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Tomografia computadorizada de enterotomografia (enterotomografia)

A enterotomografia avalia o intestino delgado distendido por grande volume de contraste neutro oral, sendo útil na doença de Crohn, sangramento obscuro e tumores. O Laudos.AI estrutura os achados por segmento, padroniza a graduação de espessamento e realce parietal e descreve complicações como estenoses e fístulas. O médico revisa, edita e assina o laudo.

Indicações

  • Doença de Crohn: atividade, estenoses e complicações
  • Sangramento gastrointestinal obscuro
  • Suspeita de tumor de intestino delgado
  • Avaliação de obstrução parcial de delgado
  • Investigação de fístulas e abscessos enterais

Técnica padrão

Ingestão fracionada de grande volume de contraste neutro oral para distensão das alças, seguida de aquisição com contraste iodado endovenoso em fase entérica (e portal). Espasmolítico endovenoso quando disponível. Reconstruções multiplanares de alta resolução.

Estrutura do laudo

  1. Técnica e preparo (distensão luminal)
  2. Alças do delgado: parede, realce e distensão
  3. Mesentério e gordura adjacente
  4. Linfonodos e vasos mesentéricos
  5. Complicações (estenose, fístula, abscesso)
  6. Demais órgãos abdominais
  7. Impressão diagnóstica

Achados comuns

Espessamento parietal com hiper-realce (Crohn ativo)

Espessamento segmentar com realce mucoso/estratificado e ingurgitamento dos vasos retos (comb sign).

Estenose com dilatação a montante

CRIT

Redução luminal com alça pré-estenótica dilatada, sugerindo componente obstrutivo.

Fístula / trajeto fistuloso

CRIT

Comunicação anômala entre alças ou com estruturas vizinhas, frequente na doença de Crohn complicada.

Abscesso intra-abdominal

CRIT

Coleção com realce periférico associada a inflamação transmural.

Tumor de delgado

Lesão parietal focal com realce, podendo corresponder a tumor neuroendócrino, GIST ou adenocarcinoma.

Exemplo de impressão

Espessamento parietal segmentar do íleo terminal com hiper-realce mucoso, ingurgitamento dos vasos retos e densificação da gordura mesentérica, achados compatíveis com atividade inflamatória (doença de Crohn). Ausência de coleção ou fístula identificável. Laudo gerado com assistência de IA e revisado, editado e assinado por médico radiologista.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre enterotomografia e TC de abdome convencional?

A enterotomografia usa grande volume de contraste neutro oral para distender as alças do delgado e protocolo de fase entérica, permitindo avaliar a parede intestinal com muito mais detalhe.

Quando preferir enterorressonância?

Em pacientes jovens com doença de Crohn que necessitam de seguimento repetido, a enterorressonância evita radiação; a enterotomografia é mais rápida e útil em emergências e sangramentos.

Estruture seu laudo de Tomografia computadorizada de enterotomografia (enterotomografia) com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.