PRODUTO · CRIT

Achado crítico não pode
depender de print

O CRIT transforma a comunicação de achados críticos em protocolo: SLA definido, escalonamento em níveis quando ninguém responde e trilha de auditoria por exame.

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Cadeia de escalonamento com um nó de achado crítico pulsando

Como funciona

WORKLIST
Assinados128
Em revisão34
Críticos comunicados3
DETECÇÃO
Sinalizado no fluxo do laudo

O achado crítico é marcado durante o próprio ditado, sem sair da tela e sem depender de memória no fim do plantão. O laudo e a comunicação nascem juntos.

ACHADOALERTA · SLA 15 MINCONFIRMADO ✓
SLA
Comunicação com prazo

Cada nível de criticidade tem prazo e canal definidos pela instituição. O relógio é do protocolo, não do acaso ou da boa vontade do corredor.

ESCALONAMENTO
Níveis até alguém assumir

Sem confirmação dentro do prazo, o caso sobe de nível automaticamente, até o loop fechar com registro de quem recebeu e quando.

O PAINEL CRIT, AO VIVO
DEMONSTRAÇÃO · DADOS DE EXEMPLO
ATIVOS
11
fila crítica aberta
SLA
39,1%
ciência dentro da janela
CONFIRMAÇÃO MÉDIA
24 min
criação até ciência
VIOLAÇÕES
3
romperam SLA
FALHAS ENTREGA
9
pendentes de retry
P1 imediato
3 no SLA · 1 violação
10
P2 alto risco
6 no SLA · 2 violações
13
P3 monitorado
0 no SLA · 0 violações
0

Entrega por Inbox, WhatsApp e e-mail com retry, ciência registrada e violação de SLA rastreada por protocolo. Cada linha vira evidência de auditoria.

O ESCALONAMENTO, PASSO A PASSO
Achado crítico marcado no laudo · P1
Sem sair da tela, durante o próprio ditado
Notificação enviada · Inbox + WhatsApp
Relógio do SLA ligado: janela do nível 1
Sem ciência dentro da janela
Ninguém confirmou. Nada depende de alguém lembrar
Escalonado automaticamente · nível 2
Próximo da cadeia definida pela instituição
Ciência registrada · loop fechado
Quem recebeu, quando: gravado na trilha do exame

Por que print não é protocolo

Todo serviço conhece a cena: o achado urgente vira print no grupo do plantão, alguém viu, ninguém confirmou, e três dias depois ninguém sabe dizer se o solicitante foi avisado. Em auditoria, isso não se sustenta; para o paciente, pode custar caro.

Colégios de radiologia e programas de acreditação convergem no mesmo ponto: achado crítico exige comunicação ativa, com prazo, com confirmação de recebimento e com registro. É exatamente o que o CRIT implementa, sem criar trabalho novo para quem lauda.

O que a instituição define

Os níveis de criticidade, os prazos de cada nível, os canais de comunicação e a cadeia de escalonamento são configuração da casa. O CRIT executa o protocolo que a direção clínica definiu e produz a evidência de que ele foi cumprido.

Especificação

GATILHOMarcação do achado crítico durante o laudo
COMUNICAÇÃOCanal e prazo por nível de criticidade
ESCALONAMENTOAutomático entre níveis, até a confirmação
LOOP FECHADOConfirmação de recebimento registrada por exame
AUDITORIATrilha completa: quem marcou, quem recebeu, quando
GESTÃOPainel com SLA ao vivo para o gestor
PERGUNTAS DIRETAS
O CRIT decide o que é crítico?

Não. A definição do que é crítico e dos prazos é da instituição, orientada pelas suas diretrizes. O radiologista marca; o CRIT executa o protocolo e registra tudo.

E se ninguém responder?

O caso escala automaticamente para o próximo nível da cadeia definida pela casa, quantas vezes for preciso, até alguém confirmar o recebimento. Cada passo fica registrado.

Isso gera trabalho extra para quem lauda?

O contrário: substitui o print, a ligação perdida e a anotação avulsa por um clique dentro do fluxo que o radiologista já está executando.

Serve para acreditação e auditoria?

Sim. O registro por exame de comunicação, prazo e confirmação é exatamente a evidência que processos de acreditação e auditorias pedem.

Ver o fluxo completo Painel para gestores Guia de achado crítico no blog
PRÓXIMO PASSO

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