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Ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre com Doppler

Modelo para avaliação morfológica do primeiro trimestre, incluindo translucência nucal, osso nasal, ducto venoso e Doppler das artérias uterinas. A interpretação e a conduta permanecem sob responsabilidade do médico que realiza e assina o exame.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

Ultra-sonografia Morfológica do Primeiro Trimestre  – Translucência Nucal

Gestação de ___ semanas e __ dias. (DUM: _______).

Feto único em situação, apresentação e posição variáveis.

Placenta tem inserção______, grau 0, espessura normal de ___ mm  e atinge/não atinge o orifício interno do colo uterino.

Líquido amniótico normal qualitativamente.

O comprimento do colo uterino é de ____ mm, por via transabdominal.

A) Translucência nucal

 A medida da translucência nucal (TN) foi de ___mm.
 Cerca de 80% dos fetos com síndrome de Down apresentam a medida da TN acima de 2.5 mm.

B) Osso nasal

O osso nasal (ON) visibilizado  medindo ___ mm.
Ângulo nasal
Em 70% dos fetos com síndrome de Down observa-se ausência ou hipoplasia do osso nasal.

MORFOLOGIA FETAL

Contorno craniano de aspecto normal, com visualização do ponto de ossificação frontal.

Plexos coróides identificados e simétricos.

Coluna vertebral visibilizada e de aspecto normal para a idade gestacional.

Parede abdominal íntegra, com inserção tópica do cordão umbilical.

Estômago com conteúdo líquido e ipsi-lateral à área cardíaca.

Bexiga fetal identificada e com medida longitudinal de ____ mm. Presença de duas artérias vesicais. Cordão umbilical com presença de 2 artérias e 1 veia.

Membros superiores e inferiores identificados, apresentando-se simétricos e bem posicionados para a idade gestacional.

DOPPLERVELOCIMETRIA (ÍNDICES)

DOPPLER
ÍNDICE (PI)
Incisura
NORMALIDADE
UTERINA DIREITA

Ausente
PI < 2.3
UTERINA ESQUERDA

Ausente
PI < 2.3
UMBILICAL

DUCTO VENOSO

A(+)
Onda A Positiva
REGURGITAÇÃO TRICÚSPIDE

< 60-80 cm/s

       BIOMETRIA (MEDIDAS)

PARAMETROS
MEDIDA (mm)
Comprimento cabeça-nádega (CCN)

Diâmetro Biparietal (DBP)

Diâmetro Occipito-Frontal (DOF)

Circunferência Cefálica (CC)

Circunferência Abdominal (CA)

Comprimento do Fêmur

Osso Nasal

Translucência Nucal

Bexiga

Peso Fetal

CONCLUSÃO

Feto único com a idade gestacional de ___ semanas e ___ dias, com variação de ___ dias, estimada pelo comprimento cabeça-nádega.

Concordante com a idade gestacional  menstrual, de ___ semanas e ___dias .

Não foram encontradas anomalias estruturais nas estruturas observadas no presente exame.

O risco de cromossomopatia, calculado a partir dos parâmetros avaliados no presente exame, é de    % (  1 /      ), representa uma diminuição  de  vezes em relação ao risco basal.

TABELA DE RISCO

PARAMETRO
RISCO (TRISSOMIA 21)
IDADE MATERNA (BASAL)
1/
TN + ON
1/

OBSERVAÇÕES:

1 - A sensibilidade da translucência nucal (TN) na detecção de cromossomopatias (trissomia 21) é de aproximadamente 80%, quando realizada entre 11 e 14 semanas de gestação.

2- A incisura bilateral das artérias uterinas esta presente em cerca de 1/3 das gestantes de forma fisiológica. No entanto, a sua persistência  após 24 semanas de gestação aumenta risco para pré-eclâmpsia e crescimento fetal diminuído.

3 - O achado da TN aumentada (> 2,5 mm) não indica necessariamente que o feto seja portador de cromossomopatia uma vez que somente 20-30% destes casos apresentam cariótipo anormal.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

MORFOLOGIA FETAL

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

DOPPLERVELOCIMETRIA (ÍNDICES)

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de US descreve

Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de obstetrica doppler. A descrição se organiza em torno de biometria fetal, placenta, líquido amniótico, colo uterino e Doppler quando indicado — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é acompanhamento gestacional por trimestre. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

Nesta variante do protocolo, o Doppler acrescenta perviedade, direção de fluxo, velocidades de pico e índices, com campo por vaso examinado.

No laudo de obstetrica doppler a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.

A armadilha desta região: idade gestacional precisa dizer por qual método foi estabelecida, e a biometria precisa do percentil, não só do valor absoluto.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de obstetrica doppler é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de obstetrica doppler vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.