Mediana de 52 segundos do editor à assinatura e 54,6% dos laudos em menos de 1 minuto, medidos em produção. A cada 100 laudos, cerca de 10 horas médicas voltam para a operação, sem contratar mais ninguém.
A camada pós-imagem
da sua operação
Clínicas, hospitais e telerradiologia usam a Laudos.AI para transformar ditado em laudo estruturado, no template da casa, com governança por exame. Sem trocar RIS, sem trocar PACS, com piloto em rotina real antes de qualquer contrato.
O que muda na sua operação
Cada laudo carrega o registro do que a IA sugeriu e do que o médico decidiu, alinhado à Resolução CFM 2.454/2026. Templates versionados e aprovados pela instituição.
Residência de dados no Brasil, áudio processado e descartado, laudo criptografado. Nada é usado para treinar modelos.
A plataforma roda ao lado do visualizador que a equipe já usa. O Laudos.AI Agent leva o laudo até o RIS web sem projeto de API.
O mesmo fluxo serve a clínica de uma unidade e a operação de telerradiologia com dezenas de radiologistas: padronização por template, achado crítico com SLA e dashboards de produção.
Três fases, duas semanas, zero troca de sistema
Implantar software clínico não deveria virar um projeto de um ano. O seu time e o nosso avançam em rotina real, com PACS e RIS permanecendo onde estão.
Demo no seu contexto, com os seus tipos de exame e o template da casa. A gente mapeia o fluxo atual (RIS, PACS, worklist) e entrega a documentação de segurança para TI e DPO avaliarem em paralelo, não no fim.
Os templates da casa entram na plataforma com a sua terminologia e os seus atalhos. O protocolo de achado crítico ganha níveis e SLA, e a integração corre em paralelo, sem tocar a operação que está no ar.
Piloto em rotina real, com radiologistas da casa e régua combinada por escrito antes de começar: TAT, adoção e qualidade. O go-live sai dos números do piloto, não da promessa do fornecedor.
A conta que o gestor faz
O custo de radiologia de uma operação é dominado por hora médica. Quando a mediana entre abrir o editor e assinar cai para 52 segundos e mais da metade dos laudos sai em menos de um minuto, a mesma escala de plantão absorve mais exames, o backlog encolhe e o custo por laudo cai sem mexer em remuneração.
O segundo ganho é mais silencioso: laudos estruturados no template da casa reduzem variação entre plantonistas, retrabalho de revisão e questionamento de convênio. O que era estilo individual vira padrão institucional, sem tirar a autoria do médico.
Piloto antes de contrato
Nenhum slide substitui a sua rotina. O desenho de entrada é um piloto em produção real, com os seus exames, os seus templates e os seus radiologistas, medindo tempo até assinatura antes e depois. O go-live é decidido pelos seus números, não pelos nossos.
O que a sua TI vai perguntar
Como funciona o piloto?
Um grupo real de radiologistas usa a plataforma na rotina, com os templates da casa, por um período definido junto com a direção clínica. Medimos tempo até assinatura, adoção e qualidade percebida, e a decisão de expandir é sua, baseada nesses números.
Quanto custa para uma instituição?
O modelo é assinatura por volume de laudos, dimensionada para a sua produção — sem taxa por usuário escondida. O número exato sai do diagnóstico da sua operação, na conversa de demonstração.
Precisamos trocar RIS ou PACS?
Não. A plataforma roda ao lado do visualizador atual e o Laudos.AI Agent opera o RIS web existente. É por isso que a implantação leva semanas, não meses.
Como fica a responsabilidade médica?
A IA é assistiva: estrutura e sugere. Revisão, edição e assinatura são sempre do radiologista, com trilha auditável por exame, em conformidade com a Resolução CFM 2.454/2026.
E o treinamento da equipe?
O fluxo foi desenhado para o ditado que o radiologista já faz. O onboarding acontece dentro da fase de configuração, com os templates da casa, e quem lauda sente o ganho no primeiro plantão.
Da diligência ao uso real
O pacote de avaliação que uma instituição precisa
Uma compra clínica não termina na demonstração. A avaliação precisa reunir arquitetura do fluxo, tratamento de dados, papéis de acesso, integração proposta, escopo do piloto e critérios de aceite. TI, DPO, direção clínica e operação devem enxergar o mesmo desenho, com as pendências identificadas antes do primeiro exame real.
O piloto então responde às perguntas que o material comercial não pode responder sozinho: adoção da equipe, tempo até assinatura por modalidade, aderência aos templates e comportamento do fluxo nos casos complexos. O tamanho da amostra, a duração e a régua de expansão são combinados por escrito para a sua operação; não existe número universal que substitua esse acordo.
Expansão é uma segunda decisão
Aprovar o piloto não obriga uma virada de toda a rede. A expansão pode acontecer por modalidade, unidade ou grupo de radiologistas, mantendo uma rota de retorno em cada etapa. O que escala junto são templates versionados, permissões, monitoramento e suporte; o que não deve escalar é uma exceção técnica que ainda não foi resolvida no piloto.
Veja a plataforma na sua operação
Uma demonstração com os seus tipos de exame e o seu template, e o desenho de um piloto medido em rotina real.