Report template

Report template — MRI of pelvis defecorressonancia

MRI report template for pelvis defecorressonancia — clinical body in pt-BR with [...] placeholders for exam-specific findings.

When to use

MSK MRI evaluates internal joint derangement (menisci, ligaments, labrum), tendinopathies and tears, osteochondral lesions, marrow edema, pre-surgical lesions and post-op follow-up. Standard for soft-tissue analysis.

What to evaluate

  • Bony structures: marrow signal, focal lesions, edema, occult fractures.
  • Articular cartilage: focal changes, fissures, osteochondral lesions.
  • Tendons/ligaments: integrity, thickness, partial/full tears.
  • Menisci/labrum: tears, shape, periphery.
  • Effusion and synovitis, adjacent soft tissue.

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(DEFECO-RM) Técnica: Foram obtidas imagens multiplanares ponderadas em T1 e T2, sem com a administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Introduzido gel para a distensão vaginal e da ampola retal. Realizadas manobras dinâmicas para avaliação do assoalho pélvico. Análise: - Bexiga: com média repleção, sem particularidades. - Uretra: sem particularidades. - Próstata: de contornos regulares, sem particularidades nesse protocolo. - Vesículas seminais: com dimensões e sinal preservados. - Útero: em anteversoflexão, com dimensões normais e contornos regulares. Mede: cerca de cm; volume estimado em cc. Miométrio: Sinal homogêneo, sem nódulos. Zona juncional: de espessura normal, sem cistos subendometriais ou focos hemáticos. Endométrio: homogêneo e com espessura de cm. - Ovários: tópicos, de dimensões normais, com pequenos cistos de aspecto folicular / funcional de até cm à direita esquerda. Não há cistos com conteúdo hemático ou endometriomas. - Vagina: sem particularidades. - Cavidade peritoneal: ausência de líquido livre significativo. - Reto e canal anal: sem alterações significativas. Retenção retal pós-evacuação desprezível. Evacuação parcial e em pequenas quantidades do conteúdo retal. - Músculo elevador do ânus: simétrico e com espessura preservada. - Músculo puborretal e esfíncter externo: alças íntegras e com espessura preservada. - Fossas isquioanal e isquiorretal: de aspecto usual. As sequências dinâmicas para avaliação do assoalho pélvico mostram: Em repouso Durante contração Durante esforço evacuatório Linha H (n < 6 cm) cm - cm Linha M (n < 2 cm) cm - cm ARA (n: 94° a 114°) ° ° ° Ângulo da placa suspensora c/ PCL ° - ° (n < 10°) Retocele - - cm AJR a PCL cm abaixo - cm abaixo Colo vesical a PCL cm acima - cm abaixo Colo uterino a PCL cm acima - cm abaixo Peritôneo a PCL - - cm abaixo Alça entérica a PCL - - cm abaixo Sigmoide a PCL - - cm abaixo Eixo uretral Hipermobilidade uretral: sim ou não (n: curvo ou vertical) Invaginação retal Tipo (mucosa ou espessura completa; focal ou circunferencial) e localização ( retorretal ou retoanal ) Impressão: Houve aumento da linha H durante a manobra de evacuação, inferindo ampliação do hiato elevador. Houve aumento da linha M durante a manobra de evacuação, inferindo disfunção do assoalho pélvico. Ângulo da placa suspensora normal >10°, indicando perda do suporte pélvico. Compartimento anterior: - Cistocele grau ausente. - Hipermobilidade uretral presente ou ausente. Compartimento médio: - Prolapso uterovaginal grau ausente. - Peritoneocele / Enterocele / Sigmoidocele grau ausente. Compartimento posterior: - Retocele grau ausente. - Descenso da junção anorretal grau ausente. Ângulo anorretal normal ao repouso, com adequada redução durante a contração esfincteriana. / Ausência de ampliação do ângulo anorretal durante a evacuação, com períodos de redução do mesmo, representando contração paradoxal do músculo puborretal, sugerindo dissinergia anorretal (anismo). (Obs.: Sequências com bexiga vazia dificultam a avaliação de incontinência urinária e a não infusão de gel endovaginal limitam a avaliação de prolapso úterovaginal ). Legenda: ARA: anorectal angle; PCL: pubococcygeal line; AJR: anorectal junction. * El Sayed, R., Alt, C., Maccioni, F., Meissnitzer, M., Masselli, G., Manganaro, L., Vinci, V. and Weishaupt, D., 2016. Magnetic resonance imaging of pelvic floor dysfunction - joint recommendations of the ESUR and ESGAR Pelvic Floor Working Group. European Radiology, 27(5), pp.2067-2085.
Template in Brazilian Portuguese (clinical reporting language). Adapt to your service protocol. Not medical advice — the physician reviews, edits and signs.

How to use

  • Replace each [...] with the exam's measurement or descriptor.
  • Adapt the conclusion to your service protocol before signing.
  • Use the template as a starting point — not a replacement for physician review.
  • In Laudos.AI, dictate findings in natural speech and the AI structures text in this format for review.

Frequently asked

Bone marrow edema — when relevant?
Edema may indicate stress fracture, osteochondral lesion, active synovitis, infection, neoplasm or chronic inflammation (transient marrow edema syndrome). Always correlate with clinic and pattern.
MR arthrography — when?
Detailed evaluation of labrum (shoulder, hip), scapholunate ligament, ligaments of the elbow and ankle. Not routine — case-by-case based on suspicion.
MRI vs US for tendons — when each?
US: dynamic study, guided injection, superficial tendinopathy, cost. MRI: deep tendons, associated bone/cartilage lesion, pre-surgical, post-op complications.

References

  • ESSR & ACR consensus papers on MSK MRI protocols.

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