Tomografia computadorizada de colonoscopia virtual (colonografia por TC)
Estudo do cólon por TC após preparo e insuflação de gás, com aquisições em decúbito dorsal e ventral e reconstruções endoluminais 3D, indicado para rastreamento e detecção de pólipos e neoplasias colorretais. O Laudos.AI organiza a descrição por segmento colônico e estrutura achados de pólipos pelo sistema C-RADS, sob revisão do radiologista.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
COLONOGRAFIA / COLONOSCOPIA VIRTUAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA METODOLOGIA: Varredura helicoidal "multislice" realizada ___ a administração do meio de contraste intravenoso. Foi realizada distensão gasosa manual do cólon por sonda retal. ANÁLISE: Não se identificam lesões.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
COLONOGRAFIA / COLONOSCOPIA VIRTUAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
METODOLOGIA
Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de TC descreve
Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de colonoscopia virtual. A descrição se organiza em torno de vísceras do andar superior, retroperitônio, alças intestinais, mesentério e pelve — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é dor abdominal, estadiamento, seguimento oncológico ou avaliação pré-operatória. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de colonoscopia virtual a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.
A armadilha desta região: achado incidental precisa de conduta explícita: prazo e método de seguimento, ou a afirmação de que não requer seguimento.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de colonoscopia virtual é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: achado incidental, linfonodomegalia, esteatose hepática. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de colonoscopia virtual vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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