Ultrassonografia Doppler venoso dos membros inferiores
O Doppler venoso dos membros inferiores avalia a patência e a compressibilidade das veias profundas, sendo o exame de escolha para diagnóstico de trombose venosa profunda (TVP). Inclui a manobra de compressão e avaliação do fluxo. O Laudos.AI organiza a avaliação segmento a segmento e a presença de trombo em um laudo estruturado, sob revisão médica.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
DOPPLER VENOSO DOS MEMBROS INFERIORES Veias femorais comuns, superficiais, profundas e poplíteas de trajeto, calibre e compressibilidade preservados. Crossa da veia safena magna pérvia, sem sinais de trombose. Fluxo presente em todos os segmentos à análise com Doppler colorido e espectral, com curvas fásicas com a respiração. Veia _ apresentando-se um pouco calibrosa, de paredes ecogênicas e com material hipoecogênico no seu interior, associado a redução de sua compressibilidade. Ao Doppler, não se observa fluxo nesse segmento. Tal aspecto estende-se até a veia _ Demais segmentos venosos pérvios e com fluxo preservado ao Doppler. Conclusão: Ausência de sinais de trombose venosa profunda. Sinais de trombose venosa profunda no segmento
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
DOPPLER VENOSO DOS MEMBROS INFERIORES
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Conclusão
Sintetiza o laudo em linguagem direta, mantendo coerência com o corpo do relatório.
Antes de copiar
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de venoso dos membros inferiores. A descrição se organiza em torno de calibre, trajeto, parede e ramos dos vasos avaliados, com perviedade documentada — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é aneurisma, doença oclusiva, trombose ou planejamento de intervenção. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de venoso dos membros inferiores a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.
A armadilha desta região: medida de calibre precisa dizer o plano e o nível de referência; sem isso a comparação entre exames vira ruído.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de venoso dos membros inferiores é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: realce pós-contraste, achado crítico. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de venoso dos membros inferiores vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
Como a máscara fecha a conclusão?
Ausência de sinais de trombose venosa profunda. Sinais de trombose venosa profunda no segmento A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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