Ressonância magnética de pelve para fístula perianal
A RM de fístula perianal é o método de escolha para mapear trajetos, identificar trajetos secundários e abscessos, e classificar a relação com os esfíncteres. O Laudos.AI estrutura o ditado por classificação de Parks e relógio anal, padronizando orifícios interno/externo. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.
Indicações
- Fístula perianal e secreção purulenta perianal recorrente
- Doença de Crohn com acometimento perianal
- Suspeita de abscesso perianal/isquiorretal
- Planejamento e controle pós-operatório de fístula complexa
- Avaliação de fístula recidivada
Técnica padrão
RM com bobina de superfície (pelve), sequências T2 e STIR de alta resolução nos planos axial e coronal oblíquos ao canal anal, T1 e T1 pós-gadolínio com saturação de gordura. DWI auxilia na detecção de coleções ativas.
Estrutura do laudo
- Técnica e protocolo
- Orifício interno e localização no relógio anal
- Trajeto primário e relação com os esfíncteres
- Trajetos secundários e ramificações
- Coleções e abscessos associados
- Atividade inflamatória do trajeto
- Impressão diagnóstica
Achados comuns
Fístula interesfincteriana
Trajeto que permanece no plano interesfincteriano sem atravessar o esfíncter externo (Parks tipo I).
Fístula transesfincteriana
Trajeto que cruza o esfíncter externo em direção à fossa isquiorretal (Parks tipo II), descrevendo-se a altura do cruzamento.
Abscesso perianal/isquiorretal
CRITColeção com realce periférico e restrição à difusão, indicando processo ativo que pode requerer drenagem.
Trajeto em ferradura
Extensão do trajeto contornando o canal anal posteriormente, conectando ambas as fossas isquiorretais.
Atividade inflamatória do trajeto
Hipersinal em STIR e realce do trajeto indicando atividade; sinal baixo e ausência de realce sugerem fibrose/inatividade.
Acometimento perianal por Crohn
Fístulas complexas e múltiplas com proctite associada, relevante para o manejo clínico-cirúrgico.
Classificações aplicáveis
Exemplo de impressão
Fístula perianal transesfincteriana com orifício interno às 6 horas (relógio anal), trajeto ativo e pequena coleção associada na fossa isquiorretal direita. Recomenda-se correlação clínico-coloproctológica. Sujeito a revisão e assinatura do médico radiologista.
Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.
Perguntas frequentes
Por que a RM é a melhor para fístula perianal?
A RM mapeia com precisão o trajeto, identifica trajetos secundários e abscessos ocultos e classifica a relação com os esfíncteres, reduzindo recidivas pós-operatórias.
A RM diferencia fístula ativa de fibrosada?
Sim. Hipersinal em STIR e realce indicam atividade, enquanto baixo sinal e ausência de realce sugerem fibrose, orientando a conduta.
Estruture seu laudo de Ressonância magnética de pelve para fístula perianal com o Laudos.AI
Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.