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Ressonância magnética de pelve para neoplasia de colo de útero

A RM é o método de escolha para o estadiamento local do câncer de colo uterino, definindo a extensão tumoral, a invasão do estroma cervical e dos paramétrios. O Laudos.AI estrutura o ditado segundo critérios FIGO e padroniza medidas e relações anatômicas. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE PELVE

Técnica:
Exame realizado com cortes multiplanares nas sequências ponderadas em T1 e T2, antes e após a injeção endovenosa de meio de contraste. Foi administrado gel por via vaginal.

Análise:
Lesão expansiva infiltrativa no colo do útero medindo cerca de    x     x     cm. O estroma fibroso cervical encontra-se íntegro, não se observando extensão parametrial.
O estroma fibroso cervical encontra-se descontínuo à     h, porém não se observa lesão infiltrando os paramétrios.
Lesão expansiva infiltrativa centrada no colo do útero, estendendo-se para o miométrio na porção ístmica / corporal / fúndica, medindo cerca de    x     x     cm. Observa-se estenose do canal endocervical, determinando (hidrométrio / hidro-hematométrio / hematométrio). Há sinais de invasão parametrial (à direita / à esquerda / bilateral), bem como do espaço vesicouterino.
A lesão estende-se para a vagina no terço superior.
Ureteres distais sem dilatação.
A lesão infiltra o terço distal do ureter ( direito / esquerdo ) dos ureteres, determinando dilatação ureteral.
A lesão infiltra a parede posterior da bexiga.
A lesão infiltra a musculatura pélvica.
Linfonodomegalias nas cadeias ( ilíacas internas / externas / comuns / paraórticas) medindo até    cm.
Não há linfonodomegalias pélvicas.
Não há ascite.

Bexiga com ( pequena / moderada / grande ) repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE PELVE

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Técnica

Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.

Antes de copiar

Técnica e limitações

Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de RM descreve

Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de pelve neo de colo de utero. A descrição se organiza em torno de útero, endométrio, ovários, fundo de saco e compartimentos pélvicos — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é dor pélvica, sangramento, mapeamento de endometriose ou estadiamento. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

No laudo de pelve neo de colo de utero a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.

A armadilha desta região: o mapeamento por compartimento precisa afirmar ou negar cada sítio: ausência de menção não é ausência de doença.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de pelve neo de colo de utero é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de pelve neo de colo de utero vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Que técnica o laudo de ressonância magnética de pelve para neoplasia de colo de útero pressupõe?

Exame realizado com cortes multiplanares nas sequências ponderadas em T1 e T2, antes e após a injeção endovenosa de meio de contraste. Foi administrado gel por via vaginal. Todos os modelos de ressonância magnética

O que a máscara de RM descreve, item a item?

A análise percorre 12 pontos, nesta ordem:

  • Lesão expansiva infiltrativa no colo do útero medindo cerca de x x cm. O estroma fibroso cervical encontra-se íntegro, não se observando extensão parametrial.
  • O estroma fibroso cervical encontra-se descontínuo à h, porém não se observa lesão infiltrando os paramétrios.
  • Lesão expansiva infiltrativa centrada no colo do útero, estendendo-se para o miométrio na porção ístmica / corporal / fúndica, medindo cerca de x x cm. Observa-se estenose do canal endocervical, determinando (hidrométrio / hidro-hematométrio / hematométrio). Há sinais de invasão parametrial (à direita / à esquerda / bilateral), bem como do espaço vesicouterino.
  • A lesão estende-se para a vagina no terço superior.
  • Ureteres distais sem dilatação.
  • A lesão infiltra o terço distal do ureter ( direito / esquerdo ) dos ureteres, determinando dilatação ureteral.
  • A lesão infiltra a parede posterior da bexiga.
  • A lesão infiltra a musculatura pélvica.
  • Linfonodomegalias nas cadeias ( ilíacas internas / externas / comuns / paraórticas) medindo até cm.
  • Não há linfonodomegalias pélvicas.
  • Não há ascite.
  • Bexiga com ( pequena / moderada / grande ) repleção, paredes regulares e conteúdo homogêneo.

Integração com PACS e RIS

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.