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Ressonância magnética de coluna dorsal (torácica)

A RM da coluna dorsal avalia corpos e discos torácicos, canal vertebral e medula, sendo importante na investigação de dor torácica de origem vertebral, lesões medulares e fraturas. O Laudos.AI organiza os achados por nível e por compartimento, padronizando a impressão para revisão do radiologista.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA TORÁCICA

TÉCNICA:
Aquisições multiplanares em T1 e T2, sem o uso do contraste endovenoso.

ANÁLISE:
Corpos vertebrais alinhados, de altura e sinal da medular óssea conservados.
Pedículos e estruturas do arco posterior sem particularidades.
Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas.
Discos intervertebrais de altura e hidratação habituais, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
Articulações interapofisárias de contornos regulares.
Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação.
Medula espinhal de forma e sinal conservados.
Musculatura paravertebral sem alterações.

Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.

Vértebras
Lesões infiltrativas disseminadas pela medular óssea das vértebras torácicas e arcos costais, compatíveis com alterações secundárias relacionadas à doença de base.
Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando reações osteofitárias marginais.
Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando osteofitose marginal difusa.
Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e agudo / subagudo (edema nas seqüências ponderadas em T2). Não há redução significativa de sua altura nem recuo do muro posterior.
Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e agudo / subagudo (edema nas seqüências ponderadas em T2), determinando redução de sua altura com acunhamento anterior e cifose segmentar. Associa-se recuo do muro posterior, comprimindo levemente o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral.
Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e crônico (ausência de edema nas seqüências ponderadas em T2). Não há redução significativa de sua altura nem recuo do muro posterior.
Discos
Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por redução da altura e perda da hidratação habitual dos discos. Não há abaulamentos ou protrusões discais significativas, estando o canal vertebral com diâmetro dentro da normalidade em todo o segmento.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA TORÁCICA

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

TÉCNICA

Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.

Antes de copiar

Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Comparação

Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de RM descreve

Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de coluna dorsal. A descrição se organiza em torno de corpos vertebrais, discos, canal vertebral, forames e partes moles paravertebrais — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é dor axial, radiculopatia ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de coluna dorsal a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.

A armadilha desta região: o nível precisa ser nomeado disco a disco: descrição em bloco impede correlação com o dermátomo e com a conduta cirúrgica.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de coluna dorsal é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: efeito de massa, laudo estruturado. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de coluna dorsal vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Que técnica o laudo de ressonância magnética de coluna dorsal (torácica) pressupõe?

Aquisições multiplanares em T1 e T2, sem o uso do contraste endovenoso. Todos os modelos de ressonância magnética

O que a máscara de RM descreve, item a item?

A análise percorre 8 pontos, nesta ordem:

  • Corpos vertebrais alinhados, de altura e sinal da medular óssea conservados.
  • Pedículos e estruturas do arco posterior sem particularidades.
  • Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas.
  • Discos intervertebrais de altura e hidratação habituais, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
  • Articulações interapofisárias de contornos regulares.
  • Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação.
  • Medula espinhal de forma e sinal conservados.
  • Musculatura paravertebral sem alterações.

Integração com PACS e RIS

Como a máscara fecha a conclusão?

Exame dentro dos padrões da normalidade. Vértebras Lesões infiltrativas disseminadas pela medular óssea das vértebras torácicas e arcos costais, compatíveis com alterações secundárias relacionadas à doença de base. Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando reações osteofitárias marginais. Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando osteofitose marginal difusa. Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e agudo / subagudo (edema nas seqüências ponderadas em T2). Não há redução significativa de sua altura nem recuo do muro posterior. Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e agudo / subagudo (edema nas seqüências ponderadas em T2), determinando redução de sua altura com acunhamento anterior e cifose segmentar. Associa-se recuo do muro posterior, comprimindo levemente o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral. Fratura do corpo vertebral TX, de aspecto benigno (sinal preservado em T1) e crônico (ausência de edema nas seqüências ponderadas em T2). Não há redução significativa de sua altura nem recuo do muro posterior. Discos Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por redução da altura e perda da hidratação habitual dos discos. Não há abaulamentos ou protrusões discais significativas, estando o canal vertebral com diâmetro dentro da normalidade em todo o segmento. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.