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Angiorressonância arterial dos membros superiores

O estudo avalia o eixo subclávio-axilo-braquial e as artérias do antebraço e da mão, investigando estenoses, oclusões e compressões dinâmicas. O Laudos.AI organiza os achados por segmento arterial e, quando aplicável, registra manobras posicionais, padronizando a impressão para revisão do radiologista.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO
ANGIO-RM ARTERIAL INTRACRANIANA E CERVICAL

TÉCNICA:

Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, T2*/SWI, FLAIR e difusão; sem o uso do gadolínio. Angio-RM arterial cervical e intracraniana obtida através das técnicas 2D TOF, 3D TOF e 3D SPGR, reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP); sendo adquiridas antes, durante e após a injeção do meio de contraste paramagnético.

INFORMAÇÕES DO PEDIDO MÉDICO:

COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de
COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa.

ANÁLISE:

Espaços liquóricos preservados para a faixa etária.
Encéfalo apresenta morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos, de hemorragias intracranianas ou de impregnações anômalas após o uso do gadolínio.
Discreto alongamento difuso das artérias cervicais e intracranianas.
Arco aórtico e origem dos vasos da base apresentam leves irregularidades parietais difusas, sem estenoses.
A artéria vertebral esquerda é hipoplásica (variante anatômica).
Acotovelamento das porções proximais cervicais das artérias carótidas internas, sem estenoses.
Bulbos carotídeos sem estenoses.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.

COMENTÁRIOS:

Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO
ANGIO-RM ARTERIAL INTRACRANIANA

TÉCNICA:

Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, T2*, FLAIR e difusão; antes e após o uso do gadolínio. Angio-RM arterial intracraniana obtida com a sequência 3D-TOF, reconstruída com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP).

INFORMAÇÕES DO PEDIDO MÉDICO:

COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de
COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa.

ANÁLISE:

Espaços liquóricos preservados para a faixa etária.
Encéfalo apresenta morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos, de hemorragias intracranianas ou de impregnações anômalas após o uso do gadolínio.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Notam-se apenas variantes da normalidade que incluem uma hipoplasia da artéria vertebral direita e também da artéria cerebral anterior do mesmo lado.

COMENTÁRIOS:

Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

ANGIO-RM ARTERIAL E VENOSA INTRACRANIANA

TÉCNICA:

Angio-RM arterial e venosa intracranianas obtidas através das técnicas 3D TOF e 3D SPGR, reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP); sendo adquiridas antes e após a injeção do meio de contraste paramagnético. De maneira complementar foram obtidas imagens do encéfalo pesadas em FLAIR e difusão.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de
COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa.

ANÁLISE:

Discreto alongamento difuso das artérias intracranianas.
Não há sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Calibre e fluxo preservado nos grandes seios venosos durais, e no sistema venoso profundo de drenagem cerebral. Não há sinais de trombose venosa.
Não há alteração relevante do sinal do encéfalo nas imagens obtidas.

COMENTÁRIOS:

Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método.

	ANGIO-RM ARTERIAL INTRACRANIANA E CERVICAL

TÉCNICA:

Angio-RM arterial cervical e intracraniana obtida através das técnicas 3D TOF e 3D SPGR, reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP); sendo adquiridas antes, durante e após a injeção do meio de contraste paramagnético.
Realizadas ainda de forma complementar sequências multiplanares do encéfalo pesadas em FLAIR e difusão; sem o uso do gadolínio.

Angio-RM arterial cervical e intracraniana obtida através das técnicas 3D TOF e 3D SPGR, reconstruídas com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP); sendo adquiridas antes, durante e após a injeção do meio de contraste paramagnético.
Realizadas ainda de forma complementar sequências multiplanares do encéfalo pesadas em FLAIR, difusão e T1 pós-contraste.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

COMPARAÇÃO: Estudo comparado com exame de
COMPARAÇÃO: Exames anteriores não disponíveis para análise comparativa.

ANÁLISE:

Discreto alongamento difuso das artérias cervicais e intracranianas.
Arco aórtico e origem dos vasos da base apresentam leves irregularidades parietais difusas, sem estenoses.
A artéria vertebral esquerda é hipoplásica (variante anatômica).
Acotovelamento das porções proximais cervicais das artérias carótidas internas, sem estenoses.
Bulbos carotídeos sem estenoses.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Espaços liquóricos preservados.
Encéfalo com morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos, de hemorragias intracranianas ou de impregnações anômalas após o uso do meio de contraste paramagnético.

