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Ultrassonografia com Doppler de fígado transplantado

Este exame monitora o fígado transplantado, avaliando a patência e os índices da artéria hepática, veia porta, veias hepáticas e veia cava, além das anastomoses e de coleções perienxerto. O Laudos.AI organiza os territórios vasculares e os parâmetros hemodinâmicos. A interpretação e a conduta são da equipe de transplante.

Indicações

  • Vigilância pós-operatória precoce do transplante hepático
  • Suspeita de trombose ou estenose da artéria hepática
  • Avaliação de complicações vasculares portais e cavais
  • Alteração de enzimas hepáticas no pós-transplante
  • Pesquisa de coleções e biliomas perienxerto

Técnica padrão

Transdutor convexo de 3,5–5 MHz com Doppler colorido e espectral. Avaliação da artéria hepática (índice de resistência e tempo de aceleração), veia porta, veias hepáticas e veia cava, das anastomoses vasculares e pesquisa de coleções; comparação com exames seriados.

Estrutura do laudo

  1. Parênquima do enxerto
  2. Artéria hepática (IR e tempo de aceleração)
  3. Veia porta e anastomose
  4. Veias hepáticas e veia cava
  5. Coleções e vias biliares
  6. Impressão diagnóstica

Achados comuns

Trombose da artéria hepática

CRIT

Ausência de fluxo arterial intra-hepático, complicação grave e tempo-dependente no pós-transplante.

Estenose da artéria hepática

CRIT

Padrão tardus-parvus intra-hepático com tempo de aceleração prolongado e índice de resistência baixo.

Trombose / estenose da veia porta

CRIT

Ausência de fluxo ou aceleração focal na anastomose portal.

Coleção perienxerto / bilioma

Coleção líquida adjacente ao enxerto, que pode representar bilioma, seroma ou hematoma.

Dilatação biliar

Dilatação das vias biliares sugerindo estenose da anastomose biliar.

Classificações aplicáveis

Índice de resistência da artéria hepáticaTempo de aceleração sistólica

Exemplo de impressão

Enxerto hepático com artéria hepática pérvia, índice de resistência e tempo de aceleração dentro dos parâmetros esperados. Veia porta e veias hepáticas com fluxo adequado, sem trombose. Pequena coleção perienxerto a acompanhar. Achados para correlação com a equipe de transplante; laudo sujeito a revisão e assinatura médica.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

Por que o Doppler é tão frequente após transplante hepático?

Porque permite detectar precocemente complicações vasculares, como a trombose da artéria hepática, que exigem intervenção rápida para salvar o enxerto.

O que é o padrão tardus-parvus?

É uma curva arterial de ascensão lenta e baixa amplitude nos ramos intra-hepáticos, sinal indireto de estenose da artéria hepática proximal.

Estruture seu laudo de Ultrassonografia com Doppler de fígado transplantado com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.