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Tomografia computadorizada de abdome total para doador hepático

Protocolo dedicado à avaliação do candidato a doador hepático vivo, com fases arterial, portal e venosa para mapear artéria hepática, veia porta, veias hepáticas e anatomia biliar, além de volumetria do lobo a ser doado. O Laudos.AI organiza a descrição vascular segmentar e calcula volumes hepáticos, sempre sob supervisão e validação do radiologista da equipe de transplante.

Indicações

  • Avaliação pré-operatória de candidato a doador hepático vivo
  • Mapeamento da anatomia arterial hepática e variantes
  • Estudo da drenagem venosa hepática e veia porta
  • Volumetria do enxerto (lobo direito ou esquerdo)
  • Pesquisa de esteatose e lesões hepáticas que contraindiquem a doação

Técnica padrão

Aquisição multifásica do abdome em apneia: fase sem contraste, arterial (mapeamento da artéria hepática), portal e venosa (veias hepáticas e porta). Cortes finos com reconstruções 3D/MIP e volumetria hepática segmentar. Avaliação de esteatose.

Estrutura do laudo

  1. Técnica e fases
  2. Anatomia arterial hepática e variantes
  3. Veia porta e ramos
  4. Veias hepáticas e drenagem
  5. Volumetria hepática (total e do enxerto)
  6. Parênquima, vias biliares e esteatose
  7. Impressão diagnóstica para transplante

Achados comuns

Variante arterial hepática

Artéria hepática direita ou esquerda acessória/substituída, com origem em mesentérica superior ou gástrica esquerda.

Variante da veia porta

Trifurcação portal ou ramo posterior direito de origem precoce, relevante para o planejamento.

Drenagem venosa acessória

Veias hepáticas acessórias do segmento V/VIII com necessidade de reconstrução no enxerto.

Esteatose hepática

Infiltração gordurosa que, se significativa, pode contraindicar a doação.

Volumetria do enxerto

Estimativa volumétrica do lobo a ser doado e do remanescente para o doador.

Exemplo de impressão

Anatomia arterial hepática com padrão convencional, veia porta sem variantes relevantes e drenagem venosa hepática típica. Parênquima sem sinais de esteatose significativa nem lesões focais. Volumetria a ser correlacionada com os parâmetros da equipe de transplante. Laudo assistido por IA, revisado e validado pelo médico radiologista responsável.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

Por que a volumetria é importante para o doador?

Para garantir que o enxerto seja suficiente para o receptor e que o fígado remanescente seja seguro para o doador.

O que pode contraindicar a doação na TC?

Esteatose significativa, lesões hepáticas suspeitas ou anatomia vascular desfavorável podem inviabilizar a doação.

Estruture seu laudo de Tomografia computadorizada de abdome total para doador hepático com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.