Tomografia computadorizada de braço
Estudo tomográfico do braço com cortes finos e reconstruções multiplanares e 3D, indicado para caracterizar fraturas do úmero, avaliar consolidação e investigar lesões ósseas e de partes moles. O Laudos.AI organiza a descrição por segmento do úmero e estrutura achados de fratura e lesões, sob revisão do radiologista.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR Técnica: Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares. Análise: Corpos vertebrais alinhados no plano sagital e com altura preservada. Pedículos e demais estruturas do arco posterior sem particularidades. Discos intervertebrais de altura preservada, sem abaulamentos ou protrusões significativas. Articulações interapofisárias de contornos regulares. Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas evidentes ao método. Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação. Musculatura paravertebral sem alterações. Conclusão: Exame dentro dos padrões da normalidade. Patologias: Nível T12-L1: Ausência de protrusões ou de abaulamentos discais significativos. Nível L1-L2: Nível L2-L3: Nível L3-L4: Nível L4-L5: Nível L5-S1: Discos Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por redução da altura dos discos intervertebrais. Associam-se sinais de degeneração gasosa intradiscal em alguns níveis. Abaulamento discal difuso, sem repercussões sobre o saco dural. Abaulamento discal difuso, determinado impressão leve sobre o saco dural. Abaulamento discal difuso, determinado leve compressão sobre o saco dural e apresentando insinuação para as bases foraminais, causando redução de suas amplitudes. Abaulamento discal difuso, determinado leve compressão sobre o saco dural, associado a componentes osteofitários foraminais, que causam redução da amplitude dos forames. Protrusão discal posterior de base larga, comprimindo levemente o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral ou compressão radicular evidente. Protrusão discal posterior difusa, tendo maior componente paramediano à esquerda, com leve insinuação inferior, causando impressão na margem ventral do saco dural e tocando a raiz esquerda de LX no recesso lateral. Protrusão discal posterior difusa, tendo maior componente paramediano à direita, comprimindo o saco dural e a raiz direita de LX no recesso lateral. Protrusão discal posterior difusa, comprimindo o contorno anterior do saco dural. Associa-se artrose facetária e hipertrofia dos ligamentos amarelos. O conjunto dos achados determina estenose do canal vertebral. Protrusão discal foraminal direita, comprimindo a raiz emergente LX ipsilateral. Protrusão discal foraminal esquerda, comprimindo a raiz emergente LX ipsilateral. Vértebras Corpos vertebrais alinhados e de altura preservada, apresentando discretas reações osteofitárias marginais. Corpos vertebrais alinhados e de altura preservada, apresentando osteofitose marginal difusa. Retificação da lordose fisiológica lombar em decúbito. Corpos vertebrais alinhados e de altura preservada. Acentuação da lordose fisiológica lombar em decúbito. Corpos vertebrais alinhados e com altura preservada. Retrolistese degenerativa de L4 sobre L5 Listese anterior grau I de L5 sobre S1, associada a lise dos istmos de L5. Listese anterior de LX sobre LX, degenerativa. Facetas Artropatia degenerativa das interapofisárias de L3 a S1, sem repercussão sobre o diâmetro dos forames de conjugação correspondentes. Artrose facetária em L4-L5, mais evidente à direita. Não há repercussão sobre o forame de conjugação correspondente.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Técnica
Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Comparação
Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de TC descreve
Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de braco. A descrição se organiza em torno de estruturas ósseas, cartilaginosas, tendíneas e ligamentares da região, com partes moles adjacentes — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é trauma, dor mecânica ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de braco a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.
A armadilha desta região: lateralidade e correlação com o lado sintomático precisam estar explícitas — é o erro de laudo mais frequente e o mais evitável.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de braco é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de braco vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Esta página ainda não tem máscara própria deste exame: o modelo exibido pertence a outro protocolo e está em revisão médica. Enquanto isso ela fica fora do índice de busca. Use o índice de modelos para achar o exame certo.
Perguntas frequentes
Que técnica o laudo de tomografia computadorizada de braço pressupõe?
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares. Todos os modelos de tomografia computadorizada
O que a máscara de TC descreve, item a item?
A análise percorre 7 pontos, nesta ordem:
- Corpos vertebrais alinhados no plano sagital e com altura preservada.
- Pedículos e demais estruturas do arco posterior sem particularidades.
- Discos intervertebrais de altura preservada, sem abaulamentos ou protrusões significativas.
- Articulações interapofisárias de contornos regulares.
- Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas evidentes ao método.
- Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação.
- Musculatura paravertebral sem alterações.
Como a máscara fecha a conclusão?
Exame dentro dos padrões da normalidade. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
Conteúdo atualizado em .