Ultrassonografia de perna
A ultrassonografia de perna avalia a musculatura (gastrocnêmio, sóleo), o tendão calcâneo e as partes moles, pesquisando lesões musculares, coleções e cistos. Permite avaliação dinâmica e comparação contralateral. O Laudos.AI organiza a descrição por compartimento e a extensão das lesões em um laudo estruturado para revisão médica.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
Ecotextura difusamente heterogênea, não se caracterizando nódulos.
Ecotextura discretamente heterogênea, isolando-se nódulo [] medindo [] cm x [] cm x [] cm, localizado no terço [] do
lobo [].
Ecotextura heterogênea, isolando-se nódulos [] dispersos difusamente e cujos diâmetros variam de [] a [] cm. Destacando-se os seguintes:
Nódulo [], de contornos regulares e bem definidos por halo fino, (sem/ com) microcalcificações, situado no terço [] do lobo [], medindo [] cm x [] cm x [] cm.
Ao mapeamento com dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização preservada {aumentada /reduzida} do parênquima glandular.
CONCLUSÃO:
- Tireoide de dimensões reduzidas, apresentando alteração textural difusa.
- Este padrão ecográfico é compatível com tireoidite crônica.
- Sinais de bócio difuso heterogêneo.
- Sinais de bócio difuso multinodular, destacando-se nódulo [] à direita / esquerda / no istmo.
- Sinais de bócio difuso uninodular à direita / esquerda / no istmo.
DÚPLEX-DOPPLER COLORIDO DA TIREOIDE
PELE, TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, PLANOS MUSCULARES
Espessura e ecogenicidade normais. Planos superficiais regulares, com arranjo anatômico.
LOBOS TIREOIDIANOS
Tópicos, de dimensões normais / reduzidas / aumentadas/ e contornos regulares / irregulares.
Ecotextura difusamente heterogênea, ecogenicidade reduzida/ normal.
Ecotextura homogênea, exceto pela presença de alguns cistos dispersos no lobo [], de paredes finas e regulares, conteúdo anecogênico, apresentando ponto hiperecogênico com reverberação sonora posterior (indicativo de coloide espesso). O maior deles mede cerca de [] cm x [] cm x [] cm, está localizado no terço [] do lobo []. Ao mapeamento colorido não se observa vascularização nestes cistos.
Nota-se um cisto com as mesmas características no terço [] do lobo [], medindo cerca de [] cm.
Ecotextura finamente heterogênea, evidenciando-se várias imagens císticas, algumas apresentando pontos hiperecogênicos, com reverberação sonora posterior, outras de conteúdo espesso, medindo entre [] cm e [] cm de diâmetro.
Destacam-se os seguintes nódulos:
Nódulo situado no terço [] do lobo [], misto, predominantemente sólido, de contornos regulares e bem definidos, sem microcalcificações, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao estudo dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização predominantemente periférica, com média dos índices de resistividade de [];
Nódulo situado no terço [] do lobo [], misto (sólido-cístico), de contornos regulares e bem definidos, sem microcalcificações, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao estudo dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização predominantemente periférica, com média dos índices de resistividade de [].
Nódulo situado no terço [] do lobo [], misto, predominantemente cístico, com pontos hiperecogênicos, sugestivos de coloide espesso, contornos regulares e bem definidos, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao estudo dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização exclusivamente periférica e média dos índices de resistividade de [].
Nódulo no terço [] do lobo [], misto, predominantemente cístico, de paredes finas e contornos regulares, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Evidenciam-se áreas ecogênicas (de até [] cm de diâmetro) e calcificação grosseira (= [] cm) parietais, além de pontos de reverberação sonora posterior. Ao mapeamento colorido observa-se vascularização periférica exclusiva, com média dos índices de resistividade de [].
Nódulo no terço [] do lobo [], hipoecogênico com pontos hiperecogênicos (consistentes com microcalcificações), contornos regulares e bem definidos, apresentando fino halo hipoecogênico incompleto, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização periférica e central equilibradas, com média dos índices de resistividade de [].
Nódulo hipoecoico no terço [] do lobo [], de contornos parcialmente definidos, sem evidência de halo, observando-se alguns pontos tênues hiperecogênicos no seu interior (podendo corresponder a microcalcificações), medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização predominantemente central, com média dos índices de resistividade de [].
Nódulo hiperecogênico em relação ao parênquima adjacente, localizado no terço [] do lobo [], com halo fino, sem microcalcificações, medindo [] cm x [] cm x [] cm (Volume estimado em [] mL). Ao estudo dúplex-Doppler colorido, observa-se vascularização predominantemente periférica com média dos índices de resistividade de [].
