Ressonância magnética com perfusão e espectroscopia
A RM com perfusão e espectroscopia complementa a avaliação morfológica na diferenciação entre tumores, na graduação de gliomas e na distinção de recidiva versus radionecrose. O Laudos.AI estrutura o ditado por parâmetros (rCBV, picos metabólicos) e correlação morfológica. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO COM ESPECTROSCOPIA DE PRÓTONS E PERFUSÃO POR RM TÉCNICA: Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, T2*, FLAIR e difusão; antes e após o uso do gadolínio. Espectroscopia de prótons foi obtida com a técnica multivoxel PRESS com tempo de eco longo (144ms). De maneira complementar foi obtido estudo da perfusão do encéfalo por ressonância magnética, através da aquisição de imagens durante a injeção do contraste paramagnético. Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, T2*, FLAIR e difusão; antes e após o uso do gadolínio. Espectroscopia de prótons foi obtida com a técnica de volume de interesse único, PRESS, com tempo de eco curto (35 ms); e técnica multivoxel PRESS com tempo de eco longo (144ms). De maneira complementar foi obtido estudo da perfusão do encéfalo por ressonância magnética, através da aquisição de imagens ecoplanares durante a injeção do contraste paramagnético. INFORMAÇÕES DO PEDIDO MÉDICO: COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa. ANÁLISE: Alterações pós-cirúrgicas caracterizadas por craniotomia ____ à esquerda direita. Discreto espessamento e realce paquimeníngeo subjacente, de aspecto reparativo. Leito cirúrgico caracterizado por perda tecidual corticossubcortical do _____. Associa-se material com marcado hipossinal na sequência de susceptibilidade magnética de permeio e nas bordas da cavidade, compatível com subprodutos da degradação hemática; impregnação linear pelo meio de contraste paramagnético anular nos limites da cavidade cirúrgica sugestiva de alteração pós terapêutica; e zona de hipersinal em T2/FLAIR circunjacente, predominantemente subcortical, que pode corresponder a edema/gliose. O conjunto dos achados exerce efeito retrátil sobre o parênquima encefálico adjacente e sobre os espaços liquóricos regionais. Demais espaços liquóricos preservados. Restante do encéfalo com morfologia e sinal normais. Não há sinais de eventos isquêmicos agudos ou de hemorragias intracranianas. Fluxo presente nas grandes artérias e seios venosos intracranianos. O estudo da perfusão do encéfalo não demonstra áreas de aumento significativo do volume sanguíneo cerebral relativo (rCBV). A espectroscopia de prótons não demonstra picos anômalos. COMENTÁRIOS: Controle de neurocirurgia. em relação ao estudo de referência, não houve alteração evolutiva apreciável. redução do pico do marcador neuronal (N-acetil aspartato - 2,0 ppm) nas regiões de manipulação cirúrgica, sinalizando perda e/ou disfunção neuroaxonal. aumento do pico de colina (marcador do metabolismo de membranas celulares - 3,2 ppm) aumento do pico de mio-inositol (marcador de proliferação glial, não distinguindo entre uma proliferação reacional ou neoplásica bem diferenciada - 3,6 ppm). aumento dos picos de lactato (marcado do metabolismo anaeróbio - 1,3 ppm) aumento dos picos de lipídios livres (0,9 e 1,4 ppm), habitualmente visto em áreas necróticas. Aquela tênue impregnação linear que se estende profundamente a partir dos bordos do leito cirúrgico, em direção ao ventrículo lateral correspondente, não parece ter se modificado de maneira apreciável neste intervalo. Apenas no estudo atual é mais evidente algum hipersinal em T2/FLAIR desta região, que em retrospecto já estava presente anteriormente. O estudo da perfusão cerebral não demonstra aumento significativo do volume sanguíneo cerebral relativo nesta região. A espectroscopia de prótons demonstra apenas uma redução do pico do marcador neuronal (N-acetil aspartato) na periferia do leito cirúrgico, em relação ao observado no tecido correspondente contralateral; não se observam picos anômalos ou um aumento significativo do pico de colina (marcador de proliferação de membrana celular). A presença de artefatos de susceptibilidade magnética relacionados a material metálico no plano da craniotomia prejudicou relativamente tanto o estudo da perfusão quanto a espectroscopia. Demais aspectos do exame inalterados. Não há novas lesões. O estudo de controle evolutivo, inalterado na comparação com o anterior mais recente disponível, datado de 28/04/2009. Tanto a espectroscopia de prótons quanto a perfusão por ressonância magnética não apresentam subsídios que sugiram de maneira inequívoca a existência de recidiva tumoral.
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO
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COM ESPECTROSCOPIA DE PRÓTONS E PERFUSÃO POR RM
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