Ultrassonografia de abdome superior com prova de Boyden
Além da avaliação convencional do andar superior do abdome, este protocolo inclui a prova de Boyden, com medida do volume vesicular antes e depois de refeição gordurosa para calcular a fração de esvaziamento. O Laudos.AI organiza as medidas seriadas, calcula o percentual de contração e estrutura a impressão. A interpretação funcional cabe ao médico assistente.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
ULTRASSONOGRAFIA DO ABDOME SUPERIOR Fígado de dimensões normais, contornos regulares e bordos finos (LE = [] cm e LD = [] cm). Parênquima hepático com ecogenicidade e ecotextura preservadas, não se visualizando lesões focais. Veia porta com calibre e trajeto normais (calibre = [] cm). Veias hepáticas com calibre e distribuição normais. Vesícula biliar normodistendida, com conteúdo anecogênico, sem cálculos. Paredes vesiculares finas e regulares. Vias biliares intra-hepáticas sem dilatações. Hepatocolédoco de calibre normal (calibre = [] cm). Pâncreas de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais. Não há dilatação do ducto pancreático principal. Baço de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais. Índice esplênico = [] (normal até 60). Veia esplênica com calibre normal e trajeto regular. Ausência de líquido livre na cavidade abdominal. CONCLUSÃO: Ultrassonografia do abdome superior dentro dos padrões da normalidade.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
ULTRASSONOGRAFIA DO ABDOME SUPERIOR
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Antes de copiar
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de abdome superior com boyden. A descrição se organiza em torno de parênquima hepático, vias biliares, veias porta e supra-hepáticas — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é caracterização de lesão focal, avaliação difusa do parênquima ou estudo das vias biliares. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de abdome superior com boyden a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.
A armadilha desta região: a quantificação precisa registrar o método e a sequência usada, senão exames seriados deixam de ser comparáveis.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de abdome superior com boyden é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Quando o achado se enquadra, a categorização por LI-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o LI-RADS do ACR.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: esteatose hepática, realce pós-contraste. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de abdome superior com boyden vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
Conteúdo atualizado em .