Cuándo solicitar
La RM hepatobiliar supera a la TC para caracterizar lesión hepática focal (especialmente en cirrosis — LI-RADS), vía biliar (colangio-RM), pancreatitis crónica, enfermedad de Crohn (entero-RM) y endometriosis profunda.
Qué evaluar
- Lesiones hepáticas focales: señal T1/T2, difusión, patrón dinámico de realce, fase hepatobiliar (Primovist).
- Vía biliar: calibre, defectos de llenado, anomalías congénitas.
- Páncreas: conducto principal, lesiones focales, calcificaciones.
- Cuantificación: grasa hepática (PDFF), hierro hepático (R2*) cuando aplica.
- Asas intestinales (entero-RM): engrosamiento, realce, signos inflamatorios, fístulas.
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(QUANTIFICAÇÃO DE FERRO HEPÁTICO)
Técnica:
Foram obtidas imagens multiplanares ponderadas em T1 e T2, sem com a administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Adquiridas sequências adicionais ponderadas em T2* R2* para a quantificação de ferro hepático.
Análise:
- Fígado: com dimensões normais e contornos regulares.
Sinais de sobrecarga férrica hepática leve moderada grave .
Sinais de deposição adiposa no parênquima hepático, sendo calculada porcentagem de gordura no fígado em % (normal até 5%).
- Vias biliares: intra ou extra-hepáticas sem dilatações. Colédoco de calibre normal, sem cálculos de volume apreciável.
- Vesícula biliar: normodistendida, com paredes finas e conteúdo de sinal homogêneo.
- Pâncreas: de dimensões normais e sinal preservado. Não há dilatação do ducto principal.
- Baço: normal.
- Rins: de dimensões normais e espessura do parênquima preservada. Não há hidronefrose.
- Adrenais: sem nódulos.
- Alças intestinais: alças do intestino delgado e grosso inclusas sem particularidades ao método.
- Peritônio e retroperitônio: não se observam linfonodomegalias. Ausência de líquido livre no abdome superior.
- Vasos: aorta abdominal com calibre normal. Veias cava inferior, porta e hepáticas pérvias.
Comparação:
Exames anteriores não disponíveis para a análise.
Conclusão:
Ausência de sobrecarga férrica hepática.
Sobrecarga férrica hepática discreta X moderada X acentuada.
Esteatose hepática difusa discreta X moderada X acentuada.
Classificação do grau de sobrecarga férrica hepática *:
Normal: entre 0
-
36 µmol/g ou 0 - 2 mg/g
Não significante: 36 - 75 µmol/g ou 2 - 4 mg/g
Leve: entre 75
-
100 µmol/g ou 4 - 6 mg/g
Moderada: entre 100
-
150 µmol/g ou 6 - 8 mg/g
Moderada-grave: entre 150
-
300 µmol/g ou 8 - 16 mg/g
Grave: mais de 300 µmol/g ou mais de 16 mg/g
* Henninger, B., Alustiza, J., Garbowski, M. et al. Eur Radiol (2020) 30: 383. https://doi.org/10.1007/s00330-019-06380-9
Cómo usar
- Sustituye cada [...] por la medición o el descriptor del examen.
- Adapta la conclusión a tu protocolo de servicio antes de firmar.
- Usa el modelo como punto de partida — no como reemplazo de la revisión médica.
- En Laudos.AI, dicta los hallazgos en habla natural y la IA estructura un texto en este formato para revisión.
Clasificaciones relacionadas
Preguntas frecuentes
- LI-RADS — ¿cuándo usar Primovist (gadoxetato)?
- Agente hepatobiliar con fase específica (20 min post-inyección) ayuda a caracterizar HCC, HNF y metástasis. Ventajas en LR-3 y LR-4 con washout limítrofe.
- ¿Cuándo RM en pancreatitis?
- Pancreatitis recurrente sin etiología clara (colangio-RM para microlitiasis, anomalías congénitas), pancreatitis crónica para mapeo ductal y caracterización de lesiones quísticas.
- Cuantificación de grasa hepática — ¿qué técnica?
- PDFF (fracción grasa de densidad protónica) con secuencias multieco es la referencia no invasiva. > 5% indica esteatosis; correlacionar con biopsia en estudios clínicos.
Referencias
- ACR LI-RADS v2018 CT/MRI.
- Reeder SB et al., JMRI 2011 (PDFF).