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Ultrassonografia de pelve transvaginal

A ultrassonografia transvaginal é o exame de referência para avaliação pélvica feminina, oferecendo alta resolução do útero, endométrio e ovários. Dispensa bexiga repleta e permite caracterizar cistos, miomas e alterações endometriais. O Laudos.AI organiza biometrias e a descrição dos anexos em um laudo padronizado para revisão médica.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL COM DOPPLER

Fígado de dimensões normais, contornos regulares e bordos finos. LD: [...] cm (L). LE: [...] cm (L). LE/C: [  /  ] cm (AP). SIV: [...] cm (T). Parênquima hepático com ecotextura e ecogenicidade preservadas. Não e detectou lesões focais.
Veia porta, tronco e ramos direito e esquerdo, pérvios, com fluxo hepatopetal. Tronco da veia porta mede [...] cm, apresentando velocidade média [...] cm/s. Artéria hepática pérvia. Veias hepáticas pérvias, com calibre normal e fluxo hepatofugal. Veia mesentérica superior mede [...] cm, pérvia, fluxo hepatopetal.
Vesícula biliar normodistendida, com paredes finas e regulares. Conteúdo vesicular anecogênico, sem cálculos.
Vias biliares intra-hepáticas sem dilatações. Hepatocolédoco de calibre normal, mede [...] cm.
Pâncreas de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais. Não se detectou dilatação do ducto pancreático principal.
Baço de dimensões e ecotextura normais, mede [...] cm, volume [...] cc. Veia esplênica mede [...] cm na região retropancreática, pérvia, com fluxo hepatopetal.
Rins tópicos, com dimensões normais e contornos regulares. Parênquima de espessura normal e ecogenicidade preservada, com boa diferenciação corticomedular. Não há evidências de imagens calculosas. Não se detectou dilatação pielocalicinal. RD: cm(L). RE: cm(L).
Aorta abdominal com calibre normal e trajeto regular. Veia cava inferior com calibre normal.
Bexiga com repleção adequada, paredes regulares e conteúdo anecogênico.
Não se detectou líquido livre na cavidade abdominal.
CONCLUSÃO: Ausência de sinais hepatopatia ou de hipertensão portal.
Dados clínicos:
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL COM DOPPLER

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Dados clínicos

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de US descreve

Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de pelve transvaginal. A descrição se organiza em torno de útero, endométrio, ovários, fundo de saco e compartimentos pélvicos — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é dor pélvica, sangramento, mapeamento de endometriose ou estadiamento. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de pelve transvaginal a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.

A armadilha desta região: o mapeamento por compartimento precisa afirmar ou negar cada sítio: ausência de menção não é ausência de doença.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de pelve transvaginal é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de pelve transvaginal vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Máscara em revisão

Esta página ainda não tem máscara própria deste exame: o modelo exibido pertence a outro protocolo e está em revisão médica. Enquanto isso ela fica fora do índice de busca. Use o índice de modelos para achar o exame certo.

Perguntas frequentes

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.