Ultrassonografia transvaginal para endometriose
A ultrassonografia transvaginal com preparo para endometriose mapeia focos profundos em compartimentos anterior e posterior, avaliando mobilidade dos órgãos (sinais de aderência) e o comprometimento intestinal e de ligamentos. O Laudos.AI organiza os achados por compartimento conforme o consenso IDEA, mantendo a interpretação sob responsabilidade médica.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL - Protocolo de endometriose - Preparo: Dia do ciclo: Retossigmóide: Distância da borda anal: Medidas: Camada mais profunda comprometida: Porcentagem da circunferência: Retrocervical: Medidas: Bexiga: Fórnice vaginal: Íleo: Apêndice: Outros achados:
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Preparo
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de pelve transvaginal endometriose. A descrição se organiza em torno de útero, endométrio, ovários, fundo de saco e compartimentos pélvicos — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é dor pélvica, sangramento, mapeamento de endometriose ou estadiamento. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de pelve transvaginal endometriose a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.
A armadilha desta região: o mapeamento por compartimento precisa afirmar ou negar cada sítio: ausência de menção não é ausência de doença.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de pelve transvaginal endometriose é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de pelve transvaginal endometriose vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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