Ao mapeamento Doppler colorido observa-se vascularização pouco aumentada do
parênquima glandular.
Ao mapeamento colorido observa-se vascularização aumentada do parênquima glandular.
As artérias tireoideas têm morfologia espectral e velocidades de pico sistólico normais, sendo a velocidade de pico sistólico máximo da artéria tireoidea inferior à direita de [] cm/s e à esquerda de [] cm/s.
Observa-se formação arredondada, de conteúdo anecogênico com algumas finas septações incompletas, contornos lobulados, medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm, localizada junto à base da língua, superiormente ao osso hioide. Ao mapeamento colorido não se evidencia vascularização.
CONCLUSÃO:
Glândula tireoide volumetricamente normal, apresentando cistos [] de aspecto coloide bilateralmente.
Glândula tireoide de dimensões normais/ reduzidas, apresentando alteração textural difusa e vascularização aumentada do parênquima glandular. Este padrão ecográfico é compatível com tireoidite crônica / tireoidite auto-imune.
Nódulo único no lobo [], apresentando baixo risco ao estudo dúplex-Doppler colorido.
Nódulo misto, predominantemente cístico no lobo [], com baixo risco ao estudo dúplex-Doppler colorido.
Vascularização pouco aumentada do parênquima tireoideano, podendo corresponder à hiperplasia ou à tireoidite associada.
Formação de aspecto cístico junto à base da língua. Este aspecto pode corresponder a cisto do ducto tireoglosso.
Glândula tireoide de dimensões normais apresentando alteração textural difusa, associada à vascularização aumentada. Este aspecto é compatível com hiperplasia e/ ou tireoidite.
Nódulos mistos e cistos coloides, que ao estudo dúplex-Doppler colorido apresentam baixo risco.
COMENTÁRIO: Em análise comparativa com exame de [], não se evidenciam alterações significativas dos nódulos.
Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização difusamente aumentada.
As artérias tireoideas apresentam velocidades de pico sistólico elevadas, exceto na tireoidea superior (tabela).
Artéria
Velocidade Pico Sistólico Máximo (cm/s)
Tireoidea superior direita
[]
Tireoidea inferior direita
[]
Tireoidea superior esquerda
[]
Tireoidea inferior esquerda
[]
Conclusão:
Tireoide de dimensões aumentadas e alteração textural difusa.
Observa-se vascularização aumentada ao mapeamento colorido e velocidades de pico sistólico elevadas nas artérias tireoideas, Este padrão é compatível com doença de Graves.
Comentários: Este padrão ultrassonográfico é compatível com doença auto-imune (tireoidite) associada a nódulos no lobo direito. O mapeamento dúplex-Doppler colorido dos nódulos estudados sugere baixo risco de malignidade no presente estudo.
TABELA DE RISCO PARA MALIGNIDADE E SUSPEITA
Nódulos com risco aumentado de pertencer aos grupos citológicos suspeito e maligno
ECOGENICIDADE
PADRÃO DE VASCULARIZAÇÃO
DIMENSÕES DO NÓDULO (transversal)
Até 1,0 cm
1,1 a 2,0 cm
2,1 a 3,0 cm
Hipoecogênico
IV / V
Qualquer IR
Qualquer IR
II / III
IR > 0,68
IR > 0,50
Qualquer IR ou padrão de vascularização
Não hipoecogênico
IV / V
IR > 0,82
IR > 0,65
IR > 0,4
II / III
Baixo risco
IR > 0,96
IR > 0,78
Chammas, M. C. et al. Otolaryngol Head Neck Surg 2005;132:874-82.
LOBOS TIREOIDEANOS
Sinais de ressecção cirúrgica incompleta da glândula tireoide (sic).
Presença de tecido compatível com parênquima glandular na topografia dos lobos tireoideanos de dimensões normais e contornos irregulares.
Ecotextura difusamente heterogênea, ecogenicidade reduzida, isolando-se múltiplas áreas nodulares mal definidas (isoecogênicas) de permeio.
Ausência da imagem correspondente ao istmo.
Realizada análise complementar com mapeamento dúplex-Doppler colorido, que observou vascularização aumentada do parênquima glandular, não havendo nódulo bem definido no presente estudo. As artérias tireoideas inferiores têm morfologia espectral normal e velocidades de pico sistólico elevadas, sendo a velocidade de pico sistólico máximo da artéria tireoidea inferior à direita de [] cm/s e à esquerda de [] cm/s.