COMENTÁRIOS:

Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

RM crânio e angio-RM arterial intracraniana

Metodologia:

Exame realizado com sequências multiplanares pesadas em T1, T2, T2*, FLAIR e difusão; sem o uso do gadolínio. Angio-RM arterial intracraniana obtida sem o uso do gadolínio, com a sequência 3D-TOF, reconstruída com o algoritmo de projeção da intensidade máxima de sinal (MIP).

Análise:

Espaços liquóricos preservados para a faixa etária.
Focos puntiformes com alto sinal em T2/FLAIR são observados na substância branca dos hemisférios cerebrais, predominantemente subcorticais. Tal achado é pouco específico e pode ser encontrado na faixa etária.
O restante do encéfalo apresenta morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos ou de hemorragias intracranianas.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Nota-se apenas uma variante anatômica que consiste numa relativa hipoplasia da artéria vertebral direita.

Conclusão:
Ausência de alterações encefálicas significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

Ressonância magnética de crânio com angiografia por ressonância magnética das artérias intracranianas.

Metodologia:

Rotina de crânio sem contraste.
Rotina de angio-ressonância.
Exame realizado em aparelho de 3 T.

Análise:

Espaços liquóricos preservados.
Raros focos puntiformes com alto sinal em T2/FLAIR são observados na substância branca dos hemisférios cerebrais, predominantemente subcorticais frontais. Tal achado é pouco específico e pode ser habitualmente encontrado na faixa etária.
O restante do encéfalo apresenta morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos ou de hemorragias intracranianas.
Fluxo preservado nas grandes artérias e seios venosos intracranianos.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método. Nota-se uma variante anatômica que consiste numa relativa hipoplasia da artéria vertebral direita.
Outra variante anatômica consiste numa proeminência da artéria comunicante posterior direita.

Conclusão:
Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.

Ressonância magnética de crânio com angiografia por ressonância magnética das artérias intracranianas.

Metodologia:

Rotina de crânio sem contraste.
Rotina de angio-ressonância.
Exame realizado em aparelho de 3T.

Análise:

Espaços liquóricos preservados.
Encéfalo com morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos ou de hemorragias intracranianas.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Nota-se uma variante anatômica que consiste numa relativa hipoplasia da artéria vertebral direita.
Outra variante anatômica consiste na presença de infundíbulos na origem das comunicantes posteriores.

Conclusão:
Ausência de alterações significativas detectáveis pelo método.

Ressonância magnética de crânio com angiografia por ressonância magnética das artérias intracranianas.

Metodologia:

Rotina de crânio sem contraste.
Rotina de angio-ressonância.
Exame realizado em aparelhos de 1,5T e 3,0T.

Análise:

Leve proeminência global dos espaços liquóricos em detrimento do parênquima encefálico, dentro do esperado para a faixa etária.
Focos puntiformes com alto sinal em T2/FLAIR são observados na substância branca dos hemisférios cerebrais, predominantemente subcorticais. Tal achado é pouco específico e pode ser habitualmente encontrado na faixa etária. Mais provavelmente sinaliza microangiopatia.
Calcificações palidais bilaterais e simétricas, habituais na faixa etária.
Leve hipossinal em T2 bilateral e simétrico acometendo os putâmens, substância nigra, núcleos rubros e núcleos denteados cerebelares. O aspecto sugere depósito de ferro que pode ser encontrado na faixa etária.
Não há alteração volumétrica significativa do tronco encefálico ou do cerebelo.
O restante do encéfalo apresenta morfologia e sinal normais.
Não há sinais de eventos isquêmicos agudos ou de hemorragias intracranianas.
As artérias intracranianas não apresentam sinais de estenose focal, circulação anômala ou dilatação aneurismática detectável pelo método.
Nota-se uma variante anatômica que consiste numa proeminência das artérias comunicantes posteriores, principalmente à direita.
Discretas irregularidades parietais nos sifões carotídeos, de origem ateromatosa, sem determinar estenose.

Conclusão:
Ausência de alterações encefálicas significativas detectáveis pelo método para a faixa etária em questão.
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO ENCÉFALO

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ANGIO-RM ARTERIAL INTRACRANIANA E CERVICAL

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