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Ressonância magnética de coluna cervical

A RM da coluna cervical avalia discos intervertebrais, canal vertebral, medula e forames, sendo essencial na investigação de cervicobraquialgia e mielopatia. O Laudos.AI organiza os achados nível a nível (C2-C3 a C7-T1), padronizando a impressão para revisão do radiologista.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA CERVICAL

Técnica:
Exame realizado pelas técnicas fast spin echo e gradient echo, obtendo-se sequências ponderadas predominantemente em T1, T2 e T2*, em aquisições multiplanares.

Análise:
Transição crânio-vertebral sem alterações.
Processo odontóide centrado e com contornos regulares.
Corpos vertebrais alinhados, com morfologia, altura e sinal da medular óssea conservados.
Pedículos e estruturas do arco posterior sem anormalidades.
Não há sinais de fraturas ou lesões ósseas focais.
Discos intervertebrais de altura e hidratação habituais, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
Articulações interfacetárias e uncovertebrais de contornos regulares.
Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação.
Medula espinhal de morfologia e sinal preservados.
Espaços liquóricos livres.
Musculatura paravertebral sem alterações.

Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.

Nível C2-C3: Ausência de protrusões ou de abaulamentos discais significativos.
Nível C3-C4:
Nível C4-C5:
Nível C5-C6:
Nível C6-C7:
Nível C7-T1:

Discos
Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por hipohidratação e redução da altura dos discos intervertebrais.
Protrusão discal posterior de base larga determinando impressão sobre o saco dural.
Complexo disco-osteofitário posterior determinando impressão sobre o saco dural.
Protrusão discal de base larga associada a osteófitos posteriores, determinando leve compressão sobre o saco dural.
Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral.
Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o saco dural, determinando estenose do canal vertebral.
Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o contorno anterior do saco dural, sem atingir a medula espinhal.
Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o saco dural e a face ventral da medula espinhal, que permanece de sinal preservado, sem sinais de mielopatia.

Uncovertebral
Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, sem redução significativa dos diâmetros dos forames de conjugação correspondentes.
Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, reduzindo os diâmetros dos forames de conjugação correspondentes.
Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, determinando estenose dos forames de conjugação correspondentes.

Vértebras
Processo odontóide centrado, apresentando alterações degenerativas com o arco anterior de C1.
Retificação da curvatura fisiológica cervical em decúbito.
Perda da curvatura fisiológica cervical, com leve tendência a cifose de C2 a C7 no estudo realizado em decúbito.
Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando reações osteofitárias marginais.
Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando osteofitose marginal difusa.
Gerar um laudo de teste agora →

Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA CERVICAL

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Técnica

Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.

Antes de copiar

Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Comparação

Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de RM descreve

Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de coluna cervical. A descrição se organiza em torno de corpos vertebrais, discos, canal vertebral, forames e partes moles paravertebrais — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é dor axial, radiculopatia ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de coluna cervical a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.

A armadilha desta região: o nível precisa ser nomeado disco a disco: descrição em bloco impede correlação com o dermátomo e com a conduta cirúrgica.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de coluna cervical é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: efeito de massa, laudo estruturado. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de coluna cervical vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Que técnica o laudo de ressonância magnética de coluna cervical pressupõe?

Exame realizado pelas técnicas fast spin echo e gradient echo, obtendo-se sequências ponderadas predominantemente em T1, T2 e T2*, em aquisições multiplanares. Todos os modelos de ressonância magnética

O que a máscara de RM descreve, item a item?

A análise percorre 11 pontos, nesta ordem:

  • Transição crânio-vertebral sem alterações.
  • Processo odontóide centrado e com contornos regulares.
  • Corpos vertebrais alinhados, com morfologia, altura e sinal da medular óssea conservados.
  • Pedículos e estruturas do arco posterior sem anormalidades.
  • Não há sinais de fraturas ou lesões ósseas focais.
  • Discos intervertebrais de altura e hidratação habituais, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
  • Articulações interfacetárias e uncovertebrais de contornos regulares.
  • Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação.
  • Medula espinhal de morfologia e sinal preservados.
  • Espaços liquóricos livres.
  • Musculatura paravertebral sem alterações.

Integração com PACS e RIS

Como a máscara fecha a conclusão?

Exame dentro dos padrões da normalidade. Nível C2-C3: Ausência de protrusões ou de abaulamentos discais significativos. Nível C3-C4: Nível C4-C5: Nível C5-C6: Nível C6-C7: Nível C7-T1: Discos Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por hipohidratação e redução da altura dos discos intervertebrais. Protrusão discal posterior de base larga determinando impressão sobre o saco dural. Complexo disco-osteofitário posterior determinando impressão sobre o saco dural. Protrusão discal de base larga associada a osteófitos posteriores, determinando leve compressão sobre o saco dural. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o saco dural, determinando estenose do canal vertebral. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o contorno anterior do saco dural, sem atingir a medula espinhal. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o saco dural e a face ventral da medula espinhal, que permanece de sinal preservado, sem sinais de mielopatia. Uncovertebral Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, sem redução significativa dos diâmetros dos forames de conjugação correspondentes. Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, reduzindo os diâmetros dos forames de conjugação correspondentes. Artropatia uncovertebral bilateral em XXXX, determinando estenose dos forames de conjugação correspondentes. Vértebras Processo odontóide centrado, apresentando alterações degenerativas com o arco anterior de C1. Retificação da curvatura fisiológica cervical em decúbito. Perda da curvatura fisiológica cervical, com leve tendência a cifose de C2 a C7 no estudo realizado em decúbito. Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando reações osteofitárias marginais. Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando osteofitose marginal difusa. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.