CONCLUSÃO:
Glândula tireoide de dimensões normais, apresentando textura heterogênea e vascularização aumentada do parênquima glandular. Este padrão ecográfico é compatível com doença auto-imune.
As artérias tireoideas apresentam velocidades elevadas.
COMENTÁRIO: A vascularização aumentada aliada a velocidades elevadas das artérias tireoideas são achados sugestivos de Doença de Graves.
LINFONODOS
Observa-se um linfonodo globoso heterogêneo, ecogênico, localizado no nível cervical [] à [], medindo cerca de [] cm x [] cm x [] cm. Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido nota-se vascularização subcapsular (suspeita), com índices de resistividade elevados (= []).
Presença de um linfonodo arredondado no nível cervical [], medindo [] cm x [] cm x [] cm, apresentando vascularização predominantemente hilar (de provável natureza reativa).
Linfonodos cervicais de aspecto habitual nos níveis [], observando-se os maiores no nível [] à [], medindo cerca [] cm x [] cm x [] cm.
CONCLUSÃO:
Glândula tireoide com dimensões nos limites inferiores da normalidade, observando-se nódulo hipoecogênico, que apresenta risco aumentado ao mapeamento Doppler colorido.
Linfonodos de aspecto suspeito no nível cervical [] à [].
ULTRASSONOGRAFIA DE TIREOIDE COM DÚPLEX-DOPPLER COLORIDO
Exame realizado após [] anos de terapia com radioiodo.
Lobos tireoideanos tópicos, de dimensões reduzidas e contornos parcialmente definidos.
Ecotextura difusamente heterogênea e ecogenicidade reduzida.
Observa-se nódulo no terço [] do lobo [], hipoecogênico com pontos hiperecogênicos (consistentes com microcalcificações), contornos regulares e bem definidos, apresentando fino halo hipoecogênico incompleto, medindo cerca de [] cm. Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização periférica e central equilibradas, com média dos índices de resistividade de [].
Parênquima tireoideano apresenta vascularização aumentada. As artérias tireoideas inferiores apresentam velocidades de pico sistólico dentro dos limites da normalidade, sendo de [] cm/s à direita e de [] cm/s à esquerda.
CONCLUSÃO:
1. Tireoide de dimensões reduzidas, apresentando alteração textural difusa e aumento da vascularização glandular. Este padrão ecográfico é compatível com doença auto-imune (tireoidite crônica).
2. Nódulo bem definido no terço [] do lobo [], apresentando risco aumentado ao estudo dúplex-Doppler colorido. A critério, clínico conveniente correlação citológica.
DÚPLEX- DOPPLER COLORIDO DA TIREOIDE
TIREOIDITE
Lobos tireoideanos tópicos, de dimensões normais e contornos regulares.
Parênquima apresenta textura heterogênea, observando-se áreas de menor ecogenicidade de permeio de limites mal definidos, podendo traduzir áreas de infiltrado linfocítico.
Ao mapeamento dúplex-Doppler colorido observa-se vascularização difusamente aumentada, não se delimitando áreas nodulares. As artérias tireoideas inferiores apresentam velocidades de pico sistólico dentro dos limites da normalidade, sendo de [] cm/s à direita e de [] cm/s à esquerda.
Conclusão:
Tireoide de dimensões normais, apresentando alteração textural difusa e hipervascularização ao mapeamento colorido. Este padrão é compatível com tireoidite auto-imune.
PÓS-OP COCopiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
Ecotextura heterogênea, isolando-se nódulos [] dispersos difusamente e cujos diâmetros variam de [] a [] cm. Destacando-se os seguintes
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
CONCLUSÃO
Sintetiza o laudo em linguagem direta, mantendo coerência com o corpo do relatório.
Antes de copiar
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Comparação
Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de perna. A descrição se organiza em torno de estruturas ósseas, cartilaginosas, tendíneas e ligamentares da região, com partes moles adjacentes — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é trauma, dor mecânica ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de perna a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.
A armadilha desta região: lateralidade e correlação com o lado sintomático precisam estar explícitas — é o erro de laudo mais frequente e o mais evitável.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de perna é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de perna vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Esta página ainda não tem máscara própria deste exame: o modelo exibido pertence a outro protocolo e está em revisão médica. Enquanto isso ela fica fora do índice de busca. Use o índice de modelos para achar o exame certo.
Perguntas frequentes
Como a máscara fecha a conclusão?
Tireoide de dimensões normais, apresentando alteração textural difusa e hipervascularização ao mapeamento colorido. Este padrão é compatível com tireoidite auto-imune. PÓS-OP CO A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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