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Ressonância magnética de joelho (protocolo complementar)

Este protocolo de RM de joelho atende avaliações complementares, como o joelho contralateral, controle pós-operatório de ligamentoplastia e seguimento de mapeamento condral. O Laudos.AI mantém estrutura por compartimentos e compara com exame prévio quando disponível. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO JOELHO XXX

Técnica:
Exame realizado pela técnica de fast spin echo com imagens obtidas predominantemente em T1, T2 e DP, em aquisições multiplanares.

Análise:
Estruturas ósseas com morfologia e sinal medular conservados.
Superfícies condrais regulares, sem fissuras ou erosões evidentes.
Meniscos com forma, contornos e sinal preservados, sem sinais de lesão.
Ligamentos cruzados e colaterais com continuidade, espessura e sinal conservados.
Tendões quadricipital, patelar, bíceps femoral distal, trato ílio-tibial e tendões da pata de ganso sem particularidades.
Ausência de derrame articular.
Fossa poplítea sem formações císticas.

Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.

Meniscos:
Sinais de degeneração mucóide do corno posterior do menisco medial, sem lesões.
Amputação da borda livre do corpo do menisco _________, compatível com lesão radial.
Lesão linear oblíqua do corno posterior do menisco _________comunicando-se com a sua superfície articular _________
Lesão degenerativa do menisco _________que apresenta aspecto macerado e se encontra parcialmente extruso em relação ao espaço articular.
Lesão em alça de balde do menisco medial com deslocamento do fragmento meniscal para o espaço intercondilar.

Ligamentos:
Lesão do ligamento cruzado anterior de caráter agudo, associada a edema ósseo contusional nos platôs tibiais posteriores e em área de carga do côndilo femoral lateral, relacionados ao mecanismo de trauma.
Ligamento cruzado anterior espessado e com elevação do sinal intra-substancial, compatível com estiramento / lesão parcial ou alteração degenerativa. Correlacionar com dados clínicos.
Espessamento e elevação do sinal do ligamento colateral medial, compatível com estiramento / lesão parcial.

Cartilagem:
Alteração de sinal do revestimento condral do vértice e faceta _________ da patela, sem fissuras ou erosões condrais focais, compatível com condropatia grau I.
Irregularidades superficiais no revestimento condral do vértice e faceta _________ da patela, compatível com condropatia grau I.
Erosões no revestimento condral do vértice e faceta _________ da patela, acometendo menos de 50% de sua espessura, compatível com condropatia grau II.
Erosões profundas no revestimento condral do vértice e faceta _________ da patela, com exposição da cortical óssea, porém sem edema do osso subcondral, compatível com condropatia grau III.
Erosões profundas no revestimento condral do vértice e faceta _________ da patela, com exposição da cortical óssea e edema do osso subcondral, compatível com condropatia grau IV.
Afilamento e irregularidades do revestimento condral do compartimento fêmoro-tibial _________.
Acentuado afilamento e irregularidades do revestimento condral do compartimento fêmoro-tibial _________, com áreas de exposição da cortical óssea associadas a edema de sobrecarga e cistos subcondrais.

Tendões:
Espessamento e alteração do sinal da inserção do tendão quadricipital no pólo superior da patela, compatível com tendinopatia.
Tendinopatia insercional do quadríceps associada a edema da gordura supra-patelar, compatível com sobrecarga do aparelho extensor.

Hoffite: Edema da gordura infrapatelar lateral, compatível com atrito entre o tendão patelar e a tróclea femoral lateral.

TIT: Edema da gordura interposta entre o trato ílio-tibial e o côndilo femoral lateral, compatível com atrito local.

Fossa poplítea:
Distensão líquida laminar da bursa do semimembranoso-gastrocnêmio medial, sem a formação de cisto.
Distensão líquida da bursa do semimembranoso-gastrocnêmio medial, com formação de pequeno cisto poplíteo.
Gerar um laudo de teste agora →

Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO JOELHO XXX

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Técnica

Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Comparação

Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de RM descreve

Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de joelho 2. A descrição se organiza em torno de estruturas ósseas, cartilaginosas, tendíneas e ligamentares da região, com partes moles adjacentes — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é trauma, dor mecânica ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de joelho 2 a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.

A armadilha desta região: lateralidade e correlação com o lado sintomático precisam estar explícitas — é o erro de laudo mais frequente e o mais evitável.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de joelho 2 é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de joelho 2 vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Que técnica o laudo de ressonância magnética de joelho (protocolo complementar) pressupõe?

Exame realizado pela técnica de fast spin echo com imagens obtidas predominantemente em T1, T2 e DP, em aquisições multiplanares. Todos os modelos de ressonância magnética

O que a máscara de RM descreve, item a item?

A análise percorre 7 pontos, nesta ordem:

  • Estruturas ósseas com morfologia e sinal medular conservados.
  • Superfícies condrais regulares, sem fissuras ou erosões evidentes.
  • Meniscos com forma, contornos e sinal preservados, sem sinais de lesão.
  • Ligamentos cruzados e colaterais com continuidade, espessura e sinal conservados.
  • Tendões quadricipital, patelar, bíceps femoral distal, trato ílio-tibial e tendões da pata de ganso sem particularidades.
  • Ausência de derrame articular.
  • Fossa poplítea sem formações císticas.

Integração com PACS e RIS

Como a máscara fecha a conclusão?

Exame dentro dos padrões da normalidade. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.