Tomografia computadorizada venosa cervical (flebografia por TC)
A flebografia por TC cervical avalia a patência das veias jugulares internas e demais vasos venosos do pescoço, sendo útil na suspeita de trombose e na compressão venosa. O Laudos.AI estrutura os achados por segmento venoso e padroniza a descrição de falhas de enchimento e circulação colateral. O médico revisa, edita e assina o laudo.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME TOTAL (Água+IV) Aquisição volumétrica, com contrastes oral negativo (água) e venoso. (Sem contraste) Aquisição volumétrica, sem contraste. Indicação clínica: [Avaliação de cisto renal ]. Rins tópicos, de dimensões e contornos preservados, apresentando boa concentração e eliminação do meio de contraste. Parênquima com espessura e atenuação normais. LESÃO: Cisto [septo/paredes/calcificações] [hiperdenso] LOCALIZAÇÃO: [Anterior/posterior/posteromedial/anteromedial/lateral] [Pólo superior/médio/ inferior] TAMANHO: CLASSIFICAÇÃO DE BOSNIAK: Não se observam imagens de cálculos ou hidronefrose. Artérias renais únicas e pérvias. Veias renais pérvias e anatômicas. Ausência de linfonodomegalias. Achados adicionais: IMPRESSÃO: 1. Cisto...., enquadrado na categoria ___ de Bosniak*. RECOMENDAÇÕES: Bosniak I e II: não há recomendações específicas para este achado (baixíssima probabilidade de lesão maligna)*. *Radiology. 2005 Aug;236(2):441-50. Bosniak II-F: baixa probabilidade de lesão maligna. Sugere-se controle evolutivo em 6 meses (por tomografia computadorizada ou ressonância magnética)*. *Radiology. 2005 Aug;236(2):441-50. Bosniak III: a probabilidade de neoplasia nesta categoria é ao redor de 50%*. *Radiology. 2012 Jan;262(1):152-60. Bosniak IV: alta probabilidade de neoplasia maligna (superior a 80%)*. *BJU Int. 2000 Oct;86(6):607-9.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOME TOTAL
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
TAMANHO
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de TC descreve
Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de venosa cervical. A descrição se organiza em torno de calibre, trajeto, parede e ramos dos vasos avaliados, com perviedade documentada — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é aneurisma, doença oclusiva, trombose ou planejamento de intervenção. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de venosa cervical a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Cada estrutura com campo próprio reduz omissão por cansaço no fim do plantão.
A armadilha desta região: medida de calibre precisa dizer o plano e o nível de referência; sem isso a comparação entre exames vira ruído.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de venosa cervical é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: realce pós-contraste, achado crítico. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de venosa cervical vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
Conteúdo atualizado em .