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Ressonância magnética de abdome superior com colangiorressonância

A colangiorressonância utiliza sequências fortemente ponderadas em T2 que tornam a bile e o suco pancreático hiperintensos, revelando a árvore biliar e o ducto de Wirsung sem contraste nem cateterismo. O Laudos.AI estrutura os achados por segmento ductal, calibre, presença de cálculos e variações anatômicas, gerando uma impressão padronizada para conduta endoscópica ou cirúrgica.

Indicações

  • Coledocolitíase suspeita (dor biliar, icterícia, enzimas alteradas)
  • Estenoses biliares benignas ou malignas
  • Investigação de colangite esclerosante primária
  • Avaliação de variantes anatômicas pré-colecistectomia
  • Pancreatite recorrente e pancreas divisum

Técnica padrão

Sequências 2D radiais espessas e 3D respiratory-triggered fortemente ponderadas em T2 centradas no hilo hepático, complementadas por T2 axial/coronal, difusão e, quando indicado, estudo dinâmico pós-gadolínio. Jejum de 4 a 6 horas para reduzir secreções gástricas e melhorar o contraste da bile.

Estrutura do laudo

  1. Técnica e sequências de CPRM
  2. Vias biliares intra-hepáticas
  3. Colédoco e junção biliopancreática
  4. Ducto pancreático principal
  5. Vesícula biliar e fígado
  6. Impressão diagnóstica

Achados comuns

Coledocolitíase

CRIT

Falha de enchimento hipointensa dependente da gravidade no interior do colédoco, com dilatação a montante.

Dilatação das vias biliares

Aumento do calibre dos ductos intra e/ou extra-hepáticos, indicando obstrução distal a ser localizada.

Estenose biliar

Estreitamento focal do ducto com dilatação proximal; padrão regular sugere causa benigna e irregular requer atenção.

Pancreas divisum

Drenagem dominante do ducto dorsal pela papila menor, variação associada a pancreatite recorrente.

Colelitíase

Imagens hipointensas no interior da vesícula nas sequências T2, móveis com o decúbito.

Exemplo de impressão

Vias biliares intra-hepáticas de calibre normal. Colédoco discretamente dilatado com falha de enchimento distal compatível com cálculo, sem sinais de colangite. Ducto pancreático de aspecto habitual. Sugere-se correlação clínico-laboratorial; laudo sujeito à revisão médica.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

A colangiorressonância substitui a CPRE?

Como método diagnóstico não invasivo, a CPRM costuma ser a primeira escolha; a CPRE fica reservada para casos que também demandam tratamento, como retirada de cálculo.

Por que preciso ficar em jejum?

O jejum reduz secreções gástricas e duodenais que poderiam mascarar a árvore biliar nas sequências T2, melhorando a qualidade das imagens.

Estruture seu laudo de Ressonância magnética de abdome superior com colangiorressonância com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.