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Tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve com critérios RECIST

Esta máscara estrutura a avaliação de resposta ao tratamento oncológico aplicando RECIST 1.1, com seleção de lesões-alvo, soma dos diâmetros e comparação com exame basal. O Laudos.AI padroniza a medição reprodutível, o registro de lesões não-alvo e a categorização da resposta. O médico revisa, edita e assina o laudo, mantendo consistência entre os seguimentos.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TÓRAX, ABDOME E PELVE

Metodologia:

Imagens obtidas por tecnologia de múltiplos detectores, antes e após a administração do meio de contraste endovenoso.
Administrado previamente contraste iodado diluído por via oral.

Análise:

Estruturas ósseas sem alterações relevantes.

Espaços pleurais virtuais.
Parênquima pulmonar com atenuação habitual.
Estruturas vasculares mediastinais sem anormalidades.
Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
Traqueia e brônquios principais patentes, de calibres normais.

Fígado, baço, pâncreas, rins e adrenais sem alterações significativas.
Veia porta pérvia.
Ausência de dilatação das vias biliares.
Ausência de linfonodomegalias abdominais ou de líquido livre.
Aorta e artérias esplâncnicas sem alterações significativas.
Bexiga com boa repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

Metodologia

Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.

Análise

Concentra a descrição dos achados positivos e negativos relevantes para revisão rápida.

Antes de copiar

Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de TC descreve

Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de torax abdome e pelve recist. A descrição se organiza em torno de lesões-alvo e não-alvo mensuráveis, com soma dos maiores diâmetros e comparação ao nadir — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é resposta terapêutica em paciente oncológico em seguimento. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de torax abdome e pelve recist a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.

A armadilha desta região: a lesão-alvo escolhida no baseline precisa ser a mesma em todos os exames da série, com a mesma janela e o mesmo plano de medida.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de torax abdome e pelve recist é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Quando o achado se enquadra, a categorização por RECIST tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o grupo de trabalho DICOM WG-08.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, adendo de laudo. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de torax abdome e pelve recist vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

O que a máscara de TC descreve, item a item?

A análise percorre 12 pontos, nesta ordem:

  • Estruturas ósseas sem alterações relevantes.
  • Espaços pleurais virtuais.
  • Parênquima pulmonar com atenuação habitual.
  • Estruturas vasculares mediastinais sem anormalidades.
  • Não se observam linfonodomegalias mediastinais.
  • Traqueia e brônquios principais patentes, de calibres normais.
  • Fígado, baço, pâncreas, rins e adrenais sem alterações significativas.
  • Veia porta pérvia.
  • Ausência de dilatação das vias biliares.
  • Ausência de linfonodomegalias abdominais ou de líquido livre.
  • Aorta e artérias esplâncnicas sem alterações significativas.
  • Bexiga com boa repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.

Integração com PACS e RIS

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.