RM, US, RX), unidades e expressões regionais. Você ainda pode configurar vocabulários personalizados por usuário e por serviço para nomes de protocolos, equipamentos e termos institucionais.
O que são as máscaras por modalidade e protocolo?
São modelos estruturais de laudo, customizados por modalidade (TC, RM, RX, US) e por protocolo do serviço. O REPORT aplica a máscara correta automaticamente, mantém histórico de alterações e permite compartilhamento entre radiologistas, padronizando o formato sem engessar a redação.
Funciona offline e no celular?
Sim. Há editor móvel para iOS 16+ e Android 12+ com ditado offline-first e sincronização automática com o PACS quando a conexão retorna. No desktop, o fluxo Zero-Click usa pedal USB e microfone para ditar, revisar e assinar sem sair do ambiente clínico.
Como o laudo volta para o PACS/RIS depois de pronto?
Após a revisão e a assinatura digital (ICP-Brasil), o laudo retorna ao fluxo existente via HL7 v2, FHIR R4 ou DICOM-SR, sem trocar a infraestrutura. A integração é assistida e mapeada ao seu fluxo operacional atual. Veja detalhes em Integrações.
Os dados de áudio e do laudo ficam seguros e em conformidade com a LGPD?
Sim. O tratamento segue a LGPD e as orientações da ANPD, com dados criptografados, residência de dados no Brasil, trilha de auditoria e controle de acesso por perfil (RBAC). O Laudos.AI atua como ferramenta assistiva sob a responsabilidade médica do radiologista.
Experimente o REPORT no seu próximo plantão
Ditado em português com terminologia radiológica, estruturação automática por modalidade e retorno ao seu PACS — com o radiologista sempre no controle.