Plantilla de informe

Plantilla de informe — Resonancia magnética de pelvis defecorressonancia

Plantilla de informe de resonancia magnética de pelvis defecorressonancia — cuerpo clínico en pt-BR con marcadores [...] para los hallazgos específicos del examen.

Cuándo solicitar

La RM musculoesquelética evalúa lesiones internas articulares (meniscos, ligamentos, labrum), tendinopatías y rupturas, lesiones osteocondrales, edema medular, lesiones prequirúrgicas y seguimiento postoperatorio. Estándar para tejidos blandos.

Qué evaluar

  • Estructuras óseas: señal medular, lesiones focales, edema, fracturas ocultas.
  • Cartílago articular: cambios focales, fisuras, lesiones osteocondrales.
  • Tendones/ligamentos: integridad, espesor, rupturas parciales/totales.
  • Meniscos/labrum: rupturas, forma, periferia.
  • Derrame y sinovitis, partes blandas adyacentes.

Plantilla interactiva

Completa los campos0/30

(DEFECO-RM) Técnica: Foram obtidas imagens multiplanares ponderadas em T1 e T2, sem com a administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Introduzido gel para a distensão vaginal e da ampola retal. Realizadas manobras dinâmicas para avaliação do assoalho pélvico. Análise: - Bexiga: com média repleção, sem particularidades. - Uretra: sem particularidades. - Próstata: de contornos regulares, sem particularidades nesse protocolo. - Vesículas seminais: com dimensões e sinal preservados. - Útero: em anteversoflexão, com dimensões normais e contornos regulares. Mede: cerca de cm; volume estimado em cc. Miométrio: Sinal homogêneo, sem nódulos. Zona juncional: de espessura normal, sem cistos subendometriais ou focos hemáticos. Endométrio: homogêneo e com espessura de cm. - Ovários: tópicos, de dimensões normais, com pequenos cistos de aspecto folicular / funcional de até cm à direita esquerda. Não há cistos com conteúdo hemático ou endometriomas. - Vagina: sem particularidades. - Cavidade peritoneal: ausência de líquido livre significativo. - Reto e canal anal: sem alterações significativas. Retenção retal pós-evacuação desprezível. Evacuação parcial e em pequenas quantidades do conteúdo retal. - Músculo elevador do ânus: simétrico e com espessura preservada. - Músculo puborretal e esfíncter externo: alças íntegras e com espessura preservada. - Fossas isquioanal e isquiorretal: de aspecto usual. As sequências dinâmicas para avaliação do assoalho pélvico mostram: Em repouso Durante contração Durante esforço evacuatório Linha H (n < 6 cm) cm - cm Linha M (n < 2 cm) cm - cm ARA (n: 94° a 114°) ° ° ° Ângulo da placa suspensora c/ PCL ° - ° (n < 10°) Retocele - - cm AJR a PCL cm abaixo - cm abaixo Colo vesical a PCL cm acima - cm abaixo Colo uterino a PCL cm acima - cm abaixo Peritôneo a PCL - - cm abaixo Alça entérica a PCL - - cm abaixo Sigmoide a PCL - - cm abaixo Eixo uretral Hipermobilidade uretral: sim ou não (n: curvo ou vertical) Invaginação retal Tipo (mucosa ou espessura completa; focal ou circunferencial) e localização ( retorretal ou retoanal ) Impressão: Houve aumento da linha H durante a manobra de evacuação, inferindo ampliação do hiato elevador. Houve aumento da linha M durante a manobra de evacuação, inferindo disfunção do assoalho pélvico. Ângulo da placa suspensora normal >10°, indicando perda do suporte pélvico. Compartimento anterior: - Cistocele grau ausente. - Hipermobilidade uretral presente ou ausente. Compartimento médio: - Prolapso uterovaginal grau ausente. - Peritoneocele / Enterocele / Sigmoidocele grau ausente. Compartimento posterior: - Retocele grau ausente. - Descenso da junção anorretal grau ausente. Ângulo anorretal normal ao repouso, com adequada redução durante a contração esfincteriana. / Ausência de ampliação do ângulo anorretal durante a evacuação, com períodos de redução do mesmo, representando contração paradoxal do músculo puborretal, sugerindo dissinergia anorretal (anismo). (Obs.: Sequências com bexiga vazia dificultam a avaliação de incontinência urinária e a não infusão de gel endovaginal limitam a avaliação de prolapso úterovaginal ). Legenda: ARA: anorectal angle; PCL: pubococcygeal line; AJR: anorectal junction. * El Sayed, R., Alt, C., Maccioni, F., Meissnitzer, M., Masselli, G., Manganaro, L., Vinci, V. and Weishaupt, D., 2016. Magnetic resonance imaging of pelvic floor dysfunction - joint recommendations of the ESUR and ESGAR Pelvic Floor Working Group. European Radiology, 27(5), pp.2067-2085.
Plantilla en portugués brasileño (lenguaje clínico de informe). Adáptala al protocolo del servicio. No es consejo médico — el médico revisa, edita y firma.

Cómo usar

  • Sustituye cada [...] por la medición o el descriptor del examen.
  • Adapta la conclusión a tu protocolo de servicio antes de firmar.
  • Usa el modelo como punto de partida — no como reemplazo de la revisión médica.
  • En Laudos.AI, dicta los hallazgos en habla natural y la IA estructura un texto en este formato para revisión.

Preguntas frecuentes

Edema medular óseo — ¿cuándo relevante?
El edema puede indicar fractura por estrés, lesión osteocondral, sinovitis activa, infección, neoplasia o inflamación crónica (edema medular transitorio). Correlacionar con clínica y patrón.
Artrorresonancia — ¿cuándo indicar?
Evaluación detallada de labrum (hombro, cadera), ligamento escafosemilunar, ligamentos de codo y tobillo. No es de rutina — caso a caso según sospecha.
RM vs ecografía para tendones — ¿cuándo cada uno?
Ecografía: estudio dinámico, infiltración guiada, tendinopatía superficial, costo. RM: tendones profundos, lesión asociada ósea/cartilaginosa, prequirúrgico, complicaciones postoperatorias.

Referencias

  • ESSR & ACR consensus papers on MSK MRI protocols.

Privacidad

Las cookies esenciales mantienen el sitio funcionando; la analítica solo carga con tu consentimiento.