Um benchmark que mede o caso, não a média
A pergunta não é "qual a nota média?", e sim "este laudo está clinicamente correto para este exame?". O LaiBench avalia o laudo gerado contra o caso real, um a um, e reporta o veredito individual — porque em radiologia é o caso perdido que importa.
O sistema recebe apenas as entradas do caso. Os casos de teste ficam fechados — nada de vazamento do gabarito para dentro do modelo.
Sem média que dilui o erro. Cada laudo recebe seu próprio veredito, e um acerto em lote não compra um achado crítico perdido.
O método é público e auditável; os casos de teste, fechados. Qualquer um entende como o veredito é dado — sem poder treinar em cima dele.
O que cada laudo precisa sustentar
Cada eixo é um portão. O laudo é medido em todos, e o veredito só é PASS quando os portões clinicamente decisivos se sustentam.
Preservação do que não pode ser perdido. Um achado crítico ausente reprova o caso, ponto.
Correspondência com o laudo de referência: o conteúdo clínico bate com o que o caso pede.
Precisão do vocabulário radiológico — o termo certo, no lugar certo, sem ambiguidade.
Aplicação correta do módulo de diretriz — a classificação e a conduta que o critério vigente exige.
O que foi citado corresponde à fonte recuperada. Sem invenção: a IA mostra de onde tirou.
Strict PASS: aprova quando todo portão decisivo se sustenta
O veredito é binário e severo. Um laudo só passa quando todo gate clinicamente decisivo se mantém — não há PASS parcial. É o padrão que espelha a realidade da rotina: o laudo assinado está certo, ou não está.
{
"case": "tc-torax-0421",
"axes": {
"CRIT": "pass",
"QUAL": "pass",
"TERM": "pass",
"GUIDE": "pass",
"RAG": "pass"
},
"verdict": "STRICT_PASS"
}
Um benchmark honesto sabe onde para
Mede fidelidade do laudo ao caso, não desfecho de paciente. Não é estudo clínico nem evidência de eficácia diagnóstica.
Passar no LaiBench não é registro, certificação nem autorização de qualquer órgão regulador.
A tecnologia é assistiva. O radiologista revisa, edita e assina todo laudo — a palavra final é sempre do médico.
O LaiBench é um instrumento de avaliação, não um dispositivo médico. Ele mede a fidelidade do laudo gerado ao caso, mas não substitui o julgamento clínico. A Laudos.AI é tecnologia assistiva, em conformidade com a Resolução CFM 2.454/2026: o radiologista revisa, edita e assina cada laudo.
O LaiBench mede o laudo; o RadCommons entrega os critérios que citam a fonte. Dois lados da mesma disciplina: mostrar de onde a IA tirou.