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Tomografia computadorizada de pelve masculina

A TC de pelve masculina avalia bexiga, próstata, vesículas seminais, reto, linfonodos e a gordura pélvica, sendo útil em dor pélvica, trauma e estadiamento oncológico. O Laudos.AI estrutura os achados por órgão, padroniza medidas e organiza a avaliação linfonodal. O médico revisa, edita e assina o laudo.

Indicações

  • Dor pélvica aguda ou crônica
  • Trauma pélvico com suspeita de lesão vesical
  • Estadiamento oncológico (complementar à RM na próstata)
  • Avaliação de coleções e abscessos pélvicos
  • Pesquisa de linfonodomegalia pélvica

Técnica padrão

Aquisição helicoidal da pelve com contraste iodado endovenoso em fase portal/venosa e, quando necessário, fase excretora. Opacificação vesical e marcação intestinal conforme protocolo. Reconstruções multiplanares dos órgãos pélvicos.

Estrutura do laudo

  1. Técnica e protocolo de contraste
  2. Bexiga e ureteres distais
  3. Próstata e vesículas seminais
  4. Reto e sigmoide
  5. Gordura pélvica e musculatura
  6. Linfonodos e estruturas vasculares
  7. Impressão diagnóstica

Achados comuns

Aumento prostático

Próstata aumentada com abaulamento do assoalho vesical, sugerindo hiperplasia.

Abscesso/coleção pélvica

CRIT

Coleção com realce periférico e densificação da gordura adjacente.

Lesão vesical / extravasamento

CRIT

Solução de continuidade ou extravasamento de contraste, no contexto de trauma.

Linfonodomegalia pélvica

Linfonodos aumentados nas cadeias pélvicas, relevantes no estadiamento oncológico.

Cálculo vesical / divertículo

Cálculo intravesical ou divertículo da parede da bexiga.

Exemplo de impressão

Próstata aumentada com abaulamento do assoalho vesical, compatível com hiperplasia prostática. Bexiga de paredes regulares, sem coleções pélvicas. Sugere-se correlação clínica e urológica. Laudo gerado com assistência de IA e revisado, editado e assinado por médico radiologista.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

A TC avalia bem a próstata?

A TC mostra o volume e relações anatômicas, mas a caracterização tecidual e o estadiamento prostático são mais bem avaliados pela ressonância multiparamétrica.

Quando é necessária a fase excretora?

Na suspeita de lesão de via urinária ou de bexiga, a fase tardia com contraste excretado ajuda a demonstrar extravasamentos.

Estruture seu laudo de Tomografia computadorizada de pelve masculina com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.