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Tomografia computadorizada de desfiladeiro torácico

A TC de desfiladeiro torácico investiga compressões neurovasculares na passagem cervicotorácica, avaliando costela cervical, faixas fibrosas, espaço costoclavicular e estruturas vasculares subclávias. O Laudos.AI padroniza a descrição em manobras neutras e de provocação e estrutura os achados ósseos e vasculares. O médico revisa, edita e assina o laudo.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

ANGIO-TC ARTERIAL INTRACRANIANA

TÉCNICA:
Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.

INFORMAÇÕES DO PEDIDO MÉDICO:

COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de
COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa.

ANÁLISE:

As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método. Nota-se um leve alongamento arterial difuso, habitualmente encontrado na faixa etária.
Existem apenas mínimas placas parietais calcificadas ateromatosas nos sifões carotídeos, sem estenoses.
A artéria comunicante posterior direita é proeminente, nutrindo preferencialmente a artéria cerebral posterior homolateral (padrão fetal, uma variante da normalidade).
Incidentalmente, não parece haver alteração relevante da atenuação do parênquima encefálico, nem impregnação anômala pós-contraste relacionada. Também não se identificam sinais inequívocos de trombose venosa intracraniana.

COMENTÁRIOS:

Angio-TC arterial intracraniana sem particularidades detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

ANGIO-TC ARTERIAL INTRACRANIANA E CERVICAL

TÉCNICA:

Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.

ANÁLISE:

Alongamento e tortuosidade difusos das artérias cervicais e intracranianas.
Arco aórtico e origem dos vasos da base apresentando extensa ateromatose parietal manifesta por placas predominantemente calcificadas difusamente distribuídas, destacando-se estenose inferior a 50% na porção proximal da subclávia esquerda. Existe ainda uma variante anatômica que consiste numa origem conjunta da artéria carótida comum esquerda e do tronco braquiocefálico.
Placas ateromatosas são identificadas na origem de ambas as artérias vertebrais, densamente calcificadas à direita. Determinam bilateralmente estenoses que se aproximam mas não ultrapassam significativamente os 50%.
Existe um acotovelamento na porção cervical proximal da vertebral esquerda, sem estenose associada. Demais porções das vertebrais com calibre e fluxo habituais, notando-se certa dominância da vertebral direita.
Exuberante ateromatose acomete as porções cervicais do sistema carotídeo bilateralmente. Destaca-se uma acometimento por placas predominantemente calcificadas da bifurcação carotídea cervical à direita, determinando estenose na origem da carótida interna correspondente que é estimada ao redor de 60%.
O acometimento é um pouco menos exuberante na bifurcação carotídea cervical esquerda, onde determina estenose na origem da carótida interna estimada em pouco menos do que 50%.
Placas parietais predominantemente calcificadas também são observadas nos sifões carotídeos, determinando estenose inferior a 50%, mais evidente à direita.
Leve hipoplasia do segmento A1 da cerebral anterior direita, uma variante da normalidade.
As demais artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Não há alteração relevante da densidade do parênquima encefálico nas imagens obtidas.
Incidentalmente observa-se aumento difuso do volume da glândula tireóide, com atenuação e realce heterogêneos, especialmente seu lobo esquerdo.

Comentários :
Exuberante ateromatose cervical e intracraniana, conforme acima pormenorizado, destacando-se uma estenose na origem da carótida interna direita que é estimada ao redor de 60%.

ANGIO-TC ARTERIAL INTRACRANIANA E CERVICAL

Metodologia:

Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.

Análise:

Alongamento e tortuosidade difusos das artérias cervicais e intracranianas.
Arco aórtico e origem dos vasos da base sem sinais de estenoses. Nota-se, entretanto, a presença de inúmeras placas ateromatosas parietais, parcialmente calcificadas.
As artérias vertebrais são algo assimétricas, notando-se alguma hipoplasia da vertebral esquerda (variante anatômica). Não se observam irregularidades parietais significativas.
Os bulbos carotídeos apresentam um acometimento ateromatoso exuberante, manifesto por placas parietais predominantemente calcificadas. Estas placas determinam estenose ao redor de 50% na origem de ambas as artérias carótidas externas.
A carótida interna direita apresenta placas irregulares, predominantemente calcificadas, em sua origem, não determinando estenose acima de 50%.
A carótida interna esquerda apresenta acometimento semelhante, também não demonstrando sinais de estenose acima de 50%.
Na porção cervical proximal das carótidas internas existe um acotovelamento, que é mais exuberante à esquerda. Não determina estenose acima de 50%.
Incidentalmente observa-se fluxo preservado nos grandes vasos do círculo arterial do cérebro (polígono de Willis). Existem apenas mínimas placas parietais calcificadas ateromatosas nos sifões carotídeos, sem estenose significativa associada. Uma variante anatômica observada é uma origem carotídea da artéria cerebral posterior direita (padrão fetal).

Angiografia por tomografia computadorizada das artérias intracranianas e cervicais

Metodologia:

Imagens obtidas em aquisição multidetectores antes, durante e após a injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.

Análise:

Espaços liquóricos preservados.
Encéfalo com morfologia e atenuação habituais.
Não há impregnações anômalas após o uso do meio de contraste endovenoso.
As artérias cervicais apresentam apenas discreto alongamento difuso. Não há sinais de estenoses nestes vasos, incluindo os bulbos carotídeos.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método. Existem apenas mínimas placas parietais calcificadas ateromatosas nos sifões carotídeos.

Conclusão:
Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

ANGIO-TC ARTERIAL CERVICAL

TÉCNICA:

Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.

