Ultrassonografia com elastografia
A elastografia mede a rigidez dos tecidos (por compressão ou por ondas de cisalhamento), aplicada ao estudo de fibrose hepática, nódulos tireoidianos, lesões mamárias e linfonodos. O Laudos.AI organiza os valores de rigidez e os correlaciona com a avaliação modo-B. A interpretação e o estadiamento são médicos.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL TOTAL Fígado de dimensões nos limites da normalidade, contornos regulares e bordos finos. LD: cm(L). LE: cm(L). LE/C: cm(AP). SIV: cm(T). Parênquima hepático de ecotextura e ecogenicidade preservadas. Não se detectou nódulos. Tronco da veia porta mede cm. Veias hepáticas com calibre e distribuição normais. Veia mesentérica superior mede cm Vesícula biliar normodistendida, com paredes finas, regulares. Conteúdo vesicular anecogenico, não se detectou cálculos. Vias biliares intra-hepáticas sem dilatações. Hepatocolédoco de calibre normal, mede cm. Pâncreas de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais. Não se detectou dilatação do ducto pancreático principal. Baço de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais, mede cm, volume cc. Veia esplênica com calibre normal e trajeto regular, mede cm na região retropancreatica. Rins tópicos, com dimensões normais e contornos regulares. Parênquima de espessura Normal e ecogenicidade preservada, com boa diferenciação corticomedular. Não há evidências de imagens calculosas. Não se detectou dilatação pielocalicinal. RD: cm(L). RE: cm(L). Aorta abdominal com calibre normal e trajeto regular. Veia cava inferior com calibre normal. Não se detectou líquido livre na cavidade abdominal. Bexiga com repleção adequada, paredes regulares e conteúdo anecogênico. CONCLUSÃO:
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL TOTAL
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Fígado de dimensões nos limites da normalidade, contornos regulares e bordos finos. LD
Reserva campos objetivos para medidas, volumes e calibres que costumam orientar conduta.
Antes de copiar
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de elastografia. A descrição se organiza em torno de parênquima hepático, vias biliares, veias porta e supra-hepáticas — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é caracterização de lesão focal, avaliação difusa do parênquima ou estudo das vias biliares. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
Nesta variante do protocolo, a rigidez medida entra com valor, unidade e técnica, o que só é comparável entre exames se as três constarem.
No laudo de elastografia a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.
A armadilha desta região: a quantificação precisa registrar o método e a sequência usada, senão exames seriados deixam de ser comparáveis.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de elastografia é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Quando o achado se enquadra, a categorização por LI-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o LI-RADS do ACR.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: esteatose hepática, realce pós-contraste. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de elastografia vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Esta página ainda não tem máscara própria deste exame: o modelo exibido pertence a outro protocolo e está em revisão médica. Enquanto isso ela fica fora do índice de busca. Use o índice de modelos para achar o exame certo.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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