Ressonância magnética de pelve feminina
A RM de pelve feminina caracteriza miomas, adenomiose, massas anexiais e anomalias müllerianas. O Laudos.AI estrutura o ditado por órgão (útero, ovários, vagina, anexos) e padroniza a descrição de zonas uterinas, realce e sinal das lesões. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.
Indicações
- Caracterização de massa anexial indeterminada ao ultrassom
- Mapeamento de miomas e suspeita de adenomiose
- Investigação de sangramento uterino anormal
- Avaliação de anomalias müllerianas (útero septado, bicorno)
- Estadiamento inicial de lesões pélvicas femininas
Técnica padrão
RM com sequências T2 de alta resolução multiplanar (incluindo planos do eixo uterino), T1 com e sem saturação de gordura, DWI/ADC e T1 dinâmico pós-gadolínio. Antiespasmódico para reduzir peristaltismo; bexiga moderadamente cheia.
Estrutura do laudo
- Técnica e protocolo
- Útero (zonas, endométrio, miométrio)
- Colo uterino e vagina
- Ovários e anexos
- Fundo de saco e estruturas de suporte
- Linfonodos e demais estruturas pélvicas
- Impressão diagnóstica
Achados comuns
Leiomioma uterino
Nódulo miometrial bem delimitado, geralmente hipointenso em T2; localização (submucoso, intramural, subseroso) e degeneração são descritas.
Adenomiose
Espessamento da zona juncional acima de 12 mm com focos hiperintensos puntiformes e útero globoso.
Cisto/tumor anexial
Lesão ovariana caracterizada por critérios morfológicos e de realce; componente sólido e septações grosseiras aumentam a suspeição.
Endometrioma
Cisto com hipersinal em T1 sem supressão de gordura e shading em T2, indicando conteúdo hemático.
Anomalia mülleriana
Variações do contorno fúndico e do septo uterino que diferenciam útero septado, bicorno e didelfo.
Massa anexial suspeita de malignidade
CRITComponente sólido com realce precoce e restrição à difusão, ascite e implantes; achado que requer encaminhamento oncológico.
Classificações aplicáveis
Exemplo de impressão
Útero com múltiplos leiomiomas intramurais, o maior na parede posterior, e espessamento da zona juncional compatível com adenomiose; ovários sem lesões focais suspeitas. Recomenda-se correlação clínico-ginecológica. Sujeito a revisão e assinatura do médico radiologista.
Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.
Perguntas frequentes
A RM é melhor que o ultrassom para massa anexial?
São complementares. O ultrassom é inicial; a RM caracteriza melhor lesões indeterminadas, com classificação O-RADS que estima o risco de malignidade.
Adenomiose precisa de contraste?
Geralmente não. A adenomiose é diagnosticada por T2 (zona juncional); o contraste auxilia em casos duvidosos ou na avaliação de outras lesões.
Estruture seu laudo de Ressonância magnética de pelve feminina com o Laudos.AI
Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.