ANÁLISE:

Arco aórtico e origem dos vasos da base sem sinais de estenoses.
Discretas irregularidades parietais difusas das artérias vertebrais, principalmente no seu segmento cervical proximal, extra-ósseo, não determinando claramente estenose acima de 50%.
Bulbos carotídeos apresentam pequenas placas parietais predominantemente calcificadas, sem sinais de estenose à esquerda e determinando, no ponto de maior acometimento à direita, uma estenose ao redor de 35% na carótida interna proximal.
Incidentalmente observa-se fluxo preservado nos grandes vasos do círculo arterial do cérebro (polígono de Willis).

COMENTÁRIOS:

Angio-TC arterial cervical sem particularidades detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

O estudo atual é analisado de maneira comparativa em relação ao anterior mais recente disponível, datado de 20/08/2007.
Aquela conhecida estenose da artéria carótida direita, possivelmente no plano da bifurcação da carótida comum ainda é identificada, porém parece um pouco menos intensa no estudo atual, acometendo cerca de 40% da luz do vaso.
Como já observado anteriormente, a carótida externa direita não é identificada.
Outro achado que não se modificou consiste num diâmetro um pouco menor da carótida comum e da carótida interna à direita comparativamente aos vasos equivalentes contralaterais.
Demais aspectos do exame inalterados.
Não há novas lesões.

ANGIO-TC ARTERIAL CERVICAL

TÉCNICA:

Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante a injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais.
As aquisições foram realizadas com rotação da cabeça para a direita (primeira aquisição) e para a esquerda (segundo da aquisição), ambas com os membros superiores elevados.

ANÁLISE:

Arco aórtico e origem dos vasos da base com trajeto, calibre e fluxo preservados.
A artéria subclávia esquerda apresenta trajeto, calibre e fluxo preservados em todo seu trajeto. Observa-se apenas uma discreta redução do calibre (estimada em cerca de 30%) acometendo a artéria subclávia no plano do intervalo costoclavicular, especialmente com a rotação da cabeça para a direita. A correta valorização deste achado deve ser feita à luz dos dados clínicos.
A porção proximal da artéria subclávia direita não apresenta particularidades. Suas porções distais tiveram a caracterização prejudicada em virtude da presença de remanescentes do meio de contraste iodado injetado numa veia periférica deste lado.
Artérias vertebrais com trajeto, calibre e fluxo preservados bilateralmente, notando-se discreta hipoplasia da vertebral direita (variante anatômica).
A porção cervical do sistema carotídeo não apresenta particularidades. Bifurcações carotídeas cervicais sem estenoses.
Incidentalmente observa-se fluxo preservado nos grandes vasos do círculo arterial do cérebro (polígono de Willis).
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Como usar esta máscara

ANGIO-TC ARTERIAL INTRACRANIANA

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TÉCNICA

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Técnica e limitações

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Lateralidade

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Medidas e unidades

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O que este modelo de TC descreve

Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de desfiladeiro toracico. A descrição se organiza em torno de parênquima pulmonar, interstício, vias aéreas, mediastino, pleura e arcabouço ósseo — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é investigação de nódulo, doença intersticial, infecção ou evento agudo torácico. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de desfiladeiro toracico a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.

A armadilha desta região: o nódulo precisa de tamanho, densidade, localização por lobo e comparação com o exame prévio — sem isso não há categoria nem prazo de seguimento.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de desfiladeiro toracico é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Quando o achado se enquadra, a categorização por Lung-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o Lung-RADS do ACR.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: nódulo pulmonar, vidro fosco, consolidação, derrame pleural, bronquiectasias, enfisema, atelectasia, padrão reticular, faveolamento, árvore em brotamento, broncograma aéreo, sinal do halo, padrão em mosaico, cavitação pulmonar, espessamento pleural, massa pulmonar, pneumotórax, hilo pulmonar. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de desfiladeiro toracico vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Que técnica o laudo de tomografia computadorizada de desfiladeiro torácico pressupõe?

Imagens obtidas em aquisição multidetectores durante a injeção do meio de contraste iodado endovenoso. As imagens foram reconstruídas e submetidas a reformatações multiplanares e tridimensionais. As aquisições foram realizadas com rotação da cabeça para a direita (primeira aquisição) e para a esquerda (segundo da aquisição), ambas com os membros superiores elevados. Todos os modelos de tomografia computadorizada

O que a máscara de TC descreve, item a item?

A análise percorre 6 pontos, nesta ordem:

  • Arco aórtico e origem dos vasos da base com trajeto, calibre e fluxo preservados.
  • A artéria subclávia esquerda apresenta trajeto, calibre e fluxo preservados em todo seu trajeto. Observa-se apenas uma discreta redução do calibre (estimada em cerca de 30%) acometendo a artéria subclávia no plano do intervalo costoclavicular, especialmente com a rotação da cabeça para a direita. A correta valorização deste achado deve ser feita à luz dos dados clínicos.
  • A porção proximal da artéria subclávia direita não apresenta particularidades. Suas porções distais tiveram a caracterização prejudicada em virtude da presença de remanescentes do meio de contraste iodado injetado numa veia periférica deste lado.
  • Artérias vertebrais com trajeto, calibre e fluxo preservados bilateralmente, notando-se discreta hipoplasia da vertebral direita (variante anatômica).
  • A porção cervical do sistema carotídeo não apresenta particularidades. Bifurcações carotídeas cervicais sem estenoses.
  • Incidentalmente observa-se fluxo preservado nos grandes vasos do círculo arterial do cérebro (polígono de Willis).

Integração com PACS e RIS

Como a máscara fecha a conclusão?

Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão. ANGIO-TC ARTERIAL CERVICAL A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.