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Ultrassonografia com Doppler de fígado transplantado

Este exame monitora o fígado transplantado, avaliando a patência e os índices da artéria hepática, veia porta, veias hepáticas e veia cava, além das anastomoses e de coleções perienxerto. O Laudos.AI organiza os territórios vasculares e os parâmetros hemodinâmicos. A interpretação e a conduta são da equipe de transplante.

Máscara copiável

Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.

DUPLEX-DOPPLER COLORIDO DO FÍGADO TRANSPLANTADO

Fígado transplantado de morfologia e contornos regulares.
Lobo hepático esquerdo mede  < > cm.
Lobo hepático direito mede  < > cm.
Parênquima hepático com ecogenicidade característica.
Veias hepáticas com distribuição e calibres normais.
Veia porta com trajeto anatômico e calibre normal.
Ausência de coleções peri-hepáticas.
O estudo hemodinâmico com Doppler colorido e pulsado revelou:
Artéria hepática pulsátil, com fluxo bifásico.
Veias hepáticas pérvias, com fluxo multifásico-hepatofugal.
Veia cava pérvia, com fluxo multifásico.
Veia porta, ramos direito e esquerdo, com fluxo turbilhonado-hepatopetal.

Biometria vascular e Dopplervelocimetria :
Sistema Porta
Diâmetro
Velocidade (cm/s)
Veia porta
< >
< >
Ramo portal direito
< >
< >
Ramo portal esquerdo
< >
< >

Artérias
VPS (cm/s)
IR
IP
ASi (m/s2)
Artéria hepática
< >
< >
< >
< >
Ramo direito
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< >
< >
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Ramo esquerdo
< >
< >
< >
< >

Valores normais:
Artéria hepática  - velocidade de pico sistólico (VPS)  <=  200 cm/s
                           - índice de resistividade (IR)              >=  0,50
                           - aceleração sistólica inicial (ASi)      >=  3 m/s2
                           - tempo de aceleração (TAS)            <=  0,08 seg

Conclusão:
Duplex-Doppler colorido normal do fígado transplantado.
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Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..

Como usar esta máscara

DUPLEX-DOPPLER COLORIDO DO FÍGADO TRANSPLANTADO

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

O estudo hemodinâmico com Doppler colorido e pulsado revelou

Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.

Antes de copiar

Lateralidade

Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.

Medidas e unidades

Substitua campos em branco por medidas reais, mantendo unidade, eixo de medida e comparação com exames prévios quando houver.

Impressão

A conclusão deve responder à pergunta clínica e ser sustentada pelo corpo do laudo, sem normalidade automática.

Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.

A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.

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O que este modelo de US descreve

Este modelo cobre o laudo de ultrassonografia de doppler figado transplantado. A descrição se organiza em torno de parênquima hepático, vias biliares, veias porta e supra-hepáticas — a ordem das seções acompanha a leitura sistemática, não a ordem em que os achados chamam atenção.

A indicação que mais chega para este exame é caracterização de lesão focal, avaliação difusa do parênquima ou estudo das vias biliares. É ela que a impressão precisa responder: um laudo que descreve tudo e não responde à pergunta do pedido devolve o trabalho para quem pediu.

Nesta variante do protocolo, o Doppler acrescenta perviedade, direção de fluxo, velocidades de pico e índices, com campo por vaso examinado.

No laudo de doppler figado transplantado a técnica vem antes dos achados porque é ela que define o que o exame podia mostrar; limitação registrada depois da impressão não protege ninguém. A separação por estrutura deixa auditável o que foi visto, o que estava normal e o que mudou.

A armadilha desta região: a quantificação precisa registrar o método e a sequência usada, senão exames seriados deixam de ser comparáveis.

Norma, vocabulário e classificação

O laudo de doppler figado transplantado é ato médico de quem assina: a Resolução CFM 2.454/2026 é explícita quando há sistema de apoio — a ferramenta sugere, o médico revisa, edita e assina.

Quando o achado se enquadra, a categorização por LI-RADS tira do laudo a ambiguidade que atrapalha quem recebe: a categoria carrega a conduta junto. A referência primária é o LI-RADS do ACR.

Os termos que mais decidem a leitura deste exame estão definidos no glossário: esteatose hepática, realce pós-contraste. Usar o mesmo termo para o mesmo achado, entre plantões e entre serviços, é o que permite comparar laudo com laudo.

Em campos nomeados, o laudo de doppler figado transplantado vira DICOM-SR e trafega para RIS e PACS sem redigitação — formato padronizado pelo grupo de trabalho DICOM WG-08.

Adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.

Perguntas frequentes

Como a máscara fecha a conclusão?

Duplex-Doppler colorido normal do fígado transplantado. A conclusão é o campo que mais muda por caso: sai da leitura de quem assina, não da máscara. Guia do editor de laudos

A máscara substitui a avaliação do radiologista?

Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa

Conteúdo atualizado em .

Você é paciente? Este é um material técnico para médicos radiologistas. A Laudos.AI não interpreta exames nem atende pacientes — entenda a quem recorrer.