Ressonância magnética de plexo braquial
A RM de plexo braquial avalia lesões traumáticas, tumorais e inflamatórias das raízes e troncos nervosos do plexo. O Laudos.AI estrutura o ditado por níveis (raízes, troncos, divisões, fascículos) e padroniza a descrição de pseudomeningoceles e espessamento neural. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO PLEXO BRAQUIAL XXXX METODOLOGIA Foram obtidas seqüências ponderadas em T1 e T2 em aquisições multiplanares, antes e após a administração do meio de contraste paramagnético por via endovenosa. ANÁLISE Troncos, divisões e fascículos, assim como os ramos nervosos do plexo braquial apresentam-se de continuidade, espessura e sinal preservados em toda sua extensão. Não há sinais de compressões extrínsecas e/ou formações expansivas em seus trajetos inter-escaleno, costo-clavicular e retropeitoral menor. Não há evidências de realces anômalos ao meio de contraste endovenoso. A análise sucinta da coluna cervical revela corpos vertebrais com altura e sinal da medular óssea conservados. Discos intervertebrais sem abaulamentos ou protrusões significativas. Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação. Medula espinhal de morfologia e sinal preservados
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO PLEXO BRAQUIAL XXXX
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
METODOLOGIA
Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Impressão
A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
O que este modelo de RM descreve
Este modelo cobre o laudo de ressonância magnética de plexo braquial. A descrição se organiza em torno de corpos vertebrais, discos, canal vertebral, forames e partes moles paravertebrais — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.
A indicação que mais chega para este exame é dor axial, radiculopatia ou seguimento pós-operatório. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.
No laudo de plexo braquial a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.
A armadilha desta região: o nível precisa ser nomeado disco a disco: descrição em bloco impede correlação com o dermátomo e com a conduta cirúrgica.
Norma, vocabulário e classificação
O laudo de plexo braquial é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.
Não há sistema de categorização consagrado para esta região, o que torna o vocabulário controlado ainda mais importante: sem categoria que carregue a conduta, é a palavra escolhida que comunica gravidade. A referência de conduta aplicável é o Resolução CFM 2.454/2026.
Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: efeito de massa, laudo estruturado. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.
Em campos nomeados, o laudo de plexo braquial vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.
Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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