Tomografia computadorizada de joelho com medida TA-GT
A TC de joelho com medida TA-GT avalia o alinhamento patelofemoral, quantificando a lateralização da tuberosidade tibial em relação à garganta troclear, parâmetro chave na instabilidade da patela. O Laudos.AI padroniza a aquisição em sobreposição de imagens e estrutura medidas de TA-GT, displasia troclear e altura patelar. O médico revisa, edita e assina o laudo.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DOS JOELHOS PARA ESTUDO FEMOROPATELAR Técnica: Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares. Realizadas aquisições em extensão e semiflexão de 15 graus e de 30 graus. Análise: Patelas tipo <> de Wiberg apresentando báscula e subluxação lateral nas aquisições em extensão e semiflexão de 15 graus, com redução na semiflexão de 30 graus. TILT patelar (inclinação da patela em relação a linha intercondilar posterior) Extensão Semiflexão de 15 graus Semiflexão de 30 graus Direita <>º <>º <>º Esquerda <>º <>º <>º Trócleas femorais displásicas com contornos abaulados no aspecto superior, sendo os ângulos de inclinação das facetas laterais (com abertura medial) medindo cerca de <> graus a direita e <> graus a esquerda; já os ãngulos dos sulcos trocleares medem aproximadamente <> graus a direita e <> graus a esquerda. Alturas patelares dentro dos limites da normalidade sendo o índice de Caton-Deschamps medido na aquisição de semiflexão de 30 graus de cerca de <> a direita e <> a esquerda. Medida de TAGT realizada em extensão de <> mm a direita e de <> mm a esquerda. Fragmento ósseo intra-articular junto da faceta medial da patela esquerda medindo aproximadamente <> cm, compatível com sequela avulsiva de sítio de inserção do retináculo medial da patela e do ligamento patelo-femoral medial. Cistos subcondrais no vértice e início da faceta lateral da patela esquerda e, de forma mais tênue no vértice da patela direita, inferindo condropatia. Planos miotendíneos sem alterações detectáveis ao método.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DOS JOELHOS PARA ESTUDO FEMOROPATELAR
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Técnica
Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Medidas e unidades
Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de TC descreve
Este modelo cobre o laudo de tomografia computadorizada de joelho tagt. A descrição se organiza em torno de estruturas ósseas, cartilaginosas, tendíneas e ligamentares da região, com partes moles adjacentes — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é trauma, dor mecânica ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de joelho tagt a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. Campos por estrutura tornam laudos seriados comparáveis entre si e entre observadores diferentes.
A armadilha desta região: lateralidade e correlação com o lado sintomático precisam estar explícitas — é o erro de laudo mais frequente e o mais evitável.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de joelho tagt é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: laudo estruturado, achado incidental. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de joelho tagt vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
Que técnica o laudo de tomografia computadorizada de joelho com medida ta-gt pressupõe?
Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares. Realizadas aquisições em extensão e semiflexão de 15 graus e de 30 graus. Todos os modelos de tomografia computadorizada
O que a máscara de TC descreve, item a item?
A análise percorre 18 pontos, nesta ordem:
- Patelas tipo <> de Wiberg apresentando báscula e subluxação lateral nas aquisições em extensão e semiflexão de 15 graus, com redução na semiflexão de 30 graus.
- TILT patelar (inclinação da patela em relação a linha intercondilar posterior)
- Extensão
- Semiflexão de 15 graus
- Semiflexão de 30 graus
- Direita
- <>º
- <>º
- <>º
- Esquerda
- <>º
- <>º
- <>º
- Trócleas femorais displásicas com contornos abaulados no aspecto superior, sendo os ângulos de inclinação das facetas laterais (com abertura medial) medindo cerca de <> graus a direita e <> graus a esquerda; já os ãngulos dos sulcos trocleares medem aproximadamente <> graus a direita e <> graus a esquerda.
- Alturas patelares dentro dos limites da normalidade sendo o índice de Caton-Deschamps medido na aquisição de semiflexão de 30 graus de cerca de <> a direita e <> a esquerda.
- Medida de TAGT realizada em extensão de <> mm a direita e de <> mm a esquerda. Fragmento ósseo intra-articular junto da faceta medial da patela esquerda medindo aproximadamente <> cm, compatível com sequela avulsiva de sítio de inserção do retináculo medial da patela e do ligamento patelo-femoral medial.
- Cistos subcondrais no vértice e início da faceta lateral da patela esquerda e, de forma mais tênue no vértice da patela direita, inferindo condropatia.
- Planos miotendíneos sem alterações detectáveis ao método.
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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