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Ressonância magnética de coluna lombar

A RM da coluna lombar é o exame de referência para lombalgia e lombociatalgia, avaliando hérnias discais, estenose do canal, raízes nervosas e articulações facetárias. O Laudos.AI organiza os achados nível a nível (L1-L2 a L5-S1), padronizando a impressão para revisão do radiologista.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA LOMBAR

Técnica:
Exame realizado pela técnica fast spin echo, obtendo-se sequências ponderadas predominantemente em T1 e T2, em aquisições multiplanares.

Análise:
Corpos vertebrais alinhados, de altura e sinal da medular óssea conservados.
Pedículos e estruturas do arco posterior sem particularidades.
Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas.
Discos intervertebrais de altura e hidratação habituais, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
Articulações interapofisárias de contornos regulares.
Diâmetros normais do canal vertebral e dos forames de conjugação.
Cone medular com forma e sinal normais na transição tóraco-lombar.
Raízes da cauda eqüina de distribuição anatômica no interior do saco dural.
Musculatura paravertebral sem alterações.

Conclusão:
Exame dentro dos padrões da normalidade.

Nível T12-L1: Ausência de protrusões ou abaulamentos discais significativos.
Nível L1-L2:
Nível L2-L3:
Nível L3-L4:
Nível L4-L5:
Nível L5-S1:

Discos
Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por redução de altura e hipohidratação dos discos intervertebrais.
Abaulamento discal difuso, sem repercussões sobre o saco dural.
Abaulamento discal difuso, determinado leve impressão sobre o saco dural.
Abaulamento discal difuso, causando leve compressão sobre o saco dural e apresentando insinuação à base dos forames intervertebrais, com pequena redução de suas amplitudes, sem obliterar completamente a gordura perirradicular.
Abaulamento discal difuso, causando leve compressão sobre o saco dural, associado a componentes osteofitários que se insinuam à base dos forames intervertebrais, causando redução de suas amplitudes, sem obliterar completamente a gordura perirradicular.
Protrusão discal posterior difusa, comprimindo levemente o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral ou compressão radicular evidente.
Protrusão discal posterior difusa, tendo maior componente paramediano à (direita / esquerda), com leve insinuação inferior, causando impressão sobre a margem ventral do saco dural e tocando a raiz LX (direita / esquerda) no recesso lateral.
Protrusão discal posterior difusa, tendo maior componente paramediano à (direita / esquerda), comprimindo o saco dural e a raiz LX (direita / esquerda) no recesso lateral.
Protrusão discal posterior difusa, comprimindo o contorno anterior do saco dural. Associa-se artrose facetária e hipertrofia dos ligamentos amarelos. O conjunto dos achados determina estenose do canal vertebral.
Protrusão discal foraminal direita, comprimindo a raiz emergente LX ipsilateral.
Protrusão discal foraminal esquerda, comprimindo a raiz emergente LX ipsilateral.

Vértebras
Retificação da lordose fisiológica lombar em decúbito.
Acentuação da lordose fisiológica lombar em decúbito.
Corpos vertebrais de altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando reações osteofitárias marginais.
Corpos vertebrais permanecem come altura e sinal da medular óssea conservados, apresentando osteofitose marginal difusa.
Listese anterior de L5 sobre S1, associada a lise dos istmos de L5.
Listese anterior de LX sobre LX, degenerativa.
Alterações degenerativas do tipo Modic I (edema) dos platôs vertebrais no nível LX-LX.
Alterações degenerativas do tipo Modic II (gordura) dos platôs vertebrais no nível LX-LX.

Facetas
Artropatia degenerativa de interapofisárias de L3 a S1, sem repercussão sobre o diâmetro dos forames de conjugação correspondentes.
Artrose facetária em L4-L5, mais evidente à direita, onde se identifica líquido intra-articular. Não há repercussão sobre o forame de conjugação correspondente.

Outros
Edema na topografia do ligamento interespinhoso de L4-L5, podendo estar relacionado a estiramento ou sobrecarga mecânica.
Espessamento das raízes da cauda eqüina no interior do saco dural, podendo estar relacionado a sequela de aracnoidite.
Lesões infiltrativas disseminadas pela medular óssea das vértebras lombares e da porção acessível do sacro e ossos ilíacos, compatíveis com alterações secundárias relacionadas à doença de base.
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA COLUNA LOMBAR

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Técnica

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Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Comparação

Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.

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