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Ultrassonografia de abdome total e próstata

Este protocolo une a avaliação panorâmica do abdome total ao estudo da próstata por via abdominal, com medida do volume prostático e do resíduo urinário pós-miccional. O Laudos.AI organiza os achados por órgão, calcula volumes e estrutura a impressão. A correlação com PSA e toque retal cabe ao médico.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL TOTAL

Fígado de dimensões normais, contornos regulares e bordos finos.
Parênquima hepático com ecogenicidade e ecotextura preservadas, não se visualizando lesões focais.
Veia porta com calibre e trajeto normais.
Veias hepáticas com calibre e distribuição normais.
Vesícula biliar normodistendida, com conteúdo anecogênico, sem cálculos.
Paredes vesiculares finas e regulares.
Vias biliares intra-hepáticas sem dilatações.
Hepatocolédoco de calibre normal.
Pâncreas de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais.
Não há dilatação do ducto pancreático principal.
Baço parcialmente caracterizado devido interposição gasosa. Nas porções avaliadas encontra-se com dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais.
Veia esplênica com calibre normal e trajeto regular.
Rim direito tópico, com dimensões normais e contornos regulares.
Parênquima de espessura normal e ecogenicidade preservada, com boa diferenciação corticomedular. Não há evidências de imagens calculosas. Discreta dilatação pielocalicinal à direita, que persiste após miccção.
Rim direito mede 10,9 cm. Espessura do parênquima renal direito mede: 1,2 cm.
Rim esquerdo tópico, com dimensões reduzidas (8,2 cm) e contornos discretamente lobulados.
Parênquima de espessura reduzida e ecogenicidade aumentada, com preservação da diferenciação corticomedular. Não há evidências de imagens calculosas. Discreta/moderada dilatação ureteropielocalicinal, que persiste após miccção.
Rim esquerdo mede 7,5 cm. Espessura do parênquima renal direito mede: 1,0 cm.
Aorta abdominal com calibre normal e trajeto regular. Presença de calcificações parieitais.
Veia cava inferior com calibre normal.
Bexiga psoica, com repleção adequada e conteúdo líquido anecoico.
Paredes vesicais regulares. Sinais de reimplante ureteral à esquerda.
Ausência de líquido livre na cavidade abdominal.

CONCLUSÃO:
Sinais de nefropatia crônica à esquerda.
Discreta dilatação pielocalicinal à direita. Discreta/moderada dilatação pielocalicinal à esquerda.
Ateromatose de aorta abdominal.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL TOTAL

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

CONCLUSÃO

Sintetiza o laudo em linguagem direta, mantendo coerência com o corpo do relatório.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de US descreve

Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de abdome total e prostata. A descrição se organiza em torno de zonas periférica, transicional e central, cápsula, vesículas seminais e feixes neurovasculares — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é estadiamento local e detecção de lesão clinicamente significativa. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de abdome total e prostata a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.

A armadilha desta região: a pontuação por sequência precisa estar registrada antes da categoria final, e a zona de origem da lesão muda qual sequência domina.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de abdome total e prostata é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Quando o achado se enquadra, a categorização por PI-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: restrição à difusão, realce pós-contraste. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de abdome total e prostata vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Como a máscara fecha a conclusão?

Sinais de nefropatia crônica à esquerda. Discreta dilatação pielocalicinal à direita. Discreta/moderada dilatação pielocalicinal à esquerda. Ateromatose de aorta abdominal. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.