BI-RADS
O sistema do ACR para achados mamários: categorias de 0 a 6, conduta associada e a linguagem comum entre mamografia, US e RM de mama.
Ver categorias →As classificações da rotina radiológica, reconstruídas como corpus de decisão: estruturadas, citadas e vigentes, servidas por API no RadCommons e aplicadas pelo GUIDE dentro do laudo.
O sistema do ACR para achados mamários: categorias de 0 a 6, conduta associada e a linguagem comum entre mamografia, US e RM de mama.
Ver categorias →Estratificação de risco para CHC em pacientes de risco: categorias LR-1 a LR-5, LR-M e LR-TIV, com critérios maiores e auxiliares.
Ver categorias →Probabilidade de câncer clinicamente significativo na RM multiparamétrica de próstata, escore 1 a 5 por zona.
Ver categorias →Pontuação de nódulos tireoidianos por composição, ecogenicidade, forma, margem e focos ecogênicos, com régua de conduta por tamanho.
Ver categorias →Manejo de nódulos no rastreamento de câncer de pulmão por TC de baixa dose: categorias, probabilidade e seguimento.
Ver categorias →Risco de malignidade de lesões anexiais em US e RM, do O-RADS 1 ao 5, com conduta orientada por categoria.
Gradação de doença coronariana na angio-TC: estenose, modificadores e implicação de conduta.
Classificação de cistos renais complexos, da categoria I à IV, com probabilidade de malignidade e conduta.
Ver categorias →Critérios de resposta tumoral por imagem, com seleção de lesões-alvo, mensuração e categorias CR, PR, SD e PD.
Ver critérios →Recomendações de seguimento para nódulos pulmonares incidentais, por tamanho, morfologia e risco do paciente.
Resumo educativo. O critério completo, vigente e citado vive no RadCommons; no laudo, o GUIDE sugere a categoria sempre para revisão médica.
Toda classificação vive em PDF, artigo e site de sociedade, em versões que mudam. Na rotina, isso vira critério de memória, print antigo e divergência entre colegas. Para IA, vira algo pior: modelo que cita critério que não existe.
O RadCommons reconstrói cada sistema como dado estruturado: critérios, categorias, condutas e a citação da fonte vigente, com versionamento. Radiologistas verificam; a API serve. O GUIDE usa esse corpus para sugerir a categoria dentro do laudo, com o critério a um clique.
Não, é a vitrine da rotina. O catálogo completo, com o detalhe de cada sistema e versão, vive no RadCommons, o corpus público da Laudos.AI.
O sistema ganha nova versão no corpus, com a citação da fonte. O log de cada laudo registra qual versão fundamentou a sugestão da época.
Sim, ele é servido por API justamente para fundamentar agentes e ferramentas de terceiros. A documentação de acesso está no subdomínio.
Uma classificação não é apenas uma lista de números. Ela depende do sistema correto, da versão vigente, da modalidade e dos achados que sustentam a categoria. Por isso o corpus mantém critérios e fontes ligados à versão, e o GUIDE apresenta a sugestão como ponto de revisão, não como saída autônoma.
Quando a diretriz muda, os casos antigos não devem ser reinterpretados silenciosamente pela regra nova. O log preserva a versão usada no momento do laudo, enquanto a versão vigente passa a orientar os novos casos. Essa separação é essencial para revisão retrospectiva e governança clínica.
Antes de aceitar uma categoria, confira se os descritores foram aplicados ao contexto certo, se o sistema cobre aquele exame e se a recomendação corresponde à versão adotada pela instituição. A ferramenta aproxima o critério do laudo; o julgamento final continua sendo de quem viu a imagem e assina.
Demo ao vivo com seus tipos de exame e o template da casa. Sem slides, direto no produto.