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Ressonância magnética de pelve para fístula perianal

A RM de fístula perianal é o método de escolha para mapear trajetos, identificar trajetos secundários e abscessos, e classificar a relação com os esfíncteres. O Laudos.AI estrutura o ditado por classificação de Parks e relógio anal, padronizando orifícios interno/externo. Conteúdo revisado e assinado pelo médico.

Indicações

  • Fístula perianal e secreção purulenta perianal recorrente
  • Doença de Crohn com acometimento perianal
  • Suspeita de abscesso perianal/isquiorretal
  • Planejamento e controle pós-operatório de fístula complexa
  • Avaliação de fístula recidivada

Técnica padrão

RM com bobina de superfície (pelve), sequências T2 e STIR de alta resolução nos planos axial e coronal oblíquos ao canal anal, T1 e T1 pós-gadolínio com saturação de gordura. DWI auxilia na detecção de coleções ativas.

Estrutura do laudo

  1. Técnica e protocolo
  2. Orifício interno e localização no relógio anal
  3. Trajeto primário e relação com os esfíncteres
  4. Trajetos secundários e ramificações
  5. Coleções e abscessos associados
  6. Atividade inflamatória do trajeto
  7. Impressão diagnóstica

Achados comuns

Fístula interesfincteriana

Trajeto que permanece no plano interesfincteriano sem atravessar o esfíncter externo (Parks tipo I).

Fístula transesfincteriana

Trajeto que cruza o esfíncter externo em direção à fossa isquiorretal (Parks tipo II), descrevendo-se a altura do cruzamento.

Abscesso perianal/isquiorretal

CRIT

Coleção com realce periférico e restrição à difusão, indicando processo ativo que pode requerer drenagem.

Trajeto em ferradura

Extensão do trajeto contornando o canal anal posteriormente, conectando ambas as fossas isquiorretais.

Atividade inflamatória do trajeto

Hipersinal em STIR e realce do trajeto indicando atividade; sinal baixo e ausência de realce sugerem fibrose/inatividade.

Acometimento perianal por Crohn

Fístulas complexas e múltiplas com proctite associada, relevante para o manejo clínico-cirúrgico.

Classificações aplicáveis

ParksSt. James's University Hospital (graus 1-5)

Exemplo de impressão

Fístula perianal transesfincteriana com orifício interno às 6 horas (relógio anal), trajeto ativo e pequena coleção associada na fossa isquiorretal direita. Recomenda-se correlação clínico-coloproctológica. Sujeito a revisão e assinatura do médico radiologista.

Exemplo ilustrativo. Toda impressão é revisada e assinada pelo radiologista.

Perguntas frequentes

Por que a RM é a melhor para fístula perianal?

A RM mapeia com precisão o trajeto, identifica trajetos secundários e abscessos ocultos e classifica a relação com os esfíncteres, reduzindo recidivas pós-operatórias.

A RM diferencia fístula ativa de fibrosada?

Sim. Hipersinal em STIR e realce indicam atividade, enquanto baixo sinal e ausência de realce sugerem fibrose, orientando a conduta.

Estruture seu laudo de Ressonância magnética de pelve para fístula perianal com o Laudos.AI

Ditado em português, estruturação automática, sinalização de achados críticos e integração com seu PACS. Uso assistivo — você revisa, edita e assina.