Ultrassonografia arterial e venosa dos membros inferiores (Doppler)
Este exame combina a avaliação arterial (estenoses, oclusões, placas) e venosa (trombose e refluxo) dos membros inferiores em um único estudo Doppler. O Laudos.AI organiza separadamente os territórios arterial e venoso e integra a impressão. A conduta vascular é exclusivamente médica.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
ULTRASSONOGRAFIA COM DOPPLER DO SISTEMA ARTERIAL E VENOSO DO MEMBRO SUPERIOR [...]
Realizada avaliação das artérias dos membro superior desde a subclávia até a radial e ulnar.
As artérias subclávia, axilar, braquial, radial e ulnar apresentam paredes regulares e calibres preservados, não se evidenciando dilatações, placas ateromatosas ou estenoses.
As artérias subclávia, axilar, braquial, radial e ulnar apresentam placas parietais calcificadas e calibres preservados, não se evidenciando dilatações ou estenoses.
Ao estudo com Doppler, o padrão espectral e velocidades estão conservados.
As veias subclávia, axilar, braquial, radial e ulnar de trajeto, calibre e compressibilidade preservados.
Veias cefálica e basílica de trajeto preservado e compressíveis até suas crossas.
Presença de espessamento parietal difuso na veia (cefálica basílica) , envolvendo o (antebraço braço) (direito esquerdo) .
Direito
Antebraço distal (cm)
Prega cubital (cm)
1/3 médio do braço (cm)
Cefálica
[...]
[...]
[...]
Basílica
[...]
[...]
[...]
Esquerdo
Antebraço distal (cm)
Prega cubital (cm)
1/3 médio do braço (cm)
Cefálica
[...]
[...]
[...]
Basílica
[...]
[...]
[...]
Fluxo presente em todos os segmentos à análise com Doppler colorido e espectral, com curvas fásicas com a respiração.
Conclusão:
- Artérias analisadas com aspecto ultrassonográfico e ao Doppler dentro dos limites da normalidade.
- Ausência de sinais de trombose venosa profunda.
- Sinais de (tromboflebite flebite) na veia (cefálica basílica) .Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
Conclusão
Sintetiza o laudo em linguagem direta, mantendo coerência com o corpo do relatório.
Antes de copiar
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de US descreve
Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de arterial e venoso dos membros inferiores. A descrição se organiza em torno de calibre, trajeto, parede e ramos dos vasos avaliados, com perviedade documentada — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é aneurisma, doença oclusiva, trombose ou planejamento de intervenção. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de arterial e venoso dos membros inferiores a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.
A armadilha desta região: medida de calibre precisa dizer o plano e o nível de referência; sem isso a comparação entre exames vira ruído.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de arterial e venoso dos membros inferiores é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: realce pós-contraste, achado crítico. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de arterial e venoso dos membros inferiores vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
Como a máscara fecha a conclusão?
- Artérias analisadas com aspecto ultrassonográfico e ao Doppler dentro dos limites da normalidade. - Ausência de sinais de trombose venosa profunda. - Sinais de (tromboflebite flebite) na veia (cefálica basílica) . A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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