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Ressonância magnética venosa intracraniana

A venorressonância intracraniana avalia os seios venosos durais e o sistema venoso cerebral profundo, sendo essencial no diagnóstico de trombose venosa cerebral. O Laudos.AI estrutura o ditado por seio/segmento venoso e padroniza patência, fluxo e variantes anatômicas. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

MÉTODO:
Realizadas imagens de angio-ressonância pela tecnica 2D e 3D TOF-MOTSA com imagens de intensidade máxima (MIP) tridimensiionais, com aquisições sensíveis a fluxo arterial e após a injeção endovenosa do meio de contraste paramagnético.

ANÁLISE:
Artérias carótidas comuns, carótidas internas e externas com fluxo, calibre e contornos preservados.
Artérias carótidas internas em sua porção intracraniana, artérias cerebrais anteriores, médias e posteriores, basilar e vertebrais com calibre e fluxo preservado.
Padrão fetal da origem da artéria comunicante posterior.
Bulbo carotídeo
Artéria carótida interna com estenose de
Placa ateromatosa na artéria
Irregularidades parietais na artéria
Ausência de dilatções aneurismáticas.
Ausência de estenoses significativas.
Demais artérias intracranianas detectadas por esta tecnica de trajeto e calibre e dluxo normais.
Seio sagital superior, seio reto, seios transverso e sigmóide, veias de Galeno e cerebrais internas com fluxo preservado.
Veias basal de Rosenthla com  fluxo presente.
Assimetria do calibre e fluxo dos seios transversos, menor à XXX, mais comumente significativo de hipoplasia deste lado.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

MÉTODO

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

ANÁLISE

Concentra a descrição dos achados positivos e negativos relevantes para revisão rápida.

Antes de copiar

Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Comparação

Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de RM descreve

Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de venosa intracraniana. A descrição se organiza em torno de parênquima encefálico, sistema ventricular, espaços liquóricos, calota e transição craniocervical — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é evento neurológico agudo, cefaleia investigada ou seguimento de lesão conhecida. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de venosa intracraniana a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.

A armadilha desta região: em contexto agudo, achado crítico não pode ficar só no corpo do laudo: precisa de comunicação documentada com hora e interlocutor.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de venosa intracraniana é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: restrição à difusão, desvio da linha média, efeito de massa, achado crítico. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de venosa intracraniana vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

O que a máscara de RM descreve, item a item?

A análise percorre 13 pontos, nesta ordem:

  • Artérias carótidas comuns, carótidas internas e externas com fluxo, calibre e contornos preservados.
  • Artérias carótidas internas em sua porção intracraniana, artérias cerebrais anteriores, médias e posteriores, basilar e vertebrais com calibre e fluxo preservado.
  • Padrão fetal da origem da artéria comunicante posterior.
  • Bulbo carotídeo
  • Artéria carótida interna com estenose de
  • Placa ateromatosa na artéria
  • Irregularidades parietais na artéria
  • Ausência de dilatções aneurismáticas.
  • Ausência de estenoses significativas.
  • Demais artérias intracranianas detectadas por esta tecnica de trajeto e calibre e dluxo normais.
  • Seio sagital superior, seio reto, seios transverso e sigmóide, veias de Galeno e cerebrais internas com fluxo preservado.
  • Veias basal de Rosenthla com fluxo presente.
  • Assimetria do calibre e fluxo dos seios transversos, menor à XXX, mais comumente significativo de hipoplasia deste lado.

Integração com PACS e RIS

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.