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Ultrassonografia obstétrica de 2º e 3º trimestres

O exame de segundo e terceiro trimestres avalia a biometria fetal, a estimativa de peso, a anatomia dos principais órgãos, a placenta, o cordão e o volume de líquido amniótico. Permite acompanhamento do crescimento e detecção de malformações. O Laudos.AI estrutura as biometrias (DBP, CC, CA, CF), os percentis e os achados anatômicos em um laudo claro, sob revisão médica.

Indicações

  • Avaliação morfológica fetal de segundo trimestre (18–24 semanas)
  • Acompanhamento do crescimento e estimativa de peso fetal
  • Avaliação do volume de líquido amniótico e da placenta
  • Rastreio de restrição de crescimento ou macrossomia
  • Controle de gestação de alto risco

Técnica padrão

Estudo transabdominal com transdutor convexo (3,5–5 MHz) em modo B. Biometria com diâmetro biparietal (DBP), circunferência cefálica (CC), circunferência abdominal (CA) e comprimento do fêmur (CF), com estimativa de peso fetal. Avaliação anatômica sistemática, índice de líquido amniótico ou maior bolsão, e localização/grau placentário.

Estrutura do laudo

  1. Situação, apresentação e dorso fetal
  2. Vitalidade e movimentos fetais
  3. Biometria fetal e estimativa de peso (percentil)
  4. Avaliação anatômica por segmentos
  5. Placenta, cordão umbilical e líquido amniótico
  6. Conclusão e idade gestacional

Achados comuns

Crescimento fetal adequado

Biometrias proporcionais entre si e peso estimado dentro do percentil esperado para a idade gestacional.

Restrição de crescimento fetal (RCF)

CRIT

Peso estimado abaixo do percentil 10, frequentemente associado a alteração de líquido amniótico e da dopplervelocimetria — requer vigilância.

Oligoâmnio

CRIT

Redução acentuada do líquido amniótico (ILA baixo ou maior bolsão < 2 cm), achado relevante para a vitalidade fetal.

Placenta prévia

CRIT

Tecido placentário recobrindo total ou parcialmente o orifício interno do colo, com implicações para a via de parto.

Polidrâmnio

Aumento do volume de líquido amniótico, que pode associar-se a diabetes materno ou malformações fetais.

Marcador anatômico isolado

Achado morfológico isolado (ex.: foco ecogênico cardíaco, pielectasia leve) que demanda correlação com rastreio.

Exemplo de impressão

Gestação única, feto vivo, em situação longitudinal com biometria e peso estimado dentro do percentil esperado para a idade gestacional. Placenta de localização e grau habituais, líquido amniótico em quantidade normal. Avaliação anatômica sem alterações maiores evidentes nos planos estudados. Recomenda-se correlação clínica. Laudo assistido por IA, revisado e assinado pelo médico.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

O ultrassom morfológico detecta todas as malformações?

Não. O exame tem alta sensibilidade para muitas anomalias maiores, mas algumas malformações podem não ser visíveis no momento do exame, dependendo da posição fetal e da idade gestacional.

Qual o melhor período para o morfológico de segundo trimestre?

Geralmente entre 18 e 24 semanas, quando a anatomia fetal está suficientemente desenvolvida para avaliação detalhada.

Estruture seu laudo de Ultrassonografia obstétrica de 2º e 3º trimestres com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.