Tomografia computadorizada de abdome total para doador hepático
Protocolo dedicado à avaliação do candidato a doador hepático vivo, com fases arterial, portal e venosa para mapear artéria hepática, veia porta, veias hepáticas e anatomia biliar, além de volumetria do lobo a ser doado. O Laudos.AI organiza a descrição vascular segmentar e calcula volumes hepáticos, sempre sob supervisão e validação do radiologista da equipe de transplante.
Indicações
- Avaliação pré-operatória de candidato a doador hepático vivo
- Mapeamento da anatomia arterial hepática e variantes
- Estudo da drenagem venosa hepática e veia porta
- Volumetria do enxerto (lobo direito ou esquerdo)
- Pesquisa de esteatose e lesões hepáticas que contraindiquem a doação
Técnica padrão
Aquisição multifásica do abdome em apneia: fase sem contraste, arterial (mapeamento da artéria hepática), portal e venosa (veias hepáticas e porta). Cortes finos com reconstruções 3D/MIP e volumetria hepática segmentar. Avaliação de esteatose.
Estrutura do laudo
- Técnica e fases
- Anatomia arterial hepática e variantes
- Veia porta e ramos
- Veias hepáticas e drenagem
- Volumetria hepática (total e do enxerto)
- Parênquima, vias biliares e esteatose
- Impressão diagnóstica para transplante
Achados comuns
Variante arterial hepática
Artéria hepática direita ou esquerda acessória/substituída, com origem em mesentérica superior ou gástrica esquerda.
Variante da veia porta
Trifurcação portal ou ramo posterior direito de origem precoce, relevante para o planejamento.
Drenagem venosa acessória
Veias hepáticas acessórias do segmento V/VIII com necessidade de reconstrução no enxerto.
Esteatose hepática
Infiltração gordurosa que, se significativa, pode contraindicar a doação.
Volumetria do enxerto
Estimativa volumétrica do lobo a ser doado e do remanescente para o doador.
Exemplo de impressão
Anatomia arterial hepática com padrão convencional, veia porta sem variantes relevantes e drenagem venosa hepática típica. Parênquima sem sinais de esteatose significativa nem lesões focais. Volumetria a ser correlacionada com os parâmetros da equipe de transplante. Laudo assistido por IA, revisado e validado pelo médico radiologista responsável.
Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.
Perguntas frequentes
Por que a volumetria é importante para o doador?
Para garantir que o enxerto seja suficiente para o receptor e que o fígado remanescente seja seguro para o doador.
O que pode contraindicar a doação na TC?
Esteatose significativa, lesões hepáticas suspeitas ou anatomia vascular desfavorável podem inviabilizar a doação.
Estruture seu laudo de Tomografia computadorizada de abdome total para doador hepático com o Laudos.AI
Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.