Plantilla de informe

Plantilla de informe — Tomografía computarizada de aorta abdominal

Plantilla de informe de tomografía computarizada de aorta abdominal — cuerpo clínico en pt-BR con marcadores [...] para los hallazgos específicos del examen.

Cuándo solicitar

La TC abdominal es el método de elección para dolor abdominal agudo (apendicitis, diverticulitis, isquemia, perforación), pancreatitis complicada, litiasis urinaria (sin contraste), estadificación oncológica y trauma abdominal estable. Para caracterizar lesión hepática focal, la RM hepatobiliar suele ser superior.

Qué evaluar

  • Vísceras sólidas: tamaño, atenuación, lesiones focales, realce.
  • Asas intestinales: calibre, espesor parietal, contenido, signos inflamatorios.
  • Vías urinarias: cálculos, hidronefrosis, defectos de llenado.
  • Vasos: aorta, mesentéricas, porta — calibre, trombosis, oclusiones.
  • Ganglios, ascitis, aire libre, colecciones.

Plantilla interactiva

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Técnica: Aquisição helicoidal multislice, sem com a injeção endovenosa do meio de contraste iodado. Análise: - Aorta abdominal: com trajeto e calibre preservados. Paredes lisas e regulares, sem placas. Ateromatose discreta moderada acentuada caracterizada por placas parietais parcialmente calcificadas esparsas. Associam-se discretas irregularidades da superfície luminal, indicativas de ulcerações rasas. Não há estenoses, aneurismas, dissecções ou ulcerações profundas. Aneurisma fusiforme da aorta torácica, que inicia-se cerca de cm após a origem da artéria subclávia esquerda, progredindo por cm, até cm acima da emergência do tronco celíaco. O calibre máximo do aneurisma é de cm. O calibre da aorta é de cm superiormente à dilatação e de cm inferiormente à mesma. Há trombose mural ao longo da luz do segmento dilatado. O aneurisma não exibe exibe sinais de instabilidade. Aneurisma fusiforme do segmento infrarrenal da aorta abdominal, que inicia-se num plano cerca de cm abaixo da origem da artéria renal direita esquerda (mais inferior) e se estende por cm até a bifurcação aórtica. O calibre máximo do aneurisma é de cm. O calibre da aorta é de cm superiormente à dilatação e de cm inferiormente à mesma. O aneurisma apresenta angulação de ° em relação ao colo proximal. Há trombose mural ao longo da luz do segmento dilatado. O aneurisma não exibe exibe sinais de instabilidade. XXXX No plano da origem das artérias renais, inicia-se sequência de endopróteses metálicas aortobi -ilíacas para tratamento de aneurisma da aorta abdominal infrarrenal. As endopróteses estão pérvias, preservam arquitetura usual, estendem-se até o terço distal das artérias ilíacas comuns e não mostram trombos intraluminais. O saco aneurismático tratado tem contornos regulares, está preenchida por trombos e atinge diâmetro transverso máximo de cm. Não se identifica endoleak. - Tronco celíaco e seus ramos: com trajeto e calibre preservados. com discreta estenose na sua origem por placa ateromatosa por provável compressão promovida pelo ligamento arqueado do diafragma e leve ectasia a jusante. Artéria hepática direita é ramo da artéria mesentérica superior (variação anatômica). Artéria hepática esquerda acessória é ramo da artéria gástrica esquerda (variação anatômica). (variações anatômicas). - Artérias mesentéricas superior e inferior: com trajeto e calibre preservados. - Artérias renais: únicas, com trajeto e calibre preservados, sem estenoses significativas. - Artérias ilíacas: comuns, internas e externas com trajeto e calibre preservados, sem estenoses significativas ou dilatações aneurismáticas. Diâmetros máximos: Transição toracoabdominal: cm Aorta abdominal (segmento suprarrenal): cm Aorta abdominal (segmento infrarrenal ): cm Artéria ilíaca comum direita: cm Artéria ilíaca comum esquerda: cm Demais achados: Comparação: Exames anteriores não disponíveis para a análise. Conclusão: Exame sem achados significativos.
Plantilla en portugués brasileño (lenguaje clínico de informe). Adáptala al protocolo del servicio. No es consejo médico — el médico revisa, edita y firma.

Cómo usar

  • Sustituye cada [...] por la medición o el descriptor del examen.
  • Adapta la conclusión a tu protocolo de servicio antes de firmar.
  • Usa el modelo como punto de partida — no como reemplazo de la revisión médica.
  • En Laudos.AI, dicta los hallazgos en habla natural y la IA estructura un texto en este formato para revisión.

Preguntas frecuentes

¿Cuándo sin contraste y cuándo con contraste?
Sin contraste: litiasis urinaria, sospecha de hemorragia aguda, control de cálculo. Con contraste IV: apendicitis, diverticulitis, isquemia mesentérica, estadificación, absceso. La fase venosa portal es el estándar para abdomen.
¿Cuándo preferir RM sobre TC?
Caracterización de lesión hepática focal (especialmente cirrosis / LI-RADS), vías biliares (colangio-RM), endometriosis profunda, lesión pélvica compleja y gestantes.
Apendicitis — ¿sensibilidad?
La TC con contraste tiene > 95% de sensibilidad y > 95% de especificidad para apendicitis aguda en adultos — superior a la ecografía y a la evaluación clínica aislada.

Referencias

  • ACR Appropriateness Criteria — Right Lower Quadrant Pain.
  • Eisenhauer EA et al., Eur J Cancer 2009 (RECIST 1.1).

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