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Ultrassonografia de glândulas salivares

A ultrassonografia de glândulas salivares estuda as parótidas e submandibulares (e sublinguais quando acessíveis), pesquisando sialolitíase, sialoadenite, cistos e nódulos, com Doppler para vascularização. O Laudos.AI organiza os achados por glândula e padroniza descrições. A interpretação e a conduta são médicas.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

DÚPLEX-DOPPLER COLORIDO DO SISTEMA VENOSO ESPLÂNCNICO

Fígado de dimensões normais, contornos regulares e bordos finos (LE = [...] cm e LD = [...] cm).
Parênquima hepático com ecotextura e ecogenicidade preservadas, não se visualizando lesões focais.
Veia porta e seus ramos direito e esquerdo com calibre e trajeto normais (calibre da VP = [...] cm).
Veias hepáticas com calibre e distribuição normais.
Planos periportais regulares e normorrefringentes.
Vesícula biliar normodistendida, com paredes finas e regulares.
Conteúdo vesicular anecogênico, sem cálculos.
Vias biliares intra-hepáticas sem dilatações. Hepatocolédoco de calibre normal.
Baço de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais.
Dimensões: [...] cm. Volume: [...] cc.
Índice esplênico: [...] (normal: < 60).
Pâncreas de dimensões, ecotextura e ecogenicidade normais. Não há dilatação do ducto pancreático principal.

O estudo hemodinâmico com Doppler colorido e pulsado revelou:
Veia porta pérvia, com fluxo monofásico-hepatopetal.
Ramos portais direito e esquerdo pérvios, com fluxo monofásico-hepatopetal.
Artéria hepática própria pulsátil, com fluxo bifásico.
Veias hepáticas pérvias, com fluxo multifásico-hepatofugal.
Veia mesentérica superior pérvia, com fluxo monofásico–hepatopetal.
Veia esplênica pérvia, com fluxo monofásico-hepatopetal.

Biometria vascular e Dopplervelocimetria:
Vasos
Diâmetro (cm)
Velocidade (cm/s)
- Veia porta
[...]
[...]
- Ramo portal D
[...]
[...]
- Ramo portal E
[...]
[...]
- Artéria hepática própria
[...]
[...]
- Veia mesentérica superior
[...]
[...]
- Veia esplênica retropancreática
[...]
[...]
- Veia esplênica hilar
[...]
[...]

Valores normais:
Veia porta - diâmetro
< 1,2 cm
Veia porta - velocidade de fluxo (VTMAX)
> 15 cm/s
Artéria hepática – velocidade de pico sistólico (VPS)
30 cm/s a 60 cm/s

CONCLUSÃO: Dúplex-Doppler colorido do sistema venoso esplâncnico revelou:
- Sistema venoso portal pérvio, com velocidade de fluxo dentro dos limites da normalidade.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática, com até 5 máscaras próprias.

Como usar esta máscara

DÚPLEX-DOPPLER COLORIDO DO SISTEMA VENOSO ESPLÂNCNICO

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

O estudo hemodinâmico com Doppler colorido e pulsado revelou

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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