IA assistiva de laudos que se integra ao seu hospital, sem trocar o que já funciona
A Laudos.AI conversa com seu PACS, RIS e worklist por padrões abertos, fecha o loop de achados críticos com SLA e auditoria, e mantém os dados clínicos no Brasil, com o radiologista sempre no comando do laudo.
HL7 v2, FHIR, DICOM-SR e integração com PACS/RIS/worklist, sem lock-in proprietário.
Achado crítico comunicado, rastreado e confirmado, com SLA e trilha de auditoria.
Residência de dados nacional e tratamento conforme a LGPD, sob a ANPD.
Cada laudo é revisado e assinado pelo radiologista, supervisão humana significativa.
LGPD, resoluções do CFM e criptografia verificados no fluxo.
Um serviço hospitalar de imagem não tem o luxo de parar. O plantão de urgência não espera, a worklist não deixa de encher, e cada laudo que atrasa é um leito ocupado a mais, uma conduta adiada, um achado crítico que precisa chegar a quem trata. Quem sustenta esse fluxo, a TI hospitalar, a segurança da informação e a direção clínica, sabe que qualquer ferramenta nova só entra se respeitar o que já está de pé.
A Laudos.AI foi desenhada para se somar à sua operação, não para reescrevê-la. Ela se conecta ao PACS, ao RIS e à worklist pelos padrões que sua equipe já opera, devolve laudo estruturado no formato que o sistema espera, e trata a comunicação de achados críticos como um processo auditável com SLA, não como um telefonema que ninguém registrou. O radiologista continua sendo o autor do laudo; a IA reduz o atrito entre ver o achado e comunicá-lo.
E tudo isso dentro das regras que regem a medicina e os dados no Brasil: supervisão humana significativa, como prevê a Resolução CFM 2.454/2026, e tratamento de dados conforme a LGPD, com residência no país.
O que você ganha
A plataforma se acopla ao seu PACS, RIS e worklist por HL7 v2, FHIR e DICOM-SR, e devolve o laudo estruturado no formato que o sistema receptor espera. A implantação parte da topologia que você já tem, respeitando VLANs, VPN e as regras da sua segurança da informação.
O módulo CRIT transforma a comunicação do achado crítico em processo auditável: quem foi notificado, quando, se houve confirmação de recebimento e em qual prazo. A direção clínica passa a enxergar o indicador em vez de confiar na memória do plantão, essencial no fluxo de urgência e emergência.
O REPORT converte o ditado do radiologista em laudo, o LaudAI entrega estrutura por modalidade e o GUIDE sugere classificações reconhecidas. O médico revisa, ajusta e assina. O resultado chega ao solicitante de forma consistente, legível e pronta para conduta.
Controle de acesso, registro de auditoria, criptografia e residência de dados no Brasil fazem parte da arquitetura, não de um adendo. A supervisão humana significativa exigida pela Resolução CFM 2.454/2026 está embutida no fluxo: nenhum laudo sai sem revisão médica.
O exame chega ao PACS e à worklist pela sua integração habitual. A Laudos.AI recebe o contexto por HL7/FHIR e prepara o rascunho estruturado por modalidade, sem alterar a rota que sua equipe já conhece.
O médico dita com o REPORT, apoia-se nas sugestões do GUIDE e revisa o laudo estruturado. Ao identificar um achado crítico, o CRIT dispara a comunicação com SLA e registra cada etapa do contato.
O laudo revisado e assinado retorna ao RIS/PACS via DICOM-SR, e a comunicação do achado crítico fica confirmada e auditável. A gestão acompanha prazos e conformidade por indicadores, não por suposições.
Integração de verdade, sem rip-and-replace
A camada pós-imagem entra depois do que já roda, sem trocar PACS, RIS ou worklist.
A conexão usa os padrões que o serviço já fala: HL7 v2 (ORM/ORU) para pedido e resultado, FHIR R4 para recursos estruturados, DICOM-SR para o laudo estruturado e MWL via C-FIND para a lista de trabalho. Nada de substituir o que funciona; a plataforma se acopla ao barramento existente em vez de exigir um novo ecossistema de imagem.
O Scheduled Procedure Step vindo da MWL é reaproveitado, então o exame chega ao editor já com paciente, modalidade e procedimento corretos, sem redigitação. O laudo assinado volta como ORU e DICOM-SR para o PACS e o RIS, no formato que cada sistema espera. A ligação é feita por engenheiro dedicado, não por um instalador genérico.
O começo é pequeno e auditável: uma modalidade ou uma unidade, homologação em ambiente de teste com dados sintéticos ou anonimizados e piloto de 30 dias. Cada troca de mensagem fica registrada, com trilha de auditoria por exame, para que a operação e a InfoSec vejam exatamente o que entrou, o que saiu e quando.
Pedido e resultado no barramento que o RIS já usa, sem middleware novo.
A worklist chega pronta e o Scheduled Procedure Step é reaproveitado sem redigitação.
Laudo estruturado de volta ao PACS e recursos interoperáveis para o prontuário.
Uma modalidade ou unidade primeiro, com registro de cada mensagem trocada.
Múltiplos PACS e VNA sem ficar refém de um fornecedor
Hospital que cresceu por unidades, contratos e fusões raramente tem um só PACS.
A camada de laudo conversa por padrão (HL7, DICOM-SR, MWL), então não fica presa a um único fornecedor de imagem. Cada unidade mantém seu PACS e seu RIS, e o laudo estruturado circula igual, com a mesma estrutura de Técnica, Análise, Impressão e, quando aplicável, Classificação, independentemente de qual sistema gerou o exame.
Em migração de PACS ou consolidação em VNA, o laudo não é refém do cronograma de imagem. Como a camada depende de interfaces padronizadas e não do formato proprietário de um vendedor, trocar o repositório de imagem ou o visualizador não obriga a reescrever o fluxo de laudo. Isso reduz risco e dependência no meio da migração.
O resultado é governança sobre o texto do laudo, seja qual for o PACS de origem. A visibilidade é consolidada por unidade, mesmo com parques distintos, e a coordenação enxerga produção e pendências sem depender de relatórios separados de cada fornecedor. O médico continua autor; a camada só organiza o que cerca o laudo.
Plantão, urgência e o tempo que importa
No on-call o tempo é clínico, e é onde o TAT pesa mais.
O módulo REPORT transforma a voz em laudo estruturado direto no editor, e a mediana do editor à assinatura é de 52 segundos, com 54,6% dos laudos saindo em menos de um minuto (produção, 5.200 laudos em 30 dias). Menos digitação no plantão significa menos atrito justamente quando o volume e a pressão sobem.
Para achados tempo-dependentes (AVC, TEP e outros críticos), o módulo CRIT abre um ciclo fechado alinhado ao Actionable Reporting do ACR: o achado é comunicado com SLA e o ciclo só encerra na confirmação de recebimento. A priorização é por criticidade do fluxo, nunca uma decisão clínica; quem julga e assina é o radiologista.
A fila pode ser ordenada por criticidade para que o urgente não espere atrás do eletivo, sem que o sistema decida conduta. O painel mostra onde está cada achado crítico no ciclo, do disparo à confirmação, dando à coordenação visibilidade do processo de comunicação, que costuma ser o ponto mais frágil no plantão.
O que a segurança da informação precisa para aprovar
Para a InfoSec e o DPO, o que importa é o que dá para verificar.
Criptografia em trânsito e em repouso, residência de dados no Brasil, acesso por perfil e trilha de auditoria por exame são a base. A conformidade segue a LGPD (Lei 13.709/2018), com DPO designado e postura alinhada às diretrizes da ANPD. Não é uma promessa comercial; são controles que o time de segurança consegue inspecionar antes de assinar.
A avaliação começa em ambiente de teste com dados sintéticos ou anonimizados, então a segurança valida o fluxo sem expor produção nem dado real de paciente. A trilha por exame registra quem acessou, o que foi feito e quando, no nível do exame, o que sustenta investigação e resposta a incidente sem depender da memória de ninguém.
Dados armazenados e processados em território nacional, sob LGPD e ANPD.
Proteção dos dados como padrão, não como opcional de contrato.
Quem acessou, o que fez e quando, registrado no nível do exame.
Homologação com dados sintéticos ou anonimizados antes de tocar produção.
SSO/SAML e governança de acesso, não vigilância
O acesso entra pelo mecanismo que a TI já mantém, sem senha paralela.
Com SSO via SAML, o login usa o identity provider corporativo, então provisionamento e desligamento seguem a mesma governança do restante do parque. Menos credencial solta é menos superfície de risco para a InfoSec administrar, e o offboarding de um plantonista não deixa acesso órfão em mais um sistema.
Os perfis separam o que cada função enxerga e faz. O radiologista atua sobre seus laudos; o gestor vê produção e indicadores sem entrar no julgamento clínico. As permissões são auditáveis, e a visibilidade é segmentada por unidade, então cada coordenação vê a sua operação sem enxergar o que não lhe compete.
Isso é governança, não vigilância. O painel dá visibilidade do processo (fila, TAT, ciclo de achado crítico), não um retrato de produtividade individual para pressão. O objetivo é gestão do fluxo e conformidade de acesso, com o médico sempre como autor do laudo que assina.
Login pelo identity provider corporativo, sem senha paralela para gerir.
Radiologista e gestor com escopos distintos e permissões auditáveis.
Segmentação para que cada coordenação veja apenas a sua operação.
CFM 2.454/2026 e responsabilidade clínica
A supervisão humana significativa não é um recurso à parte, é como o produto foi construído.
A Resolução CFM 2.454/2026 exige supervisão humana significativa no uso de IA em laudos. A Laudos.AI é assistiva por desenho: estrutura o laudo e sugere texto a partir da voz e da modalidade, mas o médico revisa, edita e assina cada laudo. A IA não emite diagnóstico nem substitui o radiologista; a autoria e a responsabilidade clínica são do médico.
Nenhuma decisão clínica é automatizada. O que a plataforma organiza é o entorno do laudo: estrutura de Técnica, Análise, Impressão e Classificação, comunicação de achado crítico e classificações padronizadas via módulo GUIDE (BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS e Lung-RADS). O radiologista aplica o critério; a ferramenta só reduz o atrito de escrever e padronizar.
O painel entrega governança do processo, não do juízo clínico. Ele mostra fluxo, prazos e ciclo de comunicação, mas não avalia se o laudo está certo, porque isso cabe a quem assina. Conformidade com o CFM, aqui, significa manter o humano no centro da decisão, do primeiro rascunho à assinatura.
Como avaliar: piloto de 30 dias em rotina real
A recomendação é avaliar na operação real, não em demonstração controlada.
O piloto de 30 dias roda numa fatia da operação (uma unidade ou uma modalidade), com integração feita por engenheiro dedicado e homologação prévia em ambiente de teste com dados sintéticos ou anonimizados. O ROI usa o seu volume real de exames, não um número ilustrativo de folheto, então o cálculo é feito contra o histórico do próprio serviço.
Vale medir o que muda na prática: tempo do editor à assinatura, TAT por modalidade, percentual de laudos concluídos em menos de um minuto e horas devolvidas por volume. No plantão, medir o ciclo de achado crítico do disparo à confirmação de recebimento. São números que a própria operação consegue conferir, sem depender da nossa palavra.
O procurement é sem lock-in, porque a camada usa padrões abertos (HL7, FHIR, DICOM-SR) e não obriga a trocar PACS, RIS ou VNA. Sair, se for o caso, não desmonta o parque de imagem. A implantação é assistida, com escopo pequeno primeiro e expansão só depois que os números do piloto se sustentam.
Uma unidade ou modalidade em rotina real, com integração por engenheiro dedicado.
Tempo à assinatura, TAT, percentual sub um minuto e horas devolvidas.
Padrões abertos e nenhum PACS, RIS ou VNA obrigado a mudar.
A proposta usa o seu número de exames, não um exemplo ilustrativo.
“O que mudou não foi só a velocidade do laudo. Foi passar a ter certeza de que o achado crítico chegou a quem precisava, com hora registrada e confirmação, em vez de torcer para que o recado tivesse sido dado.”
Coordenação de um serviço hospitalar de imagem
Perguntas honestas
Não. A Laudos.AI se integra ao que você já opera por padrões abertos, HL7 v2, FHIR e DICOM-SR, e ao seu fluxo de worklist. A ideia é reduzir atrito, não impor migração. A equipe de TI participa da definição da topologia e dos pontos de integração.
A residência de dados é no Brasil, com tratamento conforme a LGPD e sob a autoridade da ANPD. Controle de acesso, criptografia e trilha de auditoria fazem parte da arquitetura. Sua segurança da informação recebe a documentação necessária para avaliar e aprovar a implantação.
Não, e não seria adequado. A plataforma é assistiva: gera rascunhos e sugestões, mas o laudo só é válido após revisão e assinatura do radiologista. Esse desenho está alinhado à supervisão humana significativa prevista na Resolução CFM 2.454/2026. O médico permanece responsável e no controle.
As duas topologias são possíveis. O que é inegociável é a residência de dados no Brasil, com criptografia em trânsito e em repouso e trilha de auditoria por exame. A escolha entre on-premise e nuvem é definida com a sua InfoSec na fase de homologação, conforme a política interna e os requisitos de integração.
Provavelmente sim, porque a integração usa padrões, não conectores proprietários: HL7 v2 (ORM/ORU), FHIR R4, DICOM-SR e MWL via C-FIND. Se o seu PACS e RIS falam esses padrões, a camada de laudo se conecta sem trocar o que já funciona. A validação é feita no ambiente de teste antes do piloto.
A worklist vem da MWL via C-FIND, então a disponibilidade acompanha a resiliência que o seu ambiente DICOM já tem. O Scheduled Procedure Step é reaproveitado quando a lista está acessível, e o comportamento de contingência é desenhado com a sua operação durante a integração. Em nenhum cenário a plataforma decide algo clinicamente por conta própria.
Os dados residem no Brasil, sob a LGPD (Lei 13.709/2018) e as diretrizes da ANPD, com DPO designado. O contrato prevê acesso por perfil, criptografia e trilha de auditoria por exame. Os termos de tratamento de dados são revisados com o seu jurídico e a InfoSec antes da assinatura, sem cláusula de lock-in de imagem.
O piloto é de 30 dias em rotina real, precedido de homologação em ambiente de teste com dados sintéticos ou anonimizados. A integração é conduzida por engenheiro dedicado e começa pequena, por uma unidade ou modalidade. O prazo exato depende da disponibilidade das interfaces e das janelas da sua TI.
A responsabilidade clínica é do médico que assina, em linha com a Resolução CFM 2.454/2026. A IA é assistiva: estrutura e sugere, mas o radiologista revisa, edita e assina cada laudo. A plataforma dá governança do processo (fila, prazos, achado crítico), não do julgamento clínico, que continua sendo do autor.
Traga sua TI, sua segurança da informação e sua direção clínica. Mostramos a arquitetura de integração PACS/RIS, o fluxo de achados críticos com SLA e o modelo de governança e residência de dados, e avaliamos juntos como isso se encaixa no seu serviço.