Tomografia computadorizada de abdome total (LI-RADS pós-tratamento)
Estudo dinâmico do fígado em paciente com carcinoma hepatocelular submetido a tratamento locorregional (ablação, quimioembolização, radioembolização). O Laudos.AI estrutura a descrição das fases dinâmicas e organiza a categorização LI-RADS de tratamento, distinguindo tumor viável, resposta e indeterminado, sob revisão obrigatória do radiologista.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME E PELVE Método: Imagens obtidas por aquisição volumétrica "multislice" antes e após a administração intravenosa do meio de contraste iodado. Exame direcionado para a avaliação do sistema urinário. Análise: Parênquima: Rins tópicos, de dimensões normais e contornos regulares, apresentando boa concentração e eliminação do meio de contraste iodado. • Rim direito mede: cm. Vol: cm³. • Rim esquerdo mede: cm. Vol: cm³. Cistos corticais de aspecto simples bilaterais medindo até --- cm. Cisto cortical simples no terço superior/médio/inferior medindo --- cm. Sistema coletor: Sistema coletor anatômico. Ausência de cálculos ou hidronefrose. • Rim direito: • Rim esquerdo: Cálculos: --- cm no grupamento calicinal ----. Sistema arterial: Artérias renais pérvias e de calibre normal. • Rim direito: • Rim esquerdo: Artéria renal (direita/esquerda) única. SUP: Presença de artéria acessória (polar/hilar) superior que se origina da aorta --- cm acima da artéria renal principal. INF: Presença de artéria acessória (polar/hilar) inferior que se origina da aorta --- cm abaixo da artéria renal principal. BIF PREC: Bifurcação precoce da artéria renal --- cm após sua emergência na aorta, originando artéria polar superior/inferior. DUAS: Presença de duas artérias renais que se originam da aorta a uma distância de --- cm entre elas. PILAR: Leve compressão extrínseca da emergência da artéria renal direita pelo pilar diafragmático direito, sem determinar estenose significativa. Sistema venoso: Veias renais pérvias e anatômicas. • VRD mede: cm • VRE mede: cm Veia adrenal desemboca na veia renal esquerda à --- cm do hilo renal. Presença de veia lombar drenando na veia renal esquerda a --- do hilo renal. CIRCUN: Veia renal esquerda circunaórtica. RETRO: Veia renal esquerda retroaórtica. DUAS: Presença de duas veias renais que drenam na VCI separadamente sendo a mais superior/inferior a mais calibrosa. NUT: Leve compressão da veia renal esquerda entre a aorta e a artéria mesentérica superior, determinando ectasia da veia e pequenas colaterais a montante. A valorização deste achado como “Sd de Nutcracker” depende da correlação clínico-laboratorial. Achados adicionais:
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME E PELVE
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Método
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de TC descreve
Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de abdome total li rads pos tratamento. A descrição se organiza em torno de observações hepáticas categorizadas com critérios maiores e auxiliares — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é rastreamento e caracterização de nódulo em fígado de risco. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
Nesta variante do protocolo, cada observação hepática sai categorizada, com os critérios maiores e auxiliares que sustentam a categoria registrados.
No laudo de abdome total li rads pos tratamento a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.
A armadilha desta região: realce arterial, washout, cápsula e crescimento precisam aparecer nomeados, não subentendidos na descrição.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de abdome total li rads pos tratamento é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Quando o achado se enquadra, a categorização por LI-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o LI-RADS do ACR.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: realce pós-contraste, esteatose hepática. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de abdome total li rads pos tratamento vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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