Ressonância magnética de crânio
A RM de crânio é o método de referência para avaliar o encéfalo, detectando lesões isquêmicas, tumorais, inflamatórias e desmielinizantes com alto contraste de tecidos moles. O Laudos.AI organiza os achados por compartimento e sistema, padronizando a impressão para revisão do radiologista.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO MÉTODO: Exame de ressonância magnética de crânio, realizado pela técnica de spin-eco com sequências pesadas em T1, antes e após a administração endovenosa de contraste paramagnético, técnica de turbo spin-eco pesada em T2, T2* e técnica de FLAIR; com aquisição multiplanar. Foram também realizadas sequências de difusão. ACHADOS: Sistema ventricular supratentorial apresentando forma e dimensões conservadas. IV ventrículo centrado, de forma conservada. Cisternas basais, fissuras encefálicas e sulcos corticais de aspecto normal para a faixa etária. Parênquima encefálico de forma e características de sinal conservadas. -- Após a administração do contraste paramagnético, não se observam impregnações anômalas. Não há evidências de lesões isquêmicas agudas ou de hemorragias parenquimatosas. IMPRESSÃO: Exame dentro dos padrões da normalidade. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO IDOSO MÉTODO: Exame de Ressonância Magnética de crânio, realizado pela técnica de spin-eco com sequências pesadas em T1, antes e após a administração endovenosa de contraste paramagnético, técnica de turbo spin-eco pesada em T2, T2* e técnica de FLAIR; com aquisição multiplanar. Foram também realizadas sequências de difusão. ACHADOS: Sistema ventricular com forma conservada e dimensões aumentadas em grau leve / moderado. Cisternas basais, fissuras encefálicas e sulcos corticais de aspecto proeminente. Focos de hipersinal em T2 e FLAIR localizados na ponte e na substância branca subcortical e periventricular, que não apresentam efeito expansivo, restrição à difusão ou realce pelo contraste. Focos nucleocapsulares de sinal similar ao líquor que admitem como diferencial espaços perivasculares alargados ou lesões lacunares sequelares. Restante do parênquima encefálico de forma e características de sinal conservadas. Após a administração do contraste paramagnético, não se observam impregnações anômalas. Não há evidências de lesões isquêmicas agudas ou de hemorragias parenquimatosas. Espessamento mucoso dos seios etmoidais e esfenoidais. IMPRESSÃO: Aumento dos espaços liquóricos em detrimento do parênquima cerebral. Focos de alteração de sinal na substância branca supratentorial, compatíveis com gliose ou rarefação da mielina, mais provavelmente relacionados à microangiopatia. Focos nucleocapsulares de sinal similar ao líquor que admitem como diferencial espaços perivasculares alargados ou lesões lacunares sequelares.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CRÂNIO
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
MÉTODO
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Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de RM descreve
Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de cranio. A descrição se organiza em torno de parênquima encefálico, sistema ventricular, espaços liquóricos, calota e transição craniocervical — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é evento neurológico agudo, cefaleia investigada ou seguimento de lesão conhecida. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de cranio a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.
A armadilha desta região: em contexto agudo, achado crítico não pode ficar só no corpo do laudo: precisa de comunicação documentada com hora e interlocutor.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de cranio é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: restrição à difusão, desvio da linha média, efeito de massa, achado crítico. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de cranio